Ciência USP - USP

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Ciência USP - USP episodes

  • Destaque do Ciência USP #30: Como a vida pode estar escondida ao redor das estrelas anãs-M?
    Em um artigo publicado na revista The Astronomical Journal, uma equipe internacional de pesquisadores demonstrou que as maiores e melhores oportunidades de existência de vida podem ser encontradas em torno das estrelas menores e mais frias da redondeza: as anãs-M.
    No estudo, as estrelas foram analisadas com o satélite Tess, da Nasa, e os telescópios Gemini e Soar. Os especialistas afirmam que a pesquisa pode fornecer um ponto de partida para novas descobertas científicas na astronomia.
    Para explicar melhor a relação das estrelas anãs-M e a busca por mundos habitáveis fora do nosso sistema solar, conversamos com o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisador da Universidade de Harvard, José-Dias do Nascimento Jr., e com o líder do trabalho, o astrofísico Francys Anthony.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Gabriele Koga
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #29: O que aconteceu com a antiga civilização maia?
    Em um artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstraram que os maias tinham cerca de 500 plantas comestíveis disponíveis, muitas das quais são altamente resistentes à seca.
    Por muito tempo, a comunidade científica acreditava que uma das razões para o fim da civilização pré-colombiana teria tido como um de seus principais motores a escassez de alimentos, provocada por uma grande seca. Entretanto, atualmente, não só essa hipótese tem sido colocada em dúvida, como também é questionada a ideia de “colapso civilizatório”.
    Para explicar melhor as nuances por trás deste achado, conversamos com Eduardo Natalino, professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e um dos membros fundadores do Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    9 min
  • Destaque do Ciência USP #28: Quais as vantagens de enviar organismos vivos para o espaço?
    Em um artigo publicado na revista Acta Astronautica no começo deste ano, pesquisadores da Universidade de Santa Barbara, nos Estados Unidos, analisaram as principais dificuldades que envolvem a exploração do espaço, em especial, a exploração que vai além do nosso sistema solar.
    De acordo com os especialistas, o maior desafio para as viagens interestelares em escala humana é a enorme distância entre a Terra e as estrelas mais próximas. Apesar disso, os autores argumentam que é possível enviar diferentes formas de vida para ampliarmos os horizontes já conhecidos da exploração espacial. 
    Para explicar melhor como isso tudo seria possível, conversamos com Amâncio Santos Friaça, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. Além de astrofísico, ele é especialista em Cosmologia e Astrobiologia.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #27: O que as estradas nos contam sobre povos antigos?
    Em um artigo publicado na revista The Holocene em janeiro deste ano, pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental encontraram avenidas funerárias de um povoado do noroeste da Arábia. A estrutura foi construída na Idade do Bronze, um período entre anos 3000 e 1200, antes de Cristo.
    Na descoberta, o grupo de arqueólogos utilizou imagens de satélite, fotografias aéreas, pesquisas de campo e escavações numa área de 160 mil metros quadrados para localizar e analisar as avenidas funerárias.
    O trabalho mostrou que as populações residentes da Península Arábica 4.500 anos atrás eram mais conectadas social e economicamente entre si do que até então se imaginava.
    Para explicar melhor como essa pesquisa foi realizada, conversamos com Maria Cristina Nicolau Kormikiari Passos, professora do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Ela é uma das coordenadoras do Laboratório de Estudos sobre a Cidade Antiga e estuda o Mediterrâneo Antigo e a sociedade Fenícia.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Karina Tarasiuk
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Angélica Peixoto, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #26: Por que a coroa solar é mais quente que a superfície do Sol?
    Em um artigo publicado na revista Physical Review Letters em janeiro deste ano, pesquisadores do Helmholtz-Zentrum Dresden-Rossendorf, na Alemanha, apresentaram um modelo que explica um grande dilema, presente na astronomia desde a década de 1940, envolvendo o Sol.
    O trabalho procura entender por quais motivos a alta atmosfera do Sol, ou a coroa solar, é consideravelmente mais quente que a baixa atmosfera – algo que, fisicamente, parece improvável. A equipe confirmou experimentalmente a predição teórica das ondas de plasma, também chamadas de ondas de Alfvén, descobertas em 1942.
    Para explicar como essa pesquisa foi realizada, conversamos com Enos Picazzio, professor do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Karina Tarasiuk
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite, Angélica Peixoto e Malu Ferreira, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #25: Como o consumo de café influencia nosso coração?
    Em um artigo publicado na revista The American Journal of Clinical Nutrition em 2021, pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália conduziram um estudo com mais de 390 mil participantes com o objetivo de investigar se os sintomas cardiovasculares podem levar a alterações nos padrões habituais de consumo de café.
    No trabalho, o consumo habitual de café foi auto-relatado pelos participantes. Já a pressão arterial e a frequência cardíaca foram medidas no início do estudo.
    Para explicar melhor como essa pesquisa foi conduzida, nosso editor de som Guilherme Fiorentini, com a ajuda da Karina Tarasiuk, conversou com a professora Andreia Miranda, pesquisadora do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.
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    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Guilherme Fiorentini e Karina Tarasiuk
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto, Karina Tarasiuk, Malu Ferreira, André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    16 min
  • Destaque do Ciência USP #24: Como certas espécies de pássaros conseguem compor músicas?
    Em um artigo publicado no jornal acadêmico Frontiers in Psychology, pesquisadores de diversas áreas se juntaram para conduzir um estudo a respeito da complexa habilidade de aves como o Mimus polyglottos, também conhecido como cotovia-do-norte, que têm a capacidade de imitar o som de outros pássaros.
    Para explicar melhor como essa pesquisa foi realizada, conversamos com Thiago Vernaschi, ornitologista e doutor em Zoologia pelo Instituto de Biociências da USP. Ele é professor na Universidade Federal de Itajubá.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de som e Composição Musical: Angélica Peixoto, Karina Tarasiuk, Malu Ferreira, André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #23: Quanto tempo durou a primeira cultura humana?
    Em um artigo publicado na revista Scientific Reports em 2021, pesquisadores do Instituto Max Planck, na Alemanha, e da Universidade de Cheikh Anta Diop, no Senegal, descobriram que a primeira cultura humana pode ter durado 20 milênios a mais do que os estudos até o momento indicavam.
    Os registros de populações do período paleolítico na África geralmente estão marcados entre 300 mil e 30 mil anos atrás. Mas o novo estudo mostrou que a primeira cultura humana esteve presente até 11 mil anos atrás. 
    Para explicar como essa pesquisa foi realizada, conversamos com João Carlos Moreno de Sousa, pesquisador e pós-doutorando do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências (IB) da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Karina Tarasiuk e Mariana Marques
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Guilherme Calaça, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min
  • Destaque do Ciência USP #22: Qual é o análogo quântico da transição de fase da água?
    Em um artigo publicado na revista Nature no primeiro semestre deste ano, pesquisadores da USP, da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça) e da Universidade de Amsterdã (Holanda) descobriram um magnético quântico análogo ao ponto crítico da água.
    Neste estudo, cientistas analisaram o estado supercrítico da água, no qual as fases líquida e gasosa coexistem, e descobriram que essa condição é semelhante a um sistema quântico magnético. 
    Para explicar como essa descoberta foi feita, conversamos com Julio Larrea, professor do Instituto de Física (IF) da USP, e primeiro autor do artigo publicado.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Caio César Pereira e Karina Tarasiuk
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    14 min
  • Destaque do Ciência USP #21: Como mapear nosso genoma ajuda a contar a história humana?
    Em um artigo publicado na revista Nature no primeiro semestre deste ano, pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, revisaram um estudo de dez anos atrás que analisou o genoma humano antigo.
    O trabalho investigou fios de cabelo com mais de 4 mil anos de idade. Os fios estavam congelados e presos a um pente de osso de baleia, que foi encontrado nos anos 80 na Groenlândia, mas sua reconstrução genética só foi realizada a partir de 2010. Essa foi a primeira reconstrução de um genoma antigo. 
    Para explicar como essa pesquisa foi realizada, conversamos com Tábita Hünemeier, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP.
    Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou seu aplicativo de podcast favorito.
    Ficha técnica
    Reportagem e Narração: Karina Tarasiuk
    Produção: Denis Pacheco
    Edição de Som e Composição Musical: André Leite e Guilherme Calaça, com supervisão de Guilherme Fiorentini
    10 min

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Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.