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Filmado em Belo Horizonte, "Nosso Segredo" acompanha uma família negra que tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos atravessam esse processo.
O elenco reúne Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert e Juan Queiroz. No Festival de Gramado, "Nosso Segredo ganhou os Kikitos de Melhor Filme, Melhor Fotografia, para Wilssa Esser, e Melhor Direção de Arte, para Lucas Osório. O filme também foi selecionado para o Festival de Berlim, onde fez sua pré-estreia mundial na mostra Perspectives.
Escute o podcast com a crítica de "Nosso Segredo" por Renato Silveira e Kel Gomes.
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NOSSO SEGREDO (2026, Brasil)
Direção: Grace Passô
Roteiro: Grace Passô
Produção: Ricardo Alves Jr.
Elenco: Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert, Gláucia Vandeveld, Juan Queiroz
Fotografia: Wilssa Esser
Montagem: Gabriel Martins, Eva Randolph
Música: Amaro Freitas
Duração: 1h 43min
Distribuição: Vitrine Filmes
Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee.
Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta.
Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo”
00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização do filme
00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee
00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme
00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas
01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix
- Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio
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Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção?
Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro.
Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta?
Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos]
Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal.
Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história.
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O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema.
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Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.
O filme tem direção de Gary Goddard e no elenco principal estão Dolph Lundgren (He-Man), Frank Langella (Esqueleto), Meg Foster (Maligna), Jon Cypher (Mentor), Billy Barty (Gwildor) e uma novata Courteney Cox.
Empunhe a sua espada mágica e aperte o play para revisitar "Mestres do Universo" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.
Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:06:45 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?
00:12:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades
00:33:04 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais
00:47:16 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas
00:53:56 - Comentários sobre o filme de 2026
01:08:07 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia
01:16:35 - Música de Encerramento
- Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio
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Em "Mestres do Universo" -- filme escrito por David Odell, baseado nos personagens criados por Roger Sweet e lançados pela Mattel --, He-Man e seus amigos Mentor e Teela fogem para a Terra após serem derrotados por Esqueleto e sua horda. Acompanhados do astuto Gwildor, os heróis recebem a ajuda de dois jovens terráqueos para usar a poderosa Chave Cósmica e evitar que as forças do mal dominem Eternia para sempre.
No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mestres do Universo" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção.
O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.
O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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Este episódio contém trechos meramente ilustrativos do tema principal de "Mestres do Universo", composição de Bill Conti, e da música "He-Man", gravação do Trem da Alegria, composição de Michael Sullivan e Paulo Massadas. Todos os direitos reservados aos artistas.
No longa, selecionado para competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, nós acompanhamos o cineasta Raúl (Leonardo Sbaraglia) que, em meio a um bloqueio criativo, usa os dramas reais de pessoas próximas para escrever um roteiro autoficcional. A obra ganha vida em 2004 através de seu alter ego, a publicitária Elsa (Bárbara Lennie), uma mulher marcada por tragédias pessoais.
Alternando entre a Madrid do passado e o verão de 2026 nas Ilhas Canárias, "Natal Amargo" usa a metalinguagem para conectar as linhas temporais em uma narrativa que nos envolve nas perdas e paixões, memórias e inspirações de seus personagens, distanciando-se completamente de um conto natalino tradicional.
Almodóvar assina o roteiro e a direção de "Natal Amargo", uma produção da El Deseo com distribuição da Warner Bros.
Escute ou veja o podcast com a crítica de "Natal Amargo" por Renato Silveira e Kel Gomes, com participação de Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.
NATAL AMARGO (Amarga Navidad, 2026, Espanha)
Direção: Pedro Almodóvar
Roteiro: Pedro Almodóvar
Produção: Agustín Almodóvar
Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón, Victoria Luengo, Patrick Criado, Milena Smit, Quim Gutiérrez, Rossy de Palma
Fotografia: Pau Esteve Birba
Montagem: Teresa Font
Música: Alberto Iglesias
Duração: 1h 52min
Distribuição: Warner Bros.
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Dirigido pelo novato Kane Parsons, mais jovem cineasta contratado pela produtora A24, o filme traz Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão", "Coisas Belas e Sujas") no papel de Clark, um arquiteto que passa por uma crise pessoal após o fim do casamento e a frustração com a carreira profissional.
Vivendo como vendedor de móveis, ele descobre acidentamente uma passagem para uma dimensão paralela em sua loja e adentra um mundo de imensas salas e corredores labirínticos que guardam perigos imprevisíveis.
Intrigada com a história de Clark, a psicológa Mary, vivida por Renate Einsve ("Valor Sentimental", "A Pior Pessoa do Mundo"), tenta ajudá-lo, mas no caminho também se lança ao risco de se perder.
Situado nos anos 90, "Backrooms" se apropria de códigos do cinema de horror e estéticas surrealistas, que passam por Lewis Carroll, Escher e David Lynch, para criar uma noção de nostalgia distorcida na qual objetos, lugares e imagens de conforto se convertem em formas ameaçadoras e inóspitas.
Veja ou escute a crítica de "Backrooms" por Renato Silveira e Kel Gomes.
BACKROOMS: UM NÃO-LUGAR (Backrooms, 2026, EUA)
Direção: Kane Parsons
Roteiro: Will Soodik (baseado na web série criada por Kane Parsons)
Produção: James Wan, Shawn Levy, Osgood Perkins
Elenco: Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell
Fotografia: Jeremy Cox
Montagem: Greg Ng
Música: Edo Van Breemen, Kane Parsons
Duração: 1h 40min
Distribuição: A24, Imagem Filmes
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Dirigido por Jon Favreau, criador da série, o longa-metragem traz o caçador de recompensas Din Djarin percorrendo a galáxia atrás de ex-líderes militares do Império. No caminho, ele e Grogu recebem uma missão do clã Hutt para resgatar Rotta, filho do falecido Jabba.
Grogu continua roubando a cena, mas o enredo do filme não engata e frustra quem espera saber mais sobre os personagens e ver a trajetória deles avançar dentro da franquia "Star Wars".
Veja ou escute a crítica por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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O MANDALORIANO E GROGU (The Mandalorian and Grogu, 2026, EUA)
Direção: Jon Favreau
Roteiro: Jon Favreau, Dave Filoni, Noah Kloor
Produção: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce
Elenco: Pedro Pascal, Jeremy Allen White, Brendan Wayne, Lateef Crowder, Jonny Coyne, Martin Scorsese, Sigourney Weaver
Fotografia: David Klein
Montagem: Rachel Goodlett Katz, Dylan Firshein
Música: Ludwig Göransson
Duração: 2h 12min
Distribuição: Disney
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O filme tem direção de Paul W.S. Anderson (que mais tarde também levaria "Resident Evil" para a telona) e no elenco principal estão Robin Shou (Liu Kang), Cary-Hiroyuki Tagawa (Shang-Tsung), Christopher Lambert (Rayden), Bridgette Wilson (Sonya Blade), Linden Ashby (Johnny Cage) e Talisa Soto (Kitana).
Prepare o seu Fatality e aperte o play para revisitar "Mortal Kombat" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.
Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:
00:00:00 - Introdução
00:01:23 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?
00:22:02 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades
00:44:12 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais
01:03:53 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas
01:14:59 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia
01:38:17 - Música de Encerramento
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Em "Mortal Kombat", três relutantes lutadores -- Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage -- são enviados para uma ilha remota onde enfrentarão adversários perigosos em um torneio no qual o destino da Terra está em jogo. Com a ajuda do poderoso Lord Rayden, eles terão que passar por combates mortais até chegarem ao confronto final contra o temido feiticeiro Shang-Tsung.
Lançado quando os jogos de "Mortal Kombat" já eram uma febre mundial, o filme fez sucesso de bilheteria, mas foi alvo de críticas por retirar quase que integralmente a violência extrema e o sangue que fizeram a fama do game e o tornaram o principal concorrente de "Street Fighter" nos fliperamas. O longa teve uma continuação, "Mortal Kombat - A Aniquilação" (1997), e mais tarde a franquia ganhou séries de TV e um reboot no cinema, em 2021.
No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mortal Kombat" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção.
O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.
O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Techno Syndrome (Mortal Kombat)" (1995), de The Immortals, e "Breathe" (1996), de The Prodigy. Todos os direitos reservados aos artistas.
O filme traz o retorno do elenco original, com Anne Hathaway, Meryl Strepp, Emily Blunt e Stanley Tucci. A direção e o roteiro são novamente assinados por David Frankel e Aline Brosh McKenna, respectivamente.
Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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Na tela, Michael Jackson é interpretado pelo próprio sobrinho, Jaafar Jackson, que faz sua estreia como ator. O filme acompanha a trajetória de Michael do sucesso com os irmãos no grupo Jackson 5 até o estrelato da carreira solo, marcada por muita pressão da sua vida pessoal e da grande mídia.
Também estrelando Nia Long e Colman Domingo, “Michael” tem direção de Antoine Fuqua, de filmes como "Dia de Treinamento" e "O Protetor". O roteiro foi escrito por John Logan, indicado ao Oscar por "Gladiador", "O Aviador" e "A Invenção de Hugo Cabret".
Crítica do filme "Michael" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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O longa, escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”, parte de uma situação aparentemente simples: um casal prestes a se casar vê tudo estremecer depois que a noiva revela um segredo do passado. Emma, vivida por Zendaya, e Charlie, interpretado por Robert Pattinson, são aquele casal que, à primeira vista, parece perfeito. Mas o filme vai desmontando essa imagem aos poucos.
Crítica do filme "O Drama" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.
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