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Ainda trazendo como destaque os principais vetores que, com o aumento dos índices pluviométricos, acabam se proliferando, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade" o comentarista Marco Bravo traz como destaque as moscas e os mosquitos. "Não é tudo a mesma coisa e podemos diferenciar mosca de mosquito quanto, até mesmo, ao nicho ecológico (comportamento/alimentação e reprodução), as doenças mais frequentes transmitidas, tempo de vida e outros aspectos", aponta. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como alerta que, em especial, nos períodos de chuva a preocupação aumenta com a infestação de vetores – animais como pernilongos, pulgas, mosquitos e ratos – e que são responsáveis pela transmissão de doenças. O destaque de hoje é com relação aos roedores! No período chuvoso, as galerias pluviais e caixas de esgoto se enchem de água. Dessa forma, os ratos são expulsos e obrigados a buscar novos esconderijos para viverem e se alimentarem. E nessa hora que ocorrem as infestações desses animais pelos ambientes urbanos. Ouça a conversa completa!
A chuva que atinge o Espírito Santo desde o final de semana deixa pessoas fora de casa em várias cidades do estado. Desabamento de casas, alagamentos, deslizamento de terra e queda de barreiras são registrados em várias cidades. E vai um alerta importante: O descarte apropriado e acondicionamento correto do lixo podem diminuir o risco de enchentes. O ato de se jogar uma lata de refrigerante na rua, uma sacola plástica de supermercado ou uma bituca de cigarro contribui para o entupimento das bocas de lobo e galerias pluviais e dificulta o escoamento de água durante o período chuvoso. Tema para o comentarista Marco Bravo, nesta edição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”.a
"O preço das mudanças climáticas é pago pelos nossos pulmões". O alerta é da Organização Mundial de Saúde. De acordo com a entidade, mais de 90% da população mundial respira um ar que fica abaixo dos padrões de qualidade. Isso, por sua vez, está por trás de 7 milhões de mortes prematuras todos os anos. Este é tema em destaque na análise do comentarista Marco Bravo, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade".
Por que devemos manter um aumento da temperatura global abaixo de 1,5°C? Quais são as implicações disso para a nossa Floresta Amazônica e por que os cientistas do clima falam em "pontos de inflexão" se atingirmos graus mais elevados de aquecimento global? Enquanto o Brasil bate recorde sob recorde em termos de desmatamento e incêndios na maior floresta tropical do mundo, essas perguntas vêm cada vez mais se somando à lista de preocupações com o bioma amazônico. Tema para Marco Bravo, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade". Ouça a conversa completa!
Os últimos oito anos (2015-2022) se encaminham para ser os mais quentes já registrados na história, de acordo com relatório provisório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), órgão das Nações Unidas (ONU). O boletim sobre o estado do clima estima que a temperatura média global esteja 1,15°C acima dos níveis pré-industriais, em 2022. O relatório considera dados registrados até setembro deste ano, de serviços meteorológicos e hidrológicos nacionais e de instituições parceiras da ONU. O documento foi lançado no último domingo (6), quando ocorreu a cerimônia de abertura da Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-27), no Egito, na qual a emergência climática foi a tônica do discurso. Tema para Marco Bravo, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade".
Com mais de 30 milhões de toneladas de lixo tendo disposição final irregular, a meta de erradicação dos lixões, estabelecida pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que neste mês completa 12 anos, também não será cumprida neste ano. De acordo com o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana – ISLU 2022, a região Sul do país é a única com perspectiva de extinguir totalmente os lixões até 2030, em conformidade com a meta 11.6 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades decorrente da má gestão de resíduos. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 757 lixões a céu aberto foram fechados desde 2019 e há ainda 2.500 no Brasil. Nesse ritmo, o objetivo de zerar os lixões até 2024, como preconiza o Marco, não será cumprido. Tema para Marco Bravo, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade". Ouça a conversa completa!
O novo Relatório Planeta Vivo, produzido pela rede WWF, apontou que, entre 1970 e 2018, houve uma queda média de 69% nas 32 mil populações de espécies vertebradas monitoradas em todo o planeta. O maior declínio aconteceu na América Latina, de 94%, e no Brasil, o relatório identificou ameaças específicas a símbolos nacionais, como o boto cor-de-rosa da Amazônia. Em cima do levantamento, que relaciona a perda de biodiversidade com a degradação dos habitats naturais dos bichos e a intensificação das mudanças climáticas, a WWF-Brasil ainda destacou outras espécies ameaçadas no país: a onça, o tatu-bola, corais e lagartos da Caatinga. Este é o tema em destaque do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com Marco Bravo!
O indicativo de aumento ou redução da população é calculado com a inserção de dados populacionais em dois tempos diferentes na série histórica. Por exemplo, a população de botos cor-de-rosa na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (AM) diminuiu 65% entre 1994 e 2016. O relatório dedica atenção especial às espécies marinhas e de água doce, principalmente por causa do aquecimento dos oceanos. Um exemplo é a diminuição de 71% da ocorrência de raias e tubarões nos últimos 50 anos. Os corais, berçários para diversas espécies marinhas, são outros alvos de ameaça. Ouça a conversa completa!
Paris (França), Bogotá (Colômbia), Milão (Itália) e São Francisco (EUA) são exemplos de quatro cidades do mundo que se destacaram por algumas das inovações mais rápidas e arrojadas em favor dos pedestres durante a pandemia da covid-19. Elas estão preservando várias dessas iniciativas para incentivar seus moradores e visitantes a andarem pela cidade a pé. Tema para Marco Bravo nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade". O comentarista aborda também, em meio a esse cenário, a importância da implantação de ciclovias, do uso das bicicletas e dos desafios quando se trata do assunto mobilidade urbana.
O Dia da Natureza é celebrado anualmente em 04 de outubro. A criação desta data surge com a intenção de conscientizar a população quanto a preservação do meio ambiente e dos animais. Além disso, sua escolha é também uma forma de homenagear São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia e patrono dos animais. Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", Marco Bravo fala sobre o assunto.
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