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Eu sou Geórgia Junqueira, doutora em Físico-Química e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada".
Neste episódio converso com a empoderada química Juliana Fedoce. Além de professora e pesquisadora, ela é a idealizadora do Instituto Sua Ciência (ISC). Juliana nos conta sobre sua jornada e sobre como se descobriu feminista. Ela reforça a necessidade urgente de ações que apoiem as mulheres na ciência e as convida para construir coletivamente um fundo de financiamento.
Fundo Mulheres na Ciência- ISC
Formulário de intenção aqui:
https://bit.ly/3tU56QS
Juliana é mãe do Felipe de 5 anos. Bacharel e Licenciada em Química, Mestre em Química pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Doutora em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais, Pós-doutorado realizado em Massachusetts Institute of Technology e Pós-doutorado também no Departamento de Química da UFMG. Atualmente é Professora Associada I no Instituto de Física e Química da Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI.
Juliana é idealizadora do Instituto Sua Ciência, que tem como missão ser alternativa de fomento a cientistas brasileiros e disseminar conhecimento científico em linguagens acessíveis e meios adaptados a todos públicos.
Eu sou Geórgia Junqueira, doutora em Físico-Química e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada".
Neste episódio, exponho como a não consciência do feminismo afeta as mulheres e mães na trajetória acadêmica. Como seria a carreira científica da mulher sem a discriminação por gênero?
Referências bibliográficas:
1- Morcelle, V.; Junqueira, G. M. A.; Berbereia, K. S.; Ludwig, Z. M. C.; Bezerra, C. S.
Contando Nossas Histórias In: Ciência para a redução das desigualdades.1 ed.São Paulo: Editora Livraria
da Física, 2019, v.1, p. 69-82.
2- Santos, J. A., Lopes; M. D. Lopes Revista de Pesquisa Interdisciplinar, Cajazeiras, n. 2, suplementar, p. 58 – p. 69, set. de 2017.
3- Sandberg, S. Faça Acontecer, 2020, Editora Companhia das Letras.
Eu sou Geórgia Junqueira, doutora em Físico-Química e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada".
Neste episódio recebo a física empoderadíssima Márcia Barbosa. Conversamos sobre a importância de se discutir questões de gênero em todas as esferas da sociedade. Também falamos sobre o podcast "A saga de Carlota" cujo roteiro, é, em parte, baseado na sua trajetória acadêmica. Márcia quer mais vozes ao seu coro. Vamos nos juntar, Empoderadas e Empoderandas?
Márcia Cristina Bernardes Barbosa é professora titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Mundial de Ciências (TWAS). Na área de Física estuda principalmente a água e o uso das anomalias dessa molécula em processos físicos e biológicos, sendo que tais pesquisas lhe conferiram o prêmio Loreal-Unesco de Mulheres nas Ciências Físicas e o prêmio Cláudia em Ciência, ambos em 2013. Em paralelo, Márcia atua em questões de gênero pelo que ganhou a Medalha Nicholson da American Physical Society em 2009. Por sua atuação pela pós-graduação ganhou o Prêmio Anísio Teixeira da Capes em 2016 e por seu trabalho em prol da Ciência recebeu, em 2018 da presidência da república, a Medalha do Mérito Científico como comendadora. Atua como diretora da Academia Brasileira de Ciências.
Eu sou Geórgia Junqueira, doutora em Físico-Química e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada".
Neste episódio continuamos a conversa com as empoderadas Bárbara Almeida e Zélia Ludwig, sobre Trajetória Acadêmica Feminina. Discutimos situações que um homem nunca passaria no meio acadêmico, e nem na vida.
Bárbara Almeida é mestre e doutora em química Inorgânica, professora de Química na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Desenvolve estudos sobre a fotografia e os processos fotográficos experimentais como ferramentas de ensino de Química, coordena projetos de divulgação cientifica. Como resultado de seus trabalhos participou de exposições com trabalhos artísticos principalmente com a temática "mulher".
Zélia Ludwig é professora de Física do Instituto de Ciências Exatas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Atua no desenvolvimento de materiais vítreos, no crescimento de cristais e na caracterização de alimentos para controle de qualidade. A pesquisadora encabeça projetos que visam a inserção e a permanência de mulheres na Ciência e é membra ativa do movimento Parent In Science.
Referências bibliográficas:
1- Morcelle, V.; Junqueira, G. M. A.; Berbereia, K. S.; Ludwig, Z. M. C.; Bezerra, C. S.
Contando Nossas Histórias In: Ciência para a redução das desigualdades.1 ed.São Paulo: Editora Livraria
da Física, 2019, v.1, p. 69-82.
2- Ludwig, V.; Ludwig, Z. M. C.; Junqueira, G. M. A.
Uso de Softwares de Visualização no Ensino: Uma Proposta Para Atrair Meninas Para Carreiras
Científicas In: Ciência para a redução das desigualdades.1 ed.São Paulo: Editora Livraria da Física, 2019,
v.1, p. 45-68.
3- Silva, F. Ferreira; Ribeiro, P. R. C. Ciênc. Educ. , Bauru, v. 20, n. 2, p. 449-466, 2014
4- Santos, J. A., Lopes; M. D. Lopes Revista de Pesquisa Interdisciplinar, Cajazeiras, n. 2, suplementar, p. 58 – p. 69, set. de 2017.
5- Sandberg, S. Faça Acontecer, 2020, Editora Companhia das Letras.
Eu sou Geórgia Junqueira, doutora em Físico-Química e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada".
Neste episódio, converso com duas mulheres maravilhosas: A Bárbara Almeida e a Zélia Ludwig. O tema é "Trajetória Acadêmica: Questões Exclusivamente Femininas". Discutimos situações que só as mulheres passam no meio acadêmico, e como esses eventos podem influenciar na carreira delas.
Bárbara Almeida é mestre e doutora em química Inorgânica, professora de Química na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Desenvolve estudos sobre a fotografia e os processos fotográficos experimentais como ferramentas de ensino de Química, coordena projetos de divulgação cientifica. Como resultado de seus trabalhos participou de exposições com trabalhos artísticos principalmente com a temática "mulher".
Zélia Ludwig é professora de Física do Instituto de Ciências Exatas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Atua no desenvolvimento de materiais vítreos, no crescimento de cristais e na caracterização de alimentos para controle de qualidade. A pesquisadora encabeça projetos que visam a inserção e a permanência de mulheres na Ciência e é membra ativa do movimento Parent In Science.
Referências bibliográficas:
1- Morcelle, V.; Junqueira, G. M. A.; Berbereia, K. S.; Ludwig, Z. M. C.; Bezerra, C. S.
Contando Nossas Histórias In: Ciência para a redução das desigualdades.1 ed.São Paulo: Editora Livraria
da Física, 2019, v.1, p. 69-82.
2- Ludwig, V.; Ludwig, Z. M. C.; Junqueira, G. M. A.
Uso de Softwares de Visualização no Ensino: Uma Proposta Para Atrair Meninas Para Carreiras
Científicas In: Ciência para a redução das desigualdades.1 ed.São Paulo: Editora Livraria da Física, 2019,
v.1, p. 45-68.
3- Silva, F. Ferreira; Ribeiro, P. R. C. Ciênc. Educ. , Bauru, v. 20, n. 2, p. 449-466, 2014
4- Santos, J. A., Lopes; M. D. Lopes Revista de Pesquisa Interdisciplinar, Cajazeiras, n. 2, suplementar, p. 58 – p. 69, set. de 2017.
5- Sandberg, S. Faça Acontecer, 2020, Editora Companhia das Letras.
Eu sou Geórgia Junqueira, mineira, doutora em Físico-Química pela Universidade Federal de Minas Gerais e idealizadora do projeto "Cientista Empoderada". Tenho 51 anos e sou mãe coruja de quatro filhos. Minhas linhas de pesquisa se baseiam em Química Computacional e em Questões de Gênero. Meus hobbies são literatura brasileira e russa, natação e ballet.
Nessa série de episódios, vamos elencar sobre a Ciência como forma de Empoderamento Feminino.
Dedico este podcast aos meus filhos que sempre me elevam, me inspiram e me motivam a tornar o mundo mais feminino.
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