Nesta edição do CBN e a Política, a comentarista Letícia Gonçalves traz como destaque a notícia de que o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), barrou reajuste aos salários dos parlamentares da Câmara. "A coluna apostou que o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), optaria por não vetar nem sancionar o Projeto de Lei 62/2023, que reajusta os salários dos vereadores, a partir de 2025, de R$ 8,9 mil para R$ 17,6 mil. Isso seria coerente com o discurso frequente do chefe do Executivo, de não se intrometer em assuntos do Legislativo". Os parlamentares, em especial os aliados do prefeito, esperavam que fosse essa a decisão. O problema é que o silêncio de Pazolini configuraria sanção tácita, o famoso "quem cala consente". Politicamente, isso poderia ser usado contra ele. Afinal, o reajuste aprovado pelos vereadores no dia 2 de maio, com placar de 8 votos favoráveis e cinco contrários, é absolutamente impopular. Assim, quase no fim do prazo para se manifestar, o prefeito enviou à Câmara o veto à proposta.