Brand Security Consulting

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Brand Security Consulting episodes

  • Conar condena Krespinha

    A palha de aço da Bombril, a ex-famosa Krespinha, foi condenada pelo Conar - Conselho de Auto Regulamentação publicitária - , que recebeu quase duas mil reclamações de consumidores. O caso aconteceu em junho. A Bombril decidiu dar uma turbinada na marca anunciando investimento em média. Só que imediatamente após o anúncio, choveram acusações de racismo contra a empresa. E com razão, a marca é infeliz. E não vale o argumento de que existe há 70 anos. Era racista a época e segue sendo agora. A Bombril, em meio a efervescência da polêmica, não discutiu. Sensatamente, desculpou-se e retirou a marca de seu portfólio. E não falou-se mais a respeito. O caso e a marca voltaram à tona porque somente agora foi julgado pelo CONAR. Sua decisão serve de referência para outras empresas, é como uma jurisprudência.   

    6 min
  • Missão e Valores contrariados

    O Ministério Público de Trabalho investiga o McDonald em razão de  denúncias de funcionários que se dizem vitimas de racismo e preconceito. A franquia atende em todos os continentes um exercito variado de consumidores, o que exclui o racismo e preconceito como sendo valores culturais da empresa. Porém, se existe funcionários contrariando seus valores, devem ser investigados e coibidos. Resta claro, sobretudo nos dias de hoje, que o treinamento deve ir além do core business. A ele, treinamento, devem ser acrescentados temas sobre diversidade e o posicionamento da empresa sobre eles, para que fique claro os limites de todos. Um funcionário que discorde do posicionamento da empresa é um peixe fora d'agua no ambiente de trabalho.    

    12 min
  • Propaganda não pode ser enganosa!

    O governo brasileiro anunciou que pretende desenvolver campanha publicitária no Exterior para reverter a imagem negativa do País por causa a política, ou melhor, não politica ambiental aplicada à floresta amazônica. Investidores, políticos, especialistas e consumidores, sobretudo europeus estão pressionando o País, agora falando com o bolso, ou seja, com o corte de investimentos e importações. O empresariado brasileiros já sentiu da dor no bolso e foi falar com o governo que o cerco está fechando. Então os assessores surgiram com a brilhante ideia de se fazer uma campanha para mudar a percepção negativa, só que antes é preciso fazer a lição de cada, ou seja, mudar a sua política ambiental destruidora. Do contrário o efeito da propaganda enganosa será ainda mais perverso para a imagem do País  

    13 min
  • Pizzas assinadas!

    A "briga" mercadológica entre a Subway e a Domino's teve mais um lance interessante. Depois do fiasco da "pior pizza do mundo" e da brincadeira feita pela Domino's, a Subway retrucou de forma inteligente e delicada: seus jovens "pizzaiolos" andaram fotografando suas "obras", pizzas muito bem montadas, e postando nas redes sociais com as suas assinaturas ao lado. Esse tipo de "disputa", muito comum nos EUA, porém rara por estas bandas, está sendo tocada de forma educada e cordial, sem apelações ou baixarias. Tomara que tudo isso resulte num produto melhor para o consumidor  

    6 min
  • Consumidor detona nova pizza Subway

    A Subway, que ficou famosa no mundo vendendo sanduba em baguetes, decidiu se aventurar pelo universo das pizzas. Semana passada a franquia lançou o novo produto, oferecido em quatro sabores, com toda a pompa e circunstância que o momento permite. Um consumidor viu, gostou da ideia e arriscou seu pedido. Frustrou-se! Chegou à sua casa um produto horroroso, que nem com os olhos dava para comer. Descontente, o consumidor sacou seu celular, tirou uma foto do produto e a disparou nas redes sociais. A foto viralizou. A Subway, depois da repercussão, enviou nota com desculpas ao consumidor. Como depois de um dia ruim pode vir outro, a Domino's, tradicional franquia de pizza, vendo o problema do neófito no segmento, mandou entregar em suas lojas um manual sobre como fazer pizza. Vamos ver se depois de tudo isso a Subway aprende, aprende a fazer pizza.     

    7 min
  • Consumidores de ideias pressionam o Brasil

    O desrespeito a floresta amazônica, aos naturais da terra e até mesmo à pandemia do coronavírus deixaram a reputação do Brasil no chão. Grupos de pressão, sobretudo europeus, pressionam fundos de investimentos e, agora também, grandes redes de supermercados para que repensem seus investimentos e importação de produtos brasileiros, sobretudo aqueles oriundos ou que carreguem matéria prima originária da Amazônia. A arrogância desse governo brasileiro sentiu o golpe sobretudo depois que empresários brasileiros disseram que já sentem redução no volume de negócios por causa da politica oficial par a Amazônia. O governos Temer e Bolsonaro jamais se mostraram preocupados com a imagem e reputação do Brasil. O governo brasileira pensa em contratar uma agência de comunicação para melhorar a imagem do Brasil no Exterior, mas só publicidade não funciona. Tem que haver, de forma concomitante, ações práticas e efetivas. O tempo dirá!

    11 min
  • Imagem negativa do Brasil afasta investidor estrangeiro

    Já falamos nesse podcast em percepção, em reputação e em consumidor de ideias. Pois é, o tratamento conferido pelo governo federal à questão ambiental, à pandemia, à educação e a ciência está produzindo uma percepção péssima do Brasil no Exterior. Percepção, como já falamos, é a forma como somos vistos e considerados pela Opinião Pública. O Brasil não anda nada bem nesse quesito. Nossa reputação no Exterior está como um carro descendo a ladeira sem freios. E reputação é o maior patrimônio que um País, uma marca, um produto, uma empresa, uma personalidade pode possuir. É uma construção lenta, de longo prazo. Os diversos governos anteriores, independentemente de ideologias, investiram tempo e dinheiro para melhorar a imagem do Brasil além de suas fronteiras. Tiveram êxito. Contudo, todo este esforço foi jogado fora por este governo que se imaginava numa ilha, que sua ações não repercutiriam no Continente. Pois bem, esta semana, oito grandes fundos de investimento enviaram carta ao Brasil confessando que estão sendo pressionados por seus clientes, consumidores de ideias (aquele sujeito que compra uma ideia, empunha uma bandeira e luta por ela, lembram-se?), dizem que se seus recursos forem investidos em países que não respeitam o meio ambiente, os indígenas e etc... eles vão deixar de investir nesses fundos. É assim mesmo que o consumidor de ideias age, pressão e boicote. Agora o governo diz que contratará uma agência de comunicação para mudar a sua imagem. Eles não querem propaganda, não são tolos, querem ações. De fato   

    13 min
  • Comitê de Gestão de crise, a melhor solução

    empresas que contam com o suporte de um comitê interno de gestão de crise conseguem gerir com mais eficácia estes momentos adversos, ou seja, com mais rapidez e menor dano para a imagem, reputação e até mesmo aos negócios. Nesse post, o comitê de crise é evidenciado e oferecido aos ouvintes um rápido passo a passo sobre como criar um comitê interno de gestão de crise

    12 min
  • Reputação é vital!

    Zuckeberg, big boss do Facebook, não teme perder dinheiro com o boicote publicitário das grandes empresas por causa da falta de controle com o conteúdo na redes sociais, mas teme que esse movimento afete a reputação da sua empresa. Abalo na imagem e na reputação do ex-quase ministro da educação por causa das inconsistências em seu curriculo o tiraram do cargo que nem chegou a assumir! 

    18 min
  • Grandes marcas boicotam redes sociais

    As redes sociais não têm filtros e nem controles de conteúdo. Sempre rechaçaram esse tipo de ideia, dizem que é censura. Enquanto se discute a questão, discurso de ódio, discurso racial e conteúdo nocivo preenchem suas páginas, algumas angariando novos adeptos e recursos. Diferentes grupos, empunhando bandeiras diversas, tentaram pelo diálogo e até pela Justiça sensibilizar os executivos dessas plataformas. Sempre deram de ombros, julgando-se inatingíveis. Pois bem, agora grande marcas, pesos pesados da industrial e comércio, resolveram também pressionar estas plataformas. Elas ficarão um mês sem publicar qualquer anúncios nessas redes sociais. E se der o resultado esperado, imaginam os grupos de pressão por trás desse movimento, outros períodos de jejum podem ser acrescentados. A conferir. A título de informação, só com o anúncio desse boicote, as ações do Facebook caíram 9%

    8 min

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