Brasil Latino

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By Programa Brasil LatinoSociety & Culture
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Brasil Latino episodes

  • Omar García Velazquez fala sobre os cinco anos do massacre de Iguala
    Em 26 de setembro de 2014, 43 alunos da Escola Rural Raúl Isidro Burgos, da comunidade de Ayotzinapa, desapareceram quando se dirigiam à cidade de Iguala de la Independencia, no estado mexicano de Guerrero, onde participariam de um protesto. Parados pela polícia, foram detidos, seus corpos nunca mais apareceram e os responsáveis pelo massacre nunca foram claramente identificados e condenados. Os estudantes sobreviventes até hoje buscam justiça. Um deles, Omar García Velazquez, falou com exclusividade ao Brasil Latino. Confira nesta edição do Brasil Latino.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em @brlatino, nos podcasts da USP: jornal.usp.br/series/brasil-latino/ e nos agregadores de áudio como Spotify, iTunes e Deezer.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    55 min
  • Omar García Velazquez fala sobre os cinco anos do massacre de Iguala
    Em 26 de setembro de 2014, 43 alunos da Escola Rural Raúl Isidro Burgos, da comunidade de Ayotzinapa, desapareceram quando se dirigiam à cidade de Iguala de la Independencia, no estado mexicano de Guerrero, onde participariam de um protesto. Parados pela polícia, foram detidos, seus corpos nunca mais apareceram e os responsáveis pelo massacre nunca foram claramente identificados e condenados. Os estudantes sobreviventes até hoje buscam justiça. Um deles, Omar García Velazquez, falou com exclusividade ao Brasil Latino. Confira nesta edição do Brasil Latino.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17h, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em @brlatino, nos podcasts da USP: jornal.usp.br/series/brasil-latino/ e nos agregadores de áudio como Spotify, iTunes e Deezer.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    55 min
  • Política e teatro com Antonio Quinet
    Nesta edição do Brasil Latino o jornalista Marco Piva entrevista o psicanalista e dramaturgo Antonio Quinet. Ele fala sobre seu mais recente livro, O Inconsciente Teatral e também fala sobre a ligação entre política e teatro.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts nos seguintes agregadores de áudio: www.soundcloud.com/brlatino, https://jornal.usp.br/series/brasil-latino/ , além de Spotify, iTunes e Deezer.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    1 hr 2 min
  • Política e teatro com Antonio Quinet
    Nesta edição do Brasil Latino o jornalista Marco Piva entrevista o psicanalista e dramaturgo Antonio Quinet. Ele fala sobre seu mais recente livro, O Inconsciente Teatral e também fala sobre a ligação entre política e teatro.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts nos seguintes agregadores de áudio: www.soundcloud.com/brlatino, https://jornal.usp.br/series/brasil-latino/ , além de Spotify, iTunes e Deezer.
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    1 hr 2 min
  • Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos com Eugênia Gonzaga
    Nesta edição do Brasil Latino o jornalista Marco Piva entrevista a procuradora Eugênia Gonzaga, ex-presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. Ela foi destituída do cargo após criticar comentários do presidente Jair Bolsonaro sobre o pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, preso pelo DOI-Codi em 1974 e declarado desaparecido. A Comissão Especial forneceu um atestado de óbito informando que ele morreu de forma violenta, “causada pelo Estado”.
    A procuradora fala sobre a importância da Comissão, compara as ações do governo brasileiro com as de outros países latino-americanos que também passaram por ditaduras militares e investigaram os crimes cometidos por estes. No Brasil, através da Lei de Anistia, houve um certo silenciamento sobre o tema e muitos personagens envolvidos em crimes no período seguem sem julgamento até hoje, enquanto em outros países, como a Argentina, participantes do regime militar foram investigados e julgados por suas ações. Ela também conta sobre a repercussão da fala do presidente e as diferenças entre a maneira como ele lida com o tema e como seus antecessores lidavam. Confira.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts em todas as plataformas de áudio.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    56 min
  • Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos com Eugênia Gonzaga
    Nesta edição do Brasil Latino o jornalista Marco Piva entrevista a procuradora Eugênia Gonzaga, ex-presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. Ela foi destituída do cargo após criticar comentários do presidente Jair Bolsonaro sobre o pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, preso pelo DOI-Codi em 1974 e declarado desaparecido. A Comissão Especial forneceu um atestado de óbito informando que ele morreu de forma violenta, “causada pelo Estado”.
    A procuradora fala sobre a importância da Comissão, compara as ações do governo brasileiro com as de outros países latino-americanos que também passaram por ditaduras militares e investigaram os crimes cometidos por estes. No Brasil, através da Lei de Anistia, houve um certo silenciamento sobre o tema e muitos personagens envolvidos em crimes no período seguem sem julgamento até hoje, enquanto em outros países, como a Argentina, participantes do regime militar foram investigados e julgados por suas ações. Ela também conta sobre a repercussão da fala do presidente e as diferenças entre a maneira como ele lida com o tema e como seus antecessores lidavam. Confira.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts em todas as plataformas de áudio.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    56 min
  • Haiti com Everaldo Oliveira
    Nesta edição do Brasil Latino, o jornalista Marco Piva entrevista o professor de História Contemporânea da USP, Everaldo de Oliveira Andrade. O tema foi o seu recente livro, "Haiti, dois século de História" .
    O livro escrito pelo historiador Everaldo de Oliveira Andrade reúne detalhadas informações, dados e documentos que oferecem uma visão ampla e profunda do longo processo histórico de independência do povo haitiano, desde 1804 até os primeiros anos do nosso século XXI. Os laços do presente com o passado são reatados: uma rebelião dos escravos negros da colônia francesa que conquista ao mesmo tempo, feito inédito e de alcance universal, sua liberdade e sua independência. E sabemos hoje do apoio concreto fornecido pelo jovem país em formação ao libertador das Américas Simón Bolívar, como também do terror que o “haitianismo” despertava nos senhores de escravos do Brasil. Isso fez do Haiti um experimento original de liberdade não-eurocêntrica e ao mesmo tempo com profundas raízes africanas e negras e, talvez por isso, praticamente silenciado da memória dos povos, impedidos de conhecer sua História. A nação haitiana sobreviveu soberanamente por mais de cem anos sem novas invasões e chegou ao século XX independente. Quando em 1915 os EUA invadiram o país, o povo haitiano ergueu-se novamente como nação para resistir como podia ao gigante do norte. Movimentos de alcance mundial como o Panafricanismo e a Negritude se projetaram desde o Haiti nesse momento como formas de resistência do povo haitiano. As sementes desagregadoras deixadas pela invasão estadunidense infelizmente germinavam em sua expressão mais conhecida e brutal durante a ditadura de François Duvalier (o Papadoc). O país se transformou em campo aberto de pilhagem externa e corrupção da cúpula dirigente. A ditadura ajudou a erigir uma imagem de barbárie do Haiti. Mas o povo haitiano manteve em sua memória coletiva e em sua capacidade de ação os laços profundos com o seu passado de liberdade. O golpe e derrubada do presidente haitiano por tropas dos EUA em 2004, seguido de uma missão militar de ocupação criada pela ONU e liderada por generais do exército brasileiro, esteve longe de interromper a longa trajetória de resistência da história haitiana.
    55 min
  • Haiti com Everaldo Oliveira
    Nesta edição do Brasil Latino, o jornalista Marco Piva entrevista o professor de História Contemporânea da USP, Everaldo de Oliveira Andrade. O tema foi o seu recente livro, "Haiti, dois século de História" .
    O livro escrito pelo historiador Everaldo de Oliveira Andrade reúne detalhadas informações, dados e documentos que oferecem uma visão ampla e profunda do longo processo histórico de independência do povo haitiano, desde 1804 até os primeiros anos do nosso século XXI. Os laços do presente com o passado são reatados: uma rebelião dos escravos negros da colônia francesa que conquista ao mesmo tempo, feito inédito e de alcance universal, sua liberdade e sua independência. E sabemos hoje do apoio concreto fornecido pelo jovem país em formação ao libertador das Américas Simón Bolívar, como também do terror que o “haitianismo” despertava nos senhores de escravos do Brasil. Isso fez do Haiti um experimento original de liberdade não-eurocêntrica e ao mesmo tempo com profundas raízes africanas e negras e, talvez por isso, praticamente silenciado da memória dos povos, impedidos de conhecer sua História. A nação haitiana sobreviveu soberanamente por mais de cem anos sem novas invasões e chegou ao século XX independente. Quando em 1915 os EUA invadiram o país, o povo haitiano ergueu-se novamente como nação para resistir como podia ao gigante do norte. Movimentos de alcance mundial como o Panafricanismo e a Negritude se projetaram desde o Haiti nesse momento como formas de resistência do povo haitiano. As sementes desagregadoras deixadas pela invasão estadunidense infelizmente germinavam em sua expressão mais conhecida e brutal durante a ditadura de François Duvalier (o Papadoc). O país se transformou em campo aberto de pilhagem externa e corrupção da cúpula dirigente. A ditadura ajudou a erigir uma imagem de barbárie do Haiti. Mas o povo haitiano manteve em sua memória coletiva e em sua capacidade de ação os laços profundos com o seu passado de liberdade. O golpe e derrubada do presidente haitiano por tropas dos EUA em 2004, seguido de uma missão militar de ocupação criada pela ONU e liderada por generais do exército brasileiro, esteve longe de interromper a longa trajetória de resistência da história haitiana.
    55 min
  • Eleições na Argentina com Luiz Roberto Serrano e Marcello Rollemberg
    Nesta edição do Brasil Latino, o jornalista Marco Piva entrevista Luiz Roberto Serrano, superintendente de Comunicação Social da Universidade de São Paulo. O tema foi o resultado das eleições na Argentina, país que é objeto de estudo de Serrano. O editor de cultura do Jornal da USP, Marcelo Rollemberg, teve participação especial no programa.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts nos seguintes agregadores de áudio: www.soundcloud.com/brlatino, https://jornal.usp.br/series/brasil-latino/ , além de Spotify, iTunes e Deezer.
    Você também pode escrever para [email protected]. Esperamos a sua audiência!
    1 hr 1 min
  • Eleições na Argentina com Luiz Roberto Serrano e Marcello Rollemberg
    Nesta edição do Brasil Latino, o jornalista Marco Piva entrevista Luiz Roberto Serrano, superintendente de Comunicação Social da Universidade de São Paulo. O tema foi o resultado das eleições na Argentina, país que é objeto de estudo de Serrano. O editor de cultura do Jornal da USP, Marcelo Rollemberg, teve participação especial no programa.
    O Brasil Latino vai ao ar toda segunda-feira, às 17 horas, pela Rádio USP FM 93,7Mhz (São Paulo) e Rádio USP FM 107,9 (Ribeirão Preto). As edições do programa estão disponibilizadas em podcasts nos seguintes agregadores de áudio: www.soundcloud.com/brlatino, https://jornal.usp.br/series/brasil-latino/ , além de Spotify, iTunes e Deezer.
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    1 hr 1 min

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