Ciência USP - USP

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  • Destaque do Ciência USP #40: Como cães utilizam diferentes tipos de vocalizações para se comunicar?
    Em um estudo publicado no periódico Applied Animal Behaviour Science, pesquisadores da Universidade de Aix Marselha, na França, em conjunto com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizaram um estudo sobre como os cães utilizam uma gama de sons diferentes para se comunicar com seus donos.
    Os milhares de anos da evolução da relação entre humanos e cães resultou em diversos tipos de comportamentos, incluindo aí diferentes formas de expressão usadas pelos animais para se comunicarem conosco. Pensando nisso, o estudo buscou compreender justamente uma das mais importantes formas de comunicação canina: o latido e suas variantes. O objetivo era mapear como cada vocalização é utilizada para um fim e em um contexto diferente.
    Para explicar como a pesquisa foi realizada e de que forma ela pode nos ajudar a entender melhor o comportamento canino, conversamos com a coautora do artigo, Carine Savalli, professora e coordenadora do Laboratório de Etologia Canina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e doutora pelo Instituto de Psicologia (IP) da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: André Leite, Angélica Peixoto, Lívia Pegoraro e Mariana Franco, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #39: Como um dos maiores répteis pré-históricos marinhos foi achado nos alpes suíços?
    Em um estudo publicado na revista Journal of Vertebrate Paleontology, um grupo de cientistas da Universidade de Bonn, na Alemanha, encontraram um dente que pode ter pertencido a um dos maiores exemplares de uma espécie de ictiossauro, um grande carnívoro marinho do período Triássico, que viveu há aproximadamente 205 milhões de anos.
    Os ictiossauros foram um dos maiores grupos de répteis marinhos que habitavam os oceanos durante a Era Mesozóica. Eles foram os primeiros a ocupar esse ambiente marinho no período Triássico. Até hoje, a grande maioria dos ictiossauros encontrados possuía, em média, 15m de comprimento. Entretanto, durante escavações recentes realizadas na formação geológica Kössen, nos Alpes Suíços, cientistas localizaram o fóssil de um dente, cujo dono poderia ter alcançado até 20m de comprimento. 
    Para explicar sobre como o fóssil de um animal pré-histórico marinho foi parar em uma notória região de montanhas, conversamos com o professor Bruno Gonçalves Augusta, doutor pelo Instituto de Biociências e pesquisador associado do Museu de Zoologia, ambos da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #38: Como a magnetrônica pode originar uma nova geração de computadores?
    Em um estudo publicado na revista Nature Communications, uma equipe de cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, demonstrou de que forma uma propriedade específica do magnetismo pode contribuir para o desenvolvimento de uma nova geração de computadores mais baratos e mais poderosos.
    Sabe-se que um dos grandes desafios para o desenvolvimento tecnológico atualmente envolve o superaquecimento dos componentes eletrônicos. A situação evidencia que o processo de miniaturização de microchips está próximo de atingir seu limite. Por isso, os cientistas buscam formas de solucionar esse problema e novos estudos sugerem que uma orientação magnética diferente pode, futuramente, resolvê-lo.
    Para explicar detalhes sobre essa diferente propriedade do magnetismo e de que maneira ela pode ser utilizada para evitar o superaquecimento de componentes, conversamos com a professora Adriana Tufaile, professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira e Gabriele Koga
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto, Mariana Franco e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #37: Como o Universo conseguiu seu campo magnético?
    Em um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, em conjunto com a Universidade de Princeton e a Universidade do Colorado, formularam uma nova hipótese sobre como o Universo desenvolveu e amplificou o seu próprio campo magnético.
    O campo magnético da Terra é um dos mais importantes componentes da nossa atmosfera. Ele não só nos protege da radiação solar como também é um dos responsáveis pela manutenção da vida no planeta. Uma das teorias que explicam como esse campo é gerado envolve a movimentação de ferro e níquel no núcleo quente da Terra. O movimento produz o fenômeno conhecido como “efeito dínamo”. Porém, esse efeito não é algo que existe somente no nosso planeta. Mesmo que em uma escala menor, o Universo também possui um.
    Para explicar a hipótese sobre como surgiu o campo magnético do Universo, conversamos com o professor Antônio Mário Magalhães, pesquisador do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #36: Como cientistas mapearam a maior comunidade do Brasil?
    Em um artigo publicado no periódico Environment and Planning B: Urban Analytics and City Science, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, buscou mapear, com escaneamentos tridimensionais, a maior comunidade do Brasil: a Rocinha.
    No projeto Favelas 4D, cientistas utilizaram uma tecnologia com detecção de luz e medida de distância para analisar a paisagem urbana e compreender a complexidade da arquitetura. Com dados mais precisos é possível realizar investimentos na infraestrutura local e planejar o escoamento de água e esgoto de acordo com as inclinações e altura das vielas, organizar o cabeamento de energia elétrica e melhorar o sistema de coleta de lixo e limpeza das vias. 
    Para explicar melhor como conseguir informações exatas em áreas de assentamentos informais e os principais desafios nesse processo, conversamos com o alumni da USP e pesquisador do Senseable City Lab Fabio Duarte.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Gabriele Koga
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
     
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #35: Por que os vikings deixaram a Groenlândia?
    Em um estudo publicado na revista Science Advances, pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, chegaram a uma nova teoria sobre os motivos que teriam levado os povos do norte, popularmente conhecidos como vikings, a se retirarem da ilha que ocuparam por mais de 400 anos, a Groenlândia.
    Por um longo tempo, acreditava-se que o abandono dos assentamentos nórdicos na ilha do Reino da Dinamarca se deu por um frio intenso envolvendo uma possível pequena era do gelo, tornando o local inviável para a moradia. Novas pesquisas, no entanto, revelam que o que levou esses povos a saírem da ilha pode ter sido a seca.
    Para explicar como os pesquisadores chegaram a essa nova teoria, conversamos com Sara Oderdenge, mestranda em História Social e membro do Laboratório de Estudos Medievais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    11 min
  • Destaque do Ciência USP #34: Como um novo tipo de transistor pode mudar o mundo da eletrônica?
    Em um artigo publicado na revista Physical Review Letters, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, conseguiram simular e desenvolver o primeiro transistor do tipo topológico acústico, que utiliza ondas sonoras ao invés de elétrons.
    Materiais do tipo topológico são considerados isolantes e conseguem transportar elétrons em sua superfície sem perda de energia ao longo do caminho. Os cientistas, então, desenvolveram um dispositivo mais eficiente, que une as características isolantes dos materiais topológicos, mas com um outro tipo de elemento para transportar energia: o som.
    Para explicar como foi o desenvolvimento do dispositivo e quais as suas aplicações para o futuro, conversamos com o físico Fernando Garcia, professor e pesquisador no Instituto de Física (IF) da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #33: Como solucionar um problema de xadrez com mais de 150 anos?
    Em um artigo publicado na The Harvard Gazette, o pesquisador e matemático Michael Simkin, do Centro de Aplicações e Ciências Matemáticas, chegou à resposta de um clássico problema de xadrez que já durava mais de 150 anos.
    O xadrez é um dos jogos mais antigos da história da humanidade, com aproximadamente 1.500 anos de existência. Atualmente, ele é um dos jogos de tabuleiro com maior número de adeptos do mundo e, graças às suas mecânicas de jogo, chama a atenção de muitos pesquisadores das áreas de matemática e computação. Com tantas possibilidades de partidas e posicionamentos de peças, muitas pessoas passaram a se dedicar para alcançar a resolução de problemas específicos; um dos principais é o chamado Problema das N Rainhas.
    Para explicar o que é esse problema e como Simkin chegou à solução, conversamos com o matemático Yoshiharu Kohayakawa, professor e pesquisador do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira e Gabriele Koga
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto, André Leite e Tabita Said, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #32: Como proteger a paisagem sonora dos oceanos diante das mudanças climáticas?
    Em um artigo publicado no periódico Earth’s Future, uma equipe internacional de pesquisadores apontou que as mudanças na salinidade, temperatura e pressão alteram o som do mar e possuem impactos ainda pouco conhecidos na ecologia marinha.
    No estudo, foi demonstrado que esses fatores compõem meios que podem ou não potencializar, facilitar e permitir que o som seja disperso de uma forma mais ou menos abrangente. Por isso, é preciso mapear como as alterações nas condições dos oceanos, causadas pelas mudanças climáticas, impactam a paisagem sonora local em vários aspectos.
    Para explicar melhor esses impactos e quais são as principais consequências para o planeta, conversamos com o professor do Instituto Oceanográfico (IO) da USP e coordenador da Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano, Alexander Turra.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Gabriele Koga
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #31: O que precisamos desvendar sobre o passado geológico da Antártica?
    Em um artigo publicado na revista Communications Earth & Environment, pesquisadores da Agência Espacial Europeia (ESA), juntamente com cientistas da British Antarctic Survey (BAS), conduziram um estudo na região leste do continente antártico, um dos lugares menos explorados da Terra.
    O grupo internacional de pesquisadores utilizou equipamentos para mensurar alterações nas assinaturas magnéticas e gravitacionais produzidas por diferentes rochas encobertas pela espessa camada de gelo. Os especialistas descobriram que uma grande área do leste antártico é formada por rochas muito mais jovens do que o previsto.
    Para explicar quais os impactos da descoberta e contar um pouco mais sobre a história da Antártica, conversamos com o geólogo André Pires Negrão, professor e pesquisador do Instituto de Geociências (IGc) da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto e André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min

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Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.