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Você já pensou em cantar alguma poesia? É possível que você já tenha feito isso mesmo sem saber... Este é um convite para o POEMÚSICA, uma série de cinco episódios que fala de poetas e letristas. Que fala de música. E que fala de poesia como letra de música. E de letra de música como poesia. Eu conversei com artistas e poetas muito especiais para falar de nomes fundamentais da literatura brasileira: Manuel Bandeira, Antonio Cicero, Ferreira Gullar, Hilda Hilst, além de outros poetas.
A série [Poemúsica], do @chiadopodcast , tem o apoio do Edital Cultura Presente nas Redes, promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria Especial de Cultura e Economia Criativa.
Instagram e Facebook: @chiadopodcast
Dori Caymmi, com imensa honra, é o convidado que encerra a primeira temporada da série "Viva a bossa!", do Chiado Podcast, que chega ao nono episódio.
Dorival Tostes Caymmi é um sujeito apaixonado. Pela música, pelo país, pelo trabalho de seus parceiros. Generoso, gentil, dono de uma verve bem-humorada e de uma coleção de histórias tão inigualáveis quanto seus arranjos, tão inesquecíveis quanto o seu leque de canções. É impossível falar da música brasileira contemporânea sem a sua assinatura.
Um dos mais impressionantes músicos, compositores e arranjadores do país - e do mundo - é também um compositor de mão cheia. Obras como "O porto", "Alegre menina", "Saveiros", "O cantador", "Rio Amazonas", "Saudade de amar", "Fora de hora" e inúmeras outras integram uma precisa trajetória artística.
Não há como falar da história do violão brasileiro sem citar o seu nome. O ofício de arranjador, que começou a desenvolver naturalmente ainda jovem, reverbera agora no irretocável álbum "Nana Tom Vinicius", do qual também fez a direção musical, lançado esse mês por sua irmã Nana Caymmi, através do selo SESC.
Conversamos um pouquinho sobre tudo isso, sobre suas influências, seus parceiros, sua visão sobre o Brasil e seus anseios.
Dori Caymmi, imenso e vibrante, como sua voz.
[Esta conversa foi gravada remotamente, com as previsíveis (e recorrentes!) flutuações sonoras. Muito mais importante e urgente do que sair de casa é navegar pela música de Dori Caymmi.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
A "batida diferente" proposta pelas composições da bossa nova ganhou o mundo há pelo menos 60 anos. Em 1962, um concerto no Carnegie Hall, torna-se referência do estilo e coloca sob os holofotes internacionais uma turma de brilhantes jovens compositores que mudariam o rumo da música popular brasileira dali por diante. Roberto Menescal faz parte desse grupo. O artista, compositor, músico, arranjador, produtor sempre teve um olhar apurado sobre a sua geração e mantém os ouvidos atentos ao que se produz atualmente. Autor de temas seminais da bossa nova, como "O barquinho", "Você", "Rio", "A morte de um Deus de sal", "Nós e o mar", "Telefone", "Vagamente", que assina com seu parceiro mais constante, Ronaldo Bôscoli, Menescal conta histórias sobre a sua participação na história da música brasileira. Em um papo que deveria ser um livro, Roberto Menescal é, muito honrosamente, o convidado do oitavo episódio do Chiado Podcast. [Esta conversa foi gravada remotamente, com as previsíveis flutuações sonoras. Muito mais importante e urgente do que sair de casa é navegar pela música de Roberto Menescal.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
A profissão de DJ está incorporada ao seu nome e ela a realiza com intensa, indissociável e brilhante personalidade. Mas Zé Pedro ultrapassou, há muito, as picapes. Ele é, na realidade, um profissional híbrido e cheio de características que lustram o seu potente fazer artístico. Imenso conhecedor da música popular brasileira, colecionador raridades sonoras que lhe são oferecidas por diversos artistas, pesquisador, autor de livro e, há quase 10 anos, um empresário da cena musical contemporânea através do selo Joia Moderna. Seu abrigo sonoro contempla em relativamente pouco tempo, dezenas de álbuns. Integram o seu catálogo ícones como Fafá de Belém, Leny Andrade, Cida Moreira, Zezé Motta, Célia, Silvia Maria, Claudia, Vanusa, Amelinha, Claudia Telles, nomes incensados da nova safra como Alice Caymmi, Letrux, Marcia Castro, Zé Manoel, Cesar Lacerda, Nina Becker, Mãeana e tantos e tantos mais, sem falar nos tributos a Guilherme Arantes, Taiguara, Angela Ro Ro e Marina Lima, que reuniram um sem número de artistas. Se a chamada indústria da música, por um lado, dá sinal de baixar o giro, Zé Pedro não faz parte dessa turma. Ele é do tipo que acelera e vai sempre além. Mostra, com criatividade e paixão, como viabilizar a música neste digital Século XXI. [Em tempos de pandemia, este episódio foi gravado à distância, cada um em sua casa, com as previsíveis fragilidades técnicas. Muito mais importante que isso, sempre, é ouvir o que o DJ Zé Pedro tem a dizer, dançar com a sua trilha e ouvir os 47 discos que a Joia Moderna lançou até a junho de 2020, quando conversamos.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
A profissão de DJ está incorporada ao seu nome e ela a realiza com intensa, indissociável e brilhante personalidade. Mas Zé Pedro ultrapassou, há muito, as picapes. Ele é, na realidade, um profissional híbrido e cheio de características que lustram o seu potente fazer artístico. Imenso conhecedor da música popular brasileira, colecionador raridades sonoras que lhe são oferecidas por diversos artistas, pesquisador, autor de livro e, há quase 10 anos, um empresário da cena musical contemporânea através do selo Joia Moderna. Seu abrigo sonoro contempla em relativamente pouco tempo, dezenas de álbuns. Integram o seu catálogo ícones como Fafá de Belém, Leny Andrade, Cida Moreira, Zezé Motta, Célia, Silvia Maria, Claudia, Vanusa, Amelinha, Claudia Telles, nomes incensados da nova safra como Alice Caymmi, Letrux, Marcia Castro, Zé Manoel, Cesar Lacerda, Nina Becker, Mãeana e tantos e tantos mais, sem falar nos tributos a Guilherme Arantes, Taiguara, Angela Ro Ro e Marina Lima, que reuniram um sem número de artistas. Se a chamada indústria da música, por um lado, dá sinal de baixar o giro, Zé Pedro não faz parte dessa turma. Ele é do tipo que acelera e vai sempre além. Mostra, com criatividade e paixão, como viabilizar a música neste digital Século XXI. [Em tempos de pandemia, este trailer foi gravado à distância, cada um em sua casa, com as previsíveis fragilidades técnicas. Muito mais importante que isso, sempre, é ouvir o que o DJ Zé Pedro tem a dizer, dançar com a sua trilha e ouvir os discos da Joia Moderna.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
A música de Marcos Valle é tão desdobrável que associar a ela qualquer palavra seria uma temeridade. É muito pouco dizer que ele é autor de uma das mais significativas (e brilhantes) obras da história recente da música brasileira, afinal, ele se tornou cidadão do mundo desde que compôs "Samba de verão", aos 22 anos, deixando a sua precoce digital em um tema que já nasceu clássico, aqui e fora daqui. Não há estilo, métrica, caixa ou prateleira que comporte a sua capacidade de produzir sensações sonoras com grooves e suíngues que o levam para muito além da bossa nova, estilo com o qual é imediatamente associado, mais por uma pontuação geracional do que propriamente musical. Em um papo que deveria ser um livro, Marcos Valle é, muito honrosamente, o convidado do sexto episódio do Chiado Podcast. [Esta conversa foi gravada remotamente, com as previsíveis flutuações sonoras. Muito mais importante e urgente do que sair de casa é ouvir a música infinita de Marcos Valle.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
Patricia Palumbo é a convidada deste episódio. Jornalista, radialista (e tanto mais!) é nome à frente do "Vozes do Brasil", um programa de rádio que se desdobrou em livros, shows e documentário, transformou também a visibilidade da cena musical contemporânea, tão pulsante e diversa. Ela sempre jogou a favor da música brasileira, tem muito a dizer e, para a boa sorte de seus ouvintes, desde o início da quarentena, espalha poesia, música, sentimento, reflexão e esperança pelo podcast Peixe-voador. [Em tempos de pandemia, esse episódio foi gravado à distância, com previsíveis flutuações técnicas. Muito mais importante que isso, sempre, é ouvir e reverberar o que Patricia Palumbo tem a dizer.] | Facebook e Instagram: @chiadopodcast
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