Ciência USP - USP

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Ciência USP - USP episodes

  • Live Ciência USP #02 – Rede 5G: Tecnologia e Geopolítica
    A rede 5G vai permitir conexão quase instantânea e promete abrir caminho para aplicações que ainda engatinham, como internet das coisas, carro autônomo e cirurgias a distância. Enquanto aguardamos o leilão da rede, que já foi adiado algumas vezes no Brasil, Ciência USP apresenta ao público as possibilidades da tecnologia e os conflitos geopolíticos que ela envolve
    1 hr 9 min
  • Live Ciência USP #02 – Rede 5G: Tecnologia e Geopolítica
    A rede 5G vai permitir conexão quase instantânea e promete abrir caminho para aplicações que ainda engatinham, como internet das coisas, carro autônomo e cirurgias a distância. E o Brasil, que tem mais celular do que gente, com 225 milhões de aparelhos, é um mercado cobiçado para quem quer vender qualquer serviço de telecomunicação.
    A concessão da frequência 5G, porém, colocou o País no centro de uma disputa entre China e Estados Unidos que não é só comercial, mas também geopolítica.
    Enquanto aguardamos o leilão da rede 5G, que já foi adiado algumas vezes no Brasil, Ciência USP apresenta ao público as possibilidades dessa tecnologia e os conflitos que ela envolve.
    Convidados
    Filipe Figueiredo é graduado em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e criador do site e podcast Xadrez Verbal. Colaborou em diversos sites e atualmente é colunista de política internacional na Gazeta do Povo.
    Sergio Kofuji é físico e professor da Escola Politécnica (Poli) da USP, atuando principalmente em computação móvel, redes sem fio de alta velocidade, cidades inteligentes e sistemas ciber-físicos.
    Apresentação e produção: Luiza Caires
    Produção audiovisual: Kleison Paiva
    Edição de vídeo: Thales Figueiredo
    Edição de áudio: Guilherme Fiorentini
    1 hr 9 min
  • Live Ciência USP #01 – Kit covid: o que dizem as evidências
    Até hoje não há tratamento medicamentoso que comprovadamente previna ou cure a covid-19 – apenas medidas e medicações de suporte. Mesmo assim, uma parcela da comunidade médica defende o que chama de tratamento precoce. Ele envolve um “kit” contendo drogas sem comprovação científica de eficácia, como vitaminas, antibiótico e vermífugo, além de uma droga usada […]
    1 hr 13 min
  • Live Ciência USP #01 - Kit covid: o que dizem as evidências
    Até hoje não há tratamento medicamentoso que comprovadamente previna ou cure a covid-19 – apenas medidas e medicações de suporte. Mesmo assim, uma parcela da comunidade médica defende o que chama de tratamento precoce. Ele envolve um “kit” contendo drogas sem comprovação científica de eficácia, como vitaminas, antibiótico e vermífugo, além de uma droga usada contra a malária, a hidroxicloroquina, que já foi descartada para uso na covid-19 no mundo todo – com testes em milhares de pacientes mostrando que não traz melhora e pode causar efeitos colaterais sérios.
    Parte da população correu às farmácias atrás dos produtos, seja com receita médica, seja sem, se expondo aos riscos da automedicação. Além disso, o kit já foi distribuído por algumas Prefeituras, planos de saúde, e é defendido por membros do governo federal – o que é alvo de críticas entre cientistas.
    Nesta live, médicos e cientistas discutiram o que se sabe sobre as medicações incluídas no kit, os dilemas da prática médica durante a pandemia e as etapas da ciência que não podem ser puladas para trazer soluções para a saúde.
    Convidados
    Frederico Fernandes é doutor em Pneumologia e médico assistente no InCor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Também atua no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e preside a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).
    Izabella Pena é bióloga e pesquisadora no Whitehead Institute do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, nos Estados Unidos. Atualmente, faz parte da luta pela educação científica  por meio de divulgações em seu canal no YouTube e do trabalho na organização (Contracovid).
    Luis Claudio Correia é doutor e livre-docente em Cardiologia. É professor adjunto e diretor do Centro de Medicina Baseada em Evidências da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (Bahiana) e editor-chefe do Journal of Evidence Based Healthcare.
    Apresentação e produção: Luiza Caires
    Produção audiovisual: Kleison Paiva
    Edição de vídeo: Thales Figueiredo
    Edição de áudio: Guilherme Fiorentini
    1 hr 13 min
  • Ciência USP #28: A pandemia da ciência de dados
    A produção de dados hoje é algo sem precedentes. Por isso, entre o monitoramento da quarentena, as curvas epidemiológicas e a busca pela vacina, a história da pandemia que estamos enfrentando é também uma história sobre ciência de dados. Também neste episódio: evidências arqueológicas do México que mudam a história das Américas e um alerta para as mulheres grávidas durante a pandemia de covid-19
    25 min
  • Ciência USP #28: A pandemia da ciência de dados
    A produção de dados hoje é algo sem precedentes. Fazemos exames médicos por smartphones, nossos celulares mapeiam nossa localização de hora em hora, agências públicas compartilham grandes bancos de dados com universidades e empresas. Por isso, entre o monitoramento da quarentena, as curvas epidemiológicas e a busca pela vacina, a história da pandemia que estamos enfrentando é também uma história sobre dados. Será que dá para chamar a pandemia de covid-19 de pandemia da ciência de dados?
    Para responder a essa pergunta, conversamos com Helder Nakaya, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, e com André Carvalho, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Eles deram alguns exemplos da aplicação da ciência de dados no combate à covid-19, incluindo uma ferramenta que ajuda a identificar notícias falsas no WhatsApp.
    Também neste episódio, falamos sobre as novas evidências arqueológicas vindas do México que sugerem que o povoamento das Américas começou há pelo menos 30 mil anos, muito antes do que se imaginava. A arqueóloga Jennifer Watling, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, participou da análise do material das escavações e explicou ao Ciência USP a importância dos novos achados.
    E conversamos também com Mariane Menezes, obstetriz formada pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, sobre a saúde das gestantes em tempos de coronavírus. Mariane faz doutorado na Unesp e participou de uma pesquisa que apresenta um indicador preocupante: as mulheres brasileiras representam cerca de 80% das grávidas e puérperas mortas por covid-19 no mundo.
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Silvana Salles e Giovanna Stael
    Edição de som: Guilherme Fiorentini
    25 min
  • Ciência USP #27: Dentes que contam histórias
    Arqueólogos são cientistas que procuram pistas sobre o passado humano em restos materiais. Esses restos podem ser cerâmicas, ferramentas, monumentos, terraplanagens, sambaquis e até fósseis de plantas. Podem também ser esqueletos. Neste episódio de Ciência USP, conversamos com dois arqueólogos que estudam o passado a partir das informações que os esqueletos humanos guardam.
    André Strauss é professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Rodrigo Elias de Oliveira, além de arqueólogo, é dentista. Os dois fazem parte da equipe do Laboratório de Arqueologia e Antropologia Ambiental Evolutiva (LAAAE) da USP. Junto com pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), eles publicaram um artigo recente em uma revista especializada explicando o curioso caso de marcas de corrosão nos dentes de uma criança que viveu 1500 anos atrás.
    E no nosso boletim da covid-19, perguntamos ao professor Octávio Marques Pontes Neto, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, sobre os sintomas neurológicos que o coronavírus provoca.
    Apresentação: Silvana Salles, com participação de Tabita Said
    Produção: Gabriel Guerra, Silvana Salles e Tabita Said
    Edição de som: Guilherme Fiorentini
    29 min
  • Ciência USP #26: O que racismo tem a ver com violência policial?
    A morte de George Floyd chamou a atenção do mundo para a violência policial e a desigualdade racial que ela aprofunda. O Brasil não está livre desse problema. Conversamos com dois pesquisadores que estudam a relação entre o racismo e violência da polícia. Também neste episódio: em meio à pandemia, medir a febre é suficiente para evitar contaminações pelo coronavírus?
    31 min
  • Ciência USP #26: O que racismo tem a ver com violência policial?
    Quando você ouvir este Ciência USP, já terá completado um mês que George Floyd foi morto pela polícia de Mineápolis, nos Estados Unidos. Milhares de cidades americanas terão registrado protestos contra o racismo e a violência policial. Dezenas de países terão declarado apoio ao movimento Black Lives Matter e condenado a brutalidade da polícia americana.
    Infelizmente, a violência policial não está restrita ao Hemisfério Norte. No Brasil, há muitos casos semelhantes ao de George Floyd, em que a ação da polícia resulta na morte de uma pessoa negra, seja adulta ou criança. Foi assim com Guilherme, João Pedro, Ágatha e outros.
    Neste episódio conversamos com dois pesquisadores que estudam a relação entre racismo e violência policial:
    Paulo Cesar Ramos, sociólogo, doutorando da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP;
    Jacqueline Sinhoretto, também socióloga, professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
    E das notícias da pandemia veio um debate sobre a eficácia da medição de febre como ferramenta para prevenção da covid-19 em locais públicos. Falamos sobre o assunto com Eliseu Waldmann, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.
    Apresentação: Silvana Salles
    Produção: Giovanna Stael e Silvana Salles
    Edição de som: Guilherme Fiorentini
    31 min

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Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.