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Nesta edição, o comentarista Marco Bravo analisa o preocupante recuo da faixa de areia na Curva da Jurema, em Vitória. Mesmo após a engorda realizada há cinco anos, que ampliou a praia em 40 metros, mais da metade desse ganho já foi "engolida" pelo mar, restando apenas 15 metros em alguns trechos.Bravo discute a complexidade da dinâmica costeira e como a elevação do nível do mar, somada a eventos climáticos extremos, desafia a eficácia dos aterros hidráulicos. O alerta é claro: intervenções isoladas não bastam; é preciso um plano contínuo de monitoramento e manutenção para preservar esse patrimônio ambiental e turístico da capital.Ouça a conversa completa!
Nesta edição, Marco Bravo analisa o desafio dos resíduos pós-Carnaval e destaca a iniciativa inovadora da Prefeitura de Maringá com o programa Maringá Lixo Zero. A cidade abriu chamamento para soluções tecnológicas que visam romper o modelo tradicional e adotar a economia circular, priorizando a reutilização e valorização de materiais em vez do descarte simples. Atualmente, Maringá envia 350 toneladas de lixo por dia para aterros, gerando um custo anual de R$ 18 milhões. A meta do projeto "Aterro Zero" é reduzir drasticamente esse volume e os gastos públicos, transformando o impacto ambiental em oportunidade econômica. O comentarista reforça que essa modernização na gestão de resíduos é um passo fundamental para a saúde pública e a sustentabilidade urbana a longo prazo. Ouça a conversa completa.
Nestaedição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”, ocomentarista Marco Bravo traz como destaque o alerta global sobre ocolapso dos recifes de coral, que já atinge 80% das colônias nomundo. No Espírito Santo, ambientes preciosos em Guarapari, Anchietae no arquipélago de Trindade sofrem com o branqueamento causado peloaquecimento das águas e pelo esgoto doméstico. Os corais são"berçários" que sustentam 25% da vida marinha e protegemnossas costas contra a erosão.
Amorte desses organismos, animais sensíveis às mudanças climáticase à poluição, compromete diretamente a pesca, o turismo e asegurança alimentar. Proteger o patrimônio subaquático capixabaexige a universalização do saneamento e o combate às emissões decarbono. Salvar os corais não é apenas uma pauta ambiental, mas umanecessidade econômica e de sobrevivência para as comunidadeslitorâneas. Ouça a conversa completa!
Nesta edição do “CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade”, o comentarista Marco Bravo traz como destaque que o saneamento básico é uma das políticas públicas mais essenciais para a saúde, o meio ambiente e a qualidade de vida da população e, ainda assim, segue negligenciado em muitas regiões do Brasil. No Espírito Santo, episódios recentes de lançamento de esgoto sem tratamento em áreas costeiras e urbanas, como Itaoca, Guarapari e Serra, escancaram um problema estrutural que precisa ser tratado com seriedade e prioridade.
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo o destaque são os escorpiões. Eles são artrópodes quelicerados, de hábito predominantemente noturno, com corpo dividido em cefalotórax e abdômen, quatro pares de pernas, pedipalpos em forma de pinças e um ferrão localizado no último segmento do abdômen (télson ou agulhão). Têm alta resistência à falta de alimento, metabolismo lento e grande capacidade de sobrevivência em ambientes adversos. O veneno é produzido por glândulas acopladas ao ferrão. Trata-se de um coquetel de toxinas com ação neurotóxica, cuja função principal é imobilizar presas e defesa contra predadores causando desde dor intensa até quadros sistêmicos graves, especialmente em crianças e idosos. Saiba como evitar e como se proteger dele!
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo, o assunto em destaque são os mosquitos. Os nomes das espécies são variados: muriçoca, maruim, pernilongo, borrachudo, mutuca, mosquito-pólvora, nitinga... O comentarista explica! "Hoje vamos abordar um tema que parece simples, mas é central para a saúde pública, o meio ambiente e as mudanças climáticas: os insetos que picam, incomodam e, em muitos casos, transmitem doenças e porque eles estão cada vez mais próximos de nós. No Brasil, muitos desses insetos recebem nomes diferentes, mas não são a mesma coisa", explica.
Nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade, com o comentarista Marco Bravo, o destaque é para mosquitos e moscas que fazem parte do cotidiano das cidades brasileiras e, embora muitas vezes sejam vistos apenas como incômodos, esses insetos representam um grave problema de saúde pública. Ambos estão diretamente associados à falta de saneamento, ao manejo inadequado de resíduos e a condições ambientais favoráveis à sua proliferação. Entender suas diferenças, semelhanças e hábitos é fundamental para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida da população.
Banhistas têm relatado a presença de grande quantidade de águas-vivas em praias do Espírito Santo durante o período de férias e de temperaturas mais altas. É sobre esse assunto que o comentarista Marco Bravo fala nesta edição do CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade. Ele explica que o aparecimento cada vez mais frequente de grandes quantidades de água-viva nas praias do Espírito Santo não é um fenômeno isolado nem aleatório. "Trata-se de um processo diretamente relacionado às mudanças climáticas, especialmente ao aquecimento das águas costeiras, que altera o ciclo de vida desses organismos e favorece explosões populacionais", explica.
Precisamos de árvores! O fenômeno da "onda" de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês. O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos. O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade. Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo, diante desse cenário, traz a importância das árvores para as cidades.
Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo traz como destaque que as festas de fim de ano são marcadas por confraternizações, mesas fartas e muitas compras. Porém, esse período também concentra um dos maiores picos de geração de resíduos do ano. Restos de alimentos, embalagens plásticas, sacolas, papel, papelão, garrafas e descartáveis se acumulam rapidamente, pressionando a coleta pública, os aterros sanitários e o meio ambiente.Grande parte desse impacto vem do excesso: compras acima da necessidade, porções superdimensionadas e produtos de uso único. O resultado é desperdício de comida, aumento do lixo doméstico e maior emissão de gases de efeito estufa associados à produção, transporte e decomposição desses resíduos.
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