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Pesquisadores do Grupo de Trabalho Agrotóxicos e Saúde, da Fiocruz, divulgaram um novo alerta sobre o impacto a ser causado na saúde dos brasileiros se o projeto de lei 6.299/2002, que tramita no Senado e flexibiliza as normas de adoção de pesticidas no país, for aprovado. O chamado “Pacote do Veneno” permitirá o registro de novos defensivos agrícolas e concentrará no Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa) a decisão sobre esses produtos, que hoje são avaliados também pela pasta do Meio Ambiente e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Vestígios de agrotóxicos podem estar presentes tanto em alimentos in natura quanto em produtos industrializados, já que não existe uma técnica capaz de remover 100% dos resíduos. Pode haver resquícios de pesticidas no tomate e no molho pronto; na fruta e no suco industrializado. Já foram identificados indícios em polpas, massas, salgadinhos, biscoitos, pães, ovos, leite, carnes e outros alimentos.
A população brasileira é responsável por produzir 11 milhões de toneladas de resíduos plásticos anualmente, segundo o Atlas do Plástico. Uma parcela considerável dessa quantidade vem delas - as "garrafinhas de água". O governo federal estima o consumo de cerca de 25 bilhões de litros de água engarrafada por ano, entre garrafinhas e garrafões. Mas beber água em garrafas de plásticos deve se tornar coisa do passado. O alumínio e o papelão estão na disputa para ser o material da "garrafa do futuro". Assunto para Marco Bravo, nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade. Acompanhe!
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marco Bravo traz um novo destaque envolvendo o tema abelhas – dessa vez envolve as melíponas. Um enxame representa perigo para muita gente. Centenas de abelhas protegem a rainha, os futuros filhotes e o precioso mel. Mas não há nenhum risco quando se trata de melíponas, espécies sem ferrão. O portal "G1" aponta, por exemplo, que o Brasil é o país com maior diversidade, com mais de trezentas espécies de abelhas sem ferrão. Ouça a análise completa!
Na última semana, um homem infartou e morreu após ser picado por um marimbondo no interior de Boa Vista, em Marataízes, no litoral Sul do Estado. Já nesta segunda-feira (17) um incêndio consumiu um depósito de papelão de Apiacá, no Sul do Espírito Santo, em um situação também relacionada ao animal. O incêndio, segundo relato do dono do local aos militares do Corpo de Bombeiros, começou após a tentativa de matar marimbondos com fogo. Diante desses episódios, Marco Bravo explica, nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, o que fazer, então, em caso de um ataque não apenas de marimbondo, mas também de abelhas. Ouça!
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marco Bravo fala sobre a classe dos aracnídeos, como aranhas. O comentarista explica as características desses animais, o seu papel na cadeia alimentar e os cuidados que devemos ao seu deparar com algum deles. "A maioria das aranhas não é venenosa, sendo importante para a teia e cadeia alimentar", explica. Ouça as explicações completas!
Fique atento! Após iniciar as explicações na última semana, nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marco Bravo fecha a série de orientações para caso você seja picado por uma cobra. O comentarista explica, agora, os tipos de dentição (presas inoculadoras de veneno) do réptil, os tipos de venenos e quais são os procedimentos de prevenção e primeiros socorros. Ouça as explicações completas!
Nos últimos dias chamou a atenção o caso de um banhista que aproveitava o domingo (26) de sol na Praia da Costa, em Vila Velha, quando foi picado por uma cobra enquanto se banhava no mar. Em entrevista para A Gazeta, o estudante Gabriel Brunelli Costa revelou como tudo aconteceu e por que resolveu pegar o animal na mão. Ele jogava bola com amigos quando a namorada saiu da água, avistou a serpente e começou a gritar.
"Quando cheguei próximo, muitas crianças estavam em volta e minha namorada queria salvar o animal. Tive medo da cobra machucar alguém ou mesmo que o animal morresse e acabei pegando. Assumi o risco", contou. Com o movimento do mar e a tentativa de pegar a serpente pela cabeça, o jovem acabou picado. O que fazer nesse tipo de situação? O comentarista Marco Bravo fala do incidente nessa edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade". Ouça a conversa completa!
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque a notícia que a Justiça Federal do Espírito Santo determinou que os municípios de Serra, Vila Velha, Vitória, Cariacica obriguem os cidadãos a ligarem suas casas à rede de esgoto disponível. Ao Estado foi determinado que fiscalize os serviços prestados pelas empresas concessionárias. Segundo a Justiça, "utilizando inclusive seu poder de polícia, para identificar imóveis que não possuem ligação com a rede de esgoto; notificar os proprietários ou titulares do imóveis, a Cesan ou a concessionária conveniada para a devida instalação da rede coletora de esgoto doméstico; que tomem medidas coercitivas cabíveis para a regularização e/ou implantação das ligações dos imóveis à rede pública coletora de esgoto, dentre outras ações", diz. Ouça a análise do comentarista Marco Bravo.
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marco Bravo fala sobre a incidência do popularmente conhecido "mosquitinho" de banheiro. Quem, durante o banho, já tentou se livrar desse inseto? O comentarista explica: "Esses mosquitos gostam, principalmente, dos ralos e são atraídos pelos odores existentes nesses espaços e lá buscam lugares para se alimentar e depositar os ovos. Mas não transmitem nada", pontua. Ouça a conversa completa!
A poluição sonora é um assunto que sempre tira o sossego de moradores de diversas cidades. Pensando nisso, nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marco Bravo alerta para os riscos desse tipo de poluição à nossa saúde e para a natureza. A Organização Mundial de Saúde (OMS), por exemplo, reconhece que barulho é um tema sério, pois a poluição sonora afeta diretamente a qualidade de vida de milhões de pessoas. Especialistas sinalizam que a partir dos 60 decibéis, o som já é suficiente para agredir o restante do organismo e também prejudicar o equilíbrio emocional.
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