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Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Marcela Trópia (Novo) disse que sua “reeleição está colocada como vereadora”, mas que ser prefeita de Belo Horizonte “seria um sonho”. Realmente, tive uma votação expressiva na cidade. Hoje, dos que ficaram na Câmara Municipal, eu sou a que mais teve voto na capital, mas acredito que preciso comer muito angu com farinha para ganhar mais casca mesmo, porque o Executivo não é brincadeira, né? Um mandato parlamentar é uma coisa. O Executivo exige muita vivência da cidade, muita responsabilidade”, diz. “Você se torna ordenador de despesa, gasta o dinheiro dos outros e eu acredito que eu preciso ainda de um tempo para maturar essa ideia no futuro, que é um sonho você poder ter a honra de ser prefeita da sua cidade natal, mas hoje meu nome está colocado para reeleição como vereadora pelo partido Novo”.
A deputada federal eleita Lohanna França (PV) foi a entrevistada do Café com Política desta quarta-feira (21 de outubro). Atualmente deputada estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), ela falou sobre as expectativas para o mandato na Câmara dos Deputados, a importância do diálogo entre parlamentares de diferentes espectros políticos e os desafios da fiscalização da mineração em Minas Gerais.
Durante a conversa, Lohanna destacou a importância de uma atuação parlamentar voltada à construção de acordos e à discussão de propostas, em vez de priorizar a produção de vídeos para as redes sociais. Ela também comentou experiências de seu mandato estadual e a articulação com deputados que têm posições políticas diferentes das suas.
A deputada ainda avaliou a eleição de Cleitinho ao governo de Minas Gerais, a força política de Divinópolis e o desempenho do PV nas eleições. Também analisou o resultado da disputa presidencial, os desafios da reeleição do governo Lula e a necessidade de construir alianças entre partidos de centro e de esquerda para as próximas disputas, incluindo as eleições municipais de 2028.
Sargento Rodrigues (PL) se coloca como candidato à presidência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e diz que a composição da Mesa Diretora da Casa deve refletir a nova configuração de forças no parlamento mineiro. Segundo ele, o PL, que tem 21 dos 77 parlamentares, teria um direito natural ao comando do Legislativo.
O parlamentar participou do Café com Política e descartou uma negociação com outras legendas que deixe o PL fora do comando da Casa. “Não há como uma sardinha engolir o tubarão”, afirmou.
Caminhando para seu oitavo mandato consecutivo na ALMG, Sargento Rodrigues aposta na experiência e nas alianças para colocar seu nome no páreo. Ele ainda falou da relação com o governador eleito Cleitinho Azevedo e aposta que com a nova gestão da Cidade Administrativa haverá espaço para ganhos salariais e recomposição das Forças de Segurança de Minas Gerais.
A presidente do PT em Minas Gerais, deputada estadual Leninha, detalhou, em entrevista ao Café com Política, as estratégias da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última semana antes do segundo turno das eleições presidenciais. Entre as ações, estão a regionalização da campanha, a busca ativa por eleitores que não votaram no primeiro turno e a tentativa de conquistar votos de quem escolheu outros candidatos. Leninha também falou sobre a necessidade de ampliar o diálogo com a juventude, reconheceu falhas na comunicação do partido sobre as ações do governo federal e defendeu a renovação do discurso da esquerda. A íntegra da entrevista está disponível no canal de O TEMPO no YouTube.
O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL), reeleito em 2026, acredita que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), seu irmão e próximo governador de Minas, não deverá encontrar grandes dificuldades para avançar com projetos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Eduardo acredita que a bancada do PL, a maior da Casa para a próxima legislatura, e os demais partidos de direita e de centro devem estar alinhados ao futuro chefe do Executivo mineiro. A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO.
“Ele tem tudo para que isso possa acontecer. Só dentro do PL, tendo esse bom relacionamento com o partido, são 21 parlamentares. Ainda existem os outros partidos também, mais de centro, de centro-direita, que vão estar alinhados com o Cleitinho. Então, eu creio que ele não vai ter dificuldade em fazer com que essas pautas tramitem dentro da Assembleia.”
As pautas em questão são bandeiras defendidas por Cleitinho durante a campanha para o governo de Minas, como redução da alíquota do IPVA no estado e enxugamento da máquina pública. Conforme Eduardo, essas serão suas prioridades também para o segundo mandato que terá na Assembleia a partir do ano que vem.
Em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no YouTube, a secretária nacional de Finanças do PT e eleita deputada federal, Gleide Andrade, disse que pretende levar para o Congresso pautas de cuidado com a pessoa idosa. “A gente fala muito da juventude, porque é muito importante a juventude e o futuro, mas a gente tem de cuidar muito da pessoa idosa”, afirmou. “Nós precisamos garantir aquelas casas que uns chamam de creche para idoso. Nós vamos ter de fortalecer as nossas LPs, que são as instituições de longa permanência, para a saúde da pessoa idosa”, completou.
Apesar de não ter sido eleita para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nas eleições de 3 de outubro, a vereadora de Belo Horizonte Fernanda Altoé (PL) diz que a candidatura presidencial de Romeu Zema pelo Novo ajudou a sigla a superar a cláusula de barreira e manter acesso a recursos do fundo partidário. Em Minas Gerais, o Novo manteve duas cadeiras na ALMG. Para ela, “o contexto político deixou bem claro que, muito embora as pesquisas apontassem que 67% da população do Brasil estivesse insatisfeita com a polarização, foi a polarização entre o PT e o PL, que nem foi entre direita e esquerda, foi entre dois partidos, que determinou a eleição em Minas Gerais, considerando que das 67 cadeiras na Assembleia, 40 ficaram entre esses dois partidos”, disse Altoé, em entrevista ao Café com Política.
O deputado estadual eleito e vereador de Belo Horizonte Pablo Almeida (PL) afirmou ao Café com Política, do canal de O TEMPO, que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) deverá orientar a atuação dos sete deputados estaduais eleitos em Minas Gerais com seu apoio direto. Pablo é um dos integrantes do grupo. Nikolas lançou nove candidatos a deputado estadual em Minas Gerais e conseguiu eleger sete. Pablo foi o mais votado entre os nomes apoiados e o único do grupo cuja base eleitoral é na capital mineira.
“Nós estaremos ali para somar, para fazer com que as pautas possam andar, para fazer com que o nosso estado possa de fato se desenvolver. E isso, obviamente, ele vai ter uma participação muito importante, sendo ali o nosso líder e direcionando os caminhos que a gente vai seguir aqui por Minas Gerais”, declarou Pablo
Ele também comentou sobre a primeira suplente do PL, Day Dias, que vai assumir a sua cadeira ns Câmara Municipal de Belo Horizonte em janeiro de 2027, disse que espera que ela não tenha “amarras” com a prefeitura, onde ela estava trabalhando até o início deste semestre, e defendeu a adoção de um “modelo americano” de escala de trabalho, ao ser questionado sobre a posição do partido em relação ao projeto pelo fim da escala 6x1, em discussão atualmente no Senado.
Eleita senadora por Minas Gerais nas eleições de 2026, Marília Campos participa do Café com Política para falar sobre a vitória nas urnas, sua trajetória política e os desafios que terá pela frente no Senado Federal. A conversa aborda também os próximos passos de sua atuação em Brasília.
A deputada federal eleita Bella Gonçalves (PT) quer discutir em sua chegada à Câmara em Brasília a criação de um pacto nacional contra LGBTfobia. Deputada estadual, Bella foi eleita para cadeira na Câmara Federal com 98.750 votos. A parlamentar foi entrevistada no Café com Política, que pode ser visto no canal de O TEMPO.
"Sou abertamente LGBT, a primeira mulher abertamente LGBT da Assembleia e, agora, talvez também a primeira abertamente lésbica do Congresso Nacional. Acho que a gente precisa de um pacto nacional contra a LGBTfobia, que passe por uma análise estruturante de como o assassinato e a violência contra pessoas LGBTs tem prejudicado a todos", avaliou.
Além da necessidade de respeito, Bella citou ainda estudo econômico que fala sobre perdas financeiras por causa do preconceito à comunidade LGBTQIA+. "O Brasil perde por ano R$ 2 bilhões de seu PIB (Produto Interno Bruto) por causa da discriminização, com subemprego e ausência de aproveitamento de uma força de trabalho", apontou.
A parlamentar pretende atuar também na área da saúde. "No SUS (Sistema Único de Saúde) quero ajudar a ampliar as políticas tanto ambulatoriais para a população trans e travesti, quanto também melhorar a política ambulatorial para outras pessoas LGBTs, em especial do direito de reprodução assistida para casais de homens e de mulheres", afirma. "Já temos um diálogo avançado com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU)", acrescentou.
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