"Investir no setor de petróleo na Bolsa brasileira foi, por muitos anos, uma tarefa, no mínimo, ingrata. De um lado os fatídicos “cases” à lá OGX. Do outro a Petrobras, grande referência e, por sua dominância em diversos sub- setores da cadeia, peça determinante na evolução do setor como um todo dentro do país. Uma empresa pouco preocupada em retorno sobre o capital, desalinhada com acionistas minoritários, sem uma política transparente de precificação de seus produtos, tendo, por alguns períodos, balanço insustentável e, como se não bastasse, um enorme celeiro de corrupção[...]"