“O avanço da variante delta na Europa e Ásia despertou preocupações sobre o crescimento da economia mundial. O forte fechamento da curva de juros nos países desenvolvidos potencializou o stop-loss das principais posições de reabertura da economia global. No Brasil, iniciamos o mês sendo afetados pelos eventos mencionados acima, que se acentuaram com o novo ruído político que ameaça o cumprimento da regra de teto de gastos, e pelo medo de uma ruptura institucional entre o executivo e o judiciário, dadas as disputas em torno do voto impresso, que causou apreensão nos investidores, e resultou na piora do comportamento dos ativos de risco no final do mês.Diante desses eventos, reduzimos o risco dos fundos para aguardar a definição sobre a nova ameaça ao teto de gastos. Continuamos com foco na bolsa, onde identificamos uma assimetria bastante atrativa na tese de reabertura e aceleração do crescimento doméstico.”