
Sign up to save your podcasts
Or


De advertência à cassação do alvará de funcionamento para o estabelecimento comercial que não cumprir as medidas anunciadas pelo governo de isolamento social. A partir da próxima segunda-feira (11), quem não respeitar as regras do isolamento social deve sofrer com intervenções e abordagens mais rigorosas.
Focadas principalmente na Grande Vitória, as ações fazem parte da chamada “fase dois” das fiscalizações, com o objetivo de ajudar a atingir 55% de taxa de isolamento, índice que foi considerado como o mínimo necessário pelo governado do Estado.
As forças de segurança, incluindo polícias militar e civil, guardas municipais, bombeiros e fiscais dos Procons também vão aumentar o número de abordagens a quem estiver nas ruas, segundo explicou em entrevista à CBN Vitória o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Coronel Alexandre Cerqueira.
Em meio à crise do coronavírus e o cenário de colapso que já existe em hospitais pelo país, associações médicas lançaram o "Protocolo de alocação de recursos em esgotamento durante a pandemia por Covid-19", com uma tabela de critérios que devem ser observados na tomada de decisão no tratamento dos pacientes. Chances, sobrevida e capacidade: como se escolhem pacientes na fila de UTI? Em entrevista nesta quinta-feira (07) à rádio CBN Vitória, a médica intensivista Lara Kretzer, que atua como coordenadora da força-tarefa montada pela AMIB (Associação de Medicina Intensiva Brasileira), ABRAMEDE (Associação Brasileira de Medicina de Emergência, SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia) e ANCP (Academia Nacional de Cuidados Paliativos), explica como funciona.
O termo "lockdown", usado para situações de paralisação total do deslocamento de pessoas, ganhou força nos últimos dias, após cidades brasileiras começarem a adotar a medida. A primeira região a anunciar o regime mais fechado de quarentena para conter o avanço do novo coronavírus foi o entorno da Grande São Luís, no Maranhão. Também no Nordeste a capital do Ceará, Fortaleza, adotará regras de isolamento social mais rígido a partir da próxima sexta-feira, dia 08. Nesta quarta-feira (06) o governo do Pará informou que também adotará a medida em dez cidades, incluindo a capital Belém.
Em entrevista nesta quarta-feira (06) à rádio CBN Vitória, Ricardo Gueiros, professor de Direito da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), explica o que prevê a medida mais restritiva. Em um boletim epidemiológico publicado no dia 6 de abril, o Ministério da Saúde definiu o lockdown como o “nível mais alto de segurança e que pode ser necessário em situação de grave ameaça ao sistema de saúde”. Durante este bloqueio total, todas as entradas e saídas da região, as fronteiras, são restringidas por agentes de segurança e somente trabalhadores essenciais têm a permissão de entrar ou sair da área isolada.
Ainda que alguns serviços essenciais estejam funcionando, como mercados, farmácias e postos de gasolina, as pessoas só devem sair de casa caso tenham grande necessidade (como o trabalho essencial), do contrário podem sofrer multas ou advertências de autoridades policiais, solicitando que retornem para casa.
Vila Velha vai instalar barreiras físicas nas praias da cidade para evitar a aglomeração de pessoas. A afirmação é do secretário de Defesa Social e Trânsito, Oberacy Emmerich Junior. A cidade atualmente é a décima do país em números de casos do novo coronavírus e a que mais reúne contaminados em todo o Espírito Santo.
Também foi criado o "Disk Aglomeração", que vai permitir ao cidadão, através do telefone 162, denunciar aglomerações na cidade. "Vamos fazer barreiras nas praias! Poderemos fazer exames, medir temperaturas e criar dificuldades pras pessoas usarem a praia", alertou o entrevistado.
Uma projeção realizada pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) sobre a propagação da Covid-19 no Espírito Santo aponta que se as medidas de isolamento social mais restritivas não tivessem sido adotadas nos municípios capixabas, o Estado chegaria na próxima semana, no dia 16 maio, com 9.200 casos da doença. As explicação sobre como são feitos estes modelos, que servem para a tomada de decisões sobre o enfrentamento ao novo coronavírus, são do diretor-presidente do IJSN, Pablo Lira, em entrevista nesta terça-feira (05) à rádio CBN Vitória. Com as medidas que estão sendo adotadas, explica Lira, os dados indicam que chegaremos na semana de 16 de maio com pouco cerca de 6 mil casos confirmados da Covid-19.
O agravamento da crise do novo coronavírus na Grande Vitória poderá levar a um "lockdown", como já foi decretado pela Justiça no Maranhão. O alerta foi feito nesta segunda-feira (04) pelo secretário de Estado do Governo, Tyago Hoffmann, em entrevista à CBN Vitória. Para Hoffmann, a medida faz parte de um modelo migratório, quando cidades atingem o risco extremo de contaminação pela Covid-19. Atualmente as cidades da Grande Vitória se encontram em risco alto de contaminação.
A alimentação durante esse período de isolamento social tem sido uma preocupação. Afinal, o sentimento de cansaço, angústia, medo e incertezas frente à pandemia do novo coronavírus e seus desdobramentos atingem a saúde mental de quem está isolado. Por outro lado, há também aqueles que acabam descontando isso na alimentação. Como equilibrar a saúde nutricional esse momento e evitar complicações e doenças? É sobre isso que a gente a médica endocrinologista Flávia Tessarolo, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional Regional Espírito Santo falou no CBN Vitória desta sexta-feira (01). Confira as explicações!
O médico cardiologista Henrique Bonaldi em entrevista à rádio CBN Vitória nesta quinta-feira (30) fez um importante alerta sobre a situação atual do novo coronavírus no Espírito Santo: "abrir o comércio na próxima semana pode ser uma catástrofe anunciada". Na sua análise, é fundamental que a população não insista em sair de casa e que o isolamento deve continuar a ser prioridade. Para o cardiologista, o momento agora é de se pensar em um bloqueio maior das atividades, o "lookdown". Bonaldi explica nesta entrevista o que o vírus provoca em nosso corpo até gerar, em alguns pacientes, um quadro de pneumonia avassaladora.
"Descumprimento do isolamento social preocupa no ES". O alerta é do Coronel Alexandre Cerqueira, Comandante do Corpo de Bombeiros, em entrevista ao CBN Vitória nesta quarta (29). "Quando a gente vê uma praia cheia no final de semana e pessoas não usando máscaras, é preocupante", alerta.
Em meio à pandemia do coronavírus dos 78 municípios do Espírito Santo, oito estão enquadrados no cenário de Risco Alto. São eles: Alfredo Chaves, Bom Jesus do Norte, Cariacica, Fundão, Serra, Viana, Vila Velha e Vitória, de acordo com a classificação do Mapa de Gestão de Risco. Essas são cidades que apresentam maior risco de contágio pela doença. Esses são os dados mais recentes e foram apresentados na reunião da Sala de Situação de Emergência em Saúde Pública, no último final de semana, no Palácio Anchieta. Na ocasião, Fundão e Bom Jesus do Norte também foram incluídas no grupo de municípios com Risco Alto.
Alfredo Chaves, na região Serrana, aparece em primeiro: tem o coeficiente de 111/100 mil habitantes. O coronel Alexandre Cerqueira explicou durante a entrevista como é calculo o mapa de risco.
Neste mesmo Mapa de Gestão de Risco, 14 cidades têm o Risco Moderado (Apiacá, Aracruz, Anchieta, Domingos Martins, Guarapari, Iconha, Ibiraçu, Marechal Floriano, Rio Novo do Sul, São José do Calçado, Santa Leopoldina, Santa Teresa, Vargem Alta, Venda Nova do Imigrante) e outros 56 seguem com o Risco Baixo.
Com a retomada das atividades econômicas no Espírito Santo a partir da próxima segunda-feira (04), com a reabertura do comércio em cidades onde o risco era considerado alto, um questionamento tomou conta do debate: se a medida não resultaria em um crescimento das ocorrências de Covid-19?
Para responder a esta e outras questões, a CBN Vitória convidou a Pós-Doutora em Epidemiologia e professora da Ufes, Ethel Maciel. A professora enfatizou em entrevista nesta terça-feira (28), que a pandemia provocada pelo novo coronavírus é apontada como a maior crise desde a Segunda Guerra Mundial.
Ethel Maciel destaca que mesmo com a reabertura da atividade econômica, a população não pode esquecer que todo lugar onde há aglomeração, permite o contato de pessoas. Um estudo realizado pela Ufes já indica que a abertura dos shoppings vai permitir a interação e isso preocupa. Segundo as estatísticas, se houver um incremento na interação em 10%, haverá proporcionalmente um crescimento de 40% das internações e de 90% das mortes. "Se não tiver algo essencial para comprar, continue em casa. Vamos ter que mudar nossos hábitos. Você vai comprar uma roupa pra ir onde?", indagou a epidemiologista. Confira a entrevista na íntegra.
From the publisher's feed

25 Listeners