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No quadro CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade desta quarta-feira (25), o comentarista Marco Bravo traz como destaque os assuntos que marcaram o ano nas áreas de clima e meio ambiente. Entre os destaques, o desmatamento da Amazônia e os extremos climáticos.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o assunto em destaque, com o comentarista Marco Bravo, é "economia circular". De forma geral, economia circular é entendido como o conceito estratégico que valoriza a redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia. Isso porque a extração de matérias-primas e o seu descarte na natureza de forma indiscriminada consiste em uma grande ameaça à sustentabilidade do planeta, uma vez que não permite que ecossistemas tenham o tempo necessário para se regenerar. Em muitos casos, os danos tornam-se irreversíveis, ameaçando a vida humana e de diversas espécies de seres vivos. O alerta é do Governo Federal. Ouça a conversa completa!
O ano de 2024 deve terminar como o mais quente já visto na Terra. A informação foi confirmada pelo centro europeu Copernicus na última segunda-feira (9). Você já sentiu que os dias estão cada vez mais quentes e os desastres naturais mais frequentes? Não é apenas impressão. Segundo o "Copernicus Climate Change Service", é "virtualmente certo" que 2024 será o ano mais quente já registrado. Pela primeira vez, a temperatura global deve ultrapassar a marca crítica de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais – um limite estabelecido pelo Acordo de Paris para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo, o destaque é o conceito da prática de "logística reversa" e os seus impactos nos ecossistemas. Você já se perguntou para onde vão as pilhas usadas, o vidro do para-brisa quebrado ou mesmo os remédios vencidos que descartamos? O conceito de logística reversa, regulamentado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), foi criado exatamente para responder a essa pergunta. Ele estabelece que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes são responsáveis por dar um destino ambientalmente correto a esses materiais. Mas será que estamos realmente avançando nesse caminho? O comentarista explica!
O impacto positivo que uma simples ação, como reciclar uma tampinha de garrafa, pode ter para a natureza. Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque a análise que, mais do que nunca, o lixo que descartamos está ganhando novos significados e funções. Na Grande Vitória, as prefeituras têm demonstrado que reciclar não é apenas uma obrigação ambiental, mas também uma oportunidade para gerar renda, preservar recursos naturais e promover o bem-estar social. Em Vila Velha, por exemplo, a Secretaria de Meio Ambiente anunciou, nessa semana, sobre um termo de cooperação técnica com o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (SindiplastES) para fortalecer a parceria com o programa “Tampinha do Bem”. A iniciativa promove a coleta de tampinhas plásticas, cuja reciclagem gera recursos destinados a projetos de bem-estar animal em Vila Velha.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque a notícia que, nos últimos anos, o mercado de carbono emergiu como uma das principais estratégias globais para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. O Brasil, com seu vasto potencial ambiental, está prestes a entrar de vez nesse cenário com um marco regulatório que promete transformar a forma como o país lida com suas emissões de gases de efeito estufa. Se você ainda não está familiarizado com o conceito de mercado de carbono, ou quer entender como as recentes decisões políticas impactam nossa realidade, o comentarista explica o que é e como funciona esse mercado.
Um alerta importante. O termo "lixo digital", que se refere aos e-mails, arquivos, aplicativos, cópias de fotos e vídeos desnecessários, que por vezes armazenamos em nossos computadores ou mesmo nos celulares, tem preocupado também ambientalistas. Isso porque o "lixo digital" aumenta a demanda por capacidade de armazenamento e processamento em data centers, por exemplo. Esses centros de dados consomem grandes quantidades de energia para manter servidores em funcionamento, além de precisarem de sistemas de refrigeração para evitar o superaquecimento. Além disso, a medida que o "lixo digital" cresce, há uma maior necessidade de expansão de servidores, redes e sistemas de armazenamento em nuvem. Este é o tema em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Susntentabilidade", com o comentarista Marco Bravo. Ouça a conversa completa!
Estimativas das Nações Unidas indicam que, em 2019, o desperdício de alimentos em residências, estabelecimentos varejistas e restaurantes de todo o mundo atingiu 931 milhões de toneladas. Segundo dados recentes do Sistema Nacional de Gestão de Resíduos, de 2022, a Coreia do Sul processa todos os anos cerca de 4,56 milhões de toneladas de restos de alimentos provenientes de residências, restaurantes e empresas menores. Deste volume, 4,44 milhões de toneladas são recicladas para outros usos. Isso significa que cerca de 97,5% dos resíduos de alimentos são reciclados. As informações são da "BBC Brasil". Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque essa e outras práticas ambientais, que podem ser consideradas bons exemplos para os ecossistemas. Ouça a conversa completa!
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