Cinematório

Cinematório

By Renato Silveira e Kel GomesTV & FilmFilm ReviewsFilm History
Download on the App Store

Cinematório episodes

  • Impressão Crítica: “Nosso Segredo” e o peso do que escondemos no sótão
    Em seu primeiro longa-metragem de ficção, Grace Passô se reafirma como uma das vozes mais potentes da criação artística brasileira contemporânea.

    Filmado em Belo Horizonte, "Nosso Segredo" acompanha uma família negra que tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos atravessam esse processo.

    O elenco reúne Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert e Juan Queiroz. No Festival de Gramado, "Nosso Segredo ganhou os Kikitos de Melhor Filme, Melhor Fotografia, para Wilssa Esser, e Melhor Direção de Arte, para Lucas Osório. O filme também foi selecionado para o Festival de Berlim, onde fez sua pré-estreia mundial na mostra Perspectives.

    Escute o podcast com a crítica de "Nosso Segredo" por Renato Silveira e Kel Gomes.

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]

    NOSSO SEGREDO (2026, Brasil)

    Direção: Grace Passô

    Roteiro: Grace Passô

    Produção: Ricardo Alves Jr.

    Elenco: Robert Frank, Ju Colombo, Efraim Santos, Jéssica Gaspar, Flip, Marisa Revert, Gláucia Vandeveld, Juan Queiroz

    Fotografia: Wilssa Esser

    Montagem: Gabriel Martins, Eva Randolph

    Música: Amaro Freitas

    Duração: 1h 43min

    Distribuição: Vitrine Filmes

     

    30 min
  • Em Foco: “Ela Quer Tudo“ (1986), de Spike Lee
    Nesta edição do podcast Em Foco, nós analisamos "Ela Quer Tudo" (She's Gotta Have It, 1986), primeiro longa-metragem de Spike Lee ("Faça a Coisa Certa", "Infiltrado na Klan"). Este episódio especial celebra os 40 anos de lançamento do filme e traz uma entrevista exclusiva com o próprio Spike Lee.

    Selecionado para a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes e premiado no Independent Spirit Awards, "Ela Quer Tudo" tem como protagonista Nola Darling, uma artista independente do Brooklyn, em Nova York, que se mantém fiel a si mesma e recusa as regras tradicionais da sociedade ao se relacionar com três homens ao mesmo tempo. Ela é interpretada por Tracy Camilla Johns e seus namorados são vividos por Tommy Redmond Hicks, John Canada Terrell e Spike Lee.

    Uma das estreias mais impressionantes de diretores de todos os tempos, "Ela Quer Tudo" chama a atenção pela discussão feminista sobre liberdade sexual e pela representação de personagens negros fora de estereótipos de violência e miséria. Ao mesmo tempo, é um filme bem-humorado e um deleite para os olhos e ouvidos, com Spike Lee esbanjando estilo na construção de sequências inventivas e de uma narrativa envolvente e moderna (com referências que vão de "Rashomon" a "O Mágico de Oz"), embalada pela trilha sonora de jazz composta pelo lendário músico Bill Lee, pai do cineasta.

    Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:04:19 - Grande Angular: conheça a equipe por trás de “Ela Quer Tudo”

    00:12:23 - Close-Up: saiba detalhes e curiosidades sobre a realização  do filme

    00:19:22 - Entrevista exclusiva com Spike Lee

    00:23:45 - Ponto de Vista: nossa análise do filme

    00:57:12 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas

    01:02:49 - Fora de Quadro: a série "Ela Quer Tudo" que Spike Lee dirigiu para a Netflix

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Tradução da entrevista com Spike Lee:

    Cinematório: “Luta de Classes” começa em um tom mais dramático até chegarmos a Denzel e Jeffrey indo atrás do sequestrador. Há tensão naquela primeira metade é claro, mas eu tive a impressão de que você quis tentar algo diferente ali, indo mais fundo no drama. Essa era a sua intenção?

    Spike Lee: Bem, eu não sei se posso dizer realmente que... Quero dizer, a minha intenção é sempre contar a melhor história que eu posso. E mesmo na fonte original, o filme de Akira Kurosawa, “Céu e Inferno”, as coisas realmente não começam a ficar movimentadas até o dinheiro ser pago. Digo, o dinheiro do resgate. E neste filme são $17,5 milhões de francos suíços. Então, você tem que reservar um tempo para estabelecer isso. E uma vez que está estabelecido, é quando Denzel, o personagem que ele interpreta, deixa sua cobertura e vai para o metrô. Então, eles descem lá e é aí que o filme realmente decola. Então, nós sabíamos que para chegar ali teríamos que estabelecer as bases primeiro.

    Cinematório: Com certeza. E já que a primeira adaptação do livro de Evan Hunter foi feita por Kurosawa, eu gostaria de saber como Kurosawa inspirou você como cineasta?

    Spike Lee: Minha inspiração como cineasta veio de, grande parte, do meu primeiro ano estudando na Escola de Cinema de Nova York, onde Ernest Dickerson, meu diretor de fotografia de longa data, e Ang Lee éramos colegas de sala. Foi lá que eu realmente fui apresentado ao cinema mundial. E a premissa de “Rashomon” eu usei no meu primeiro longa-metragem, “Ela Quer Tudo”. E como você pode ver, esta foto [aponta para a parede] foi autografada pelo mestre. Então, na sala de edição, imagino que ele está sempre olhando por cima do meu ombro! [risos] E eu perguntaria pra ele: “Como estamos indo, senhor? Como estamos? Está ficando bom?” E ele me daria o polegar para cima! [risos]

    Cinematório: Maravilhoso! E você poderia falar sobre a música? Tanto a música escrita e cantada por Ayanna, que é linda, e a música composta por Howard Drossin, que me pareceu tão épica para um drama tão pessoal.

    Spike Lee: Bem, a música é uma das ferramentas mais importantes que tenho na minha caixa. Para melhor ou pior, dependendo de quem são as pessoas, para mim a música é tão importante quanto a fotografia, a montagem, a direção de arte, o figurino. É uma ótima ferramenta se você usá-la corretamente. E para mim nunca foi apenas sobre fazer uso da música como se fosse uma jukebox onde você pega um monte de músicas de sucesso e põe para tocar, a menos que seja talvez em um filme de época. Um filme que se passe em uma determinada época. Mas eu amo música. E eu conheço o poder da música. Porque eu sei, veja bem, o público no cinema não sabe como uma cena fica sem a música e depois com a música... E eu sei o que estou fazendo sem a música. É uma ferramenta, da mesma forma que as outras que eu mencionei, fotografia, montagem... É uma ferramenta para contar a sua história.

    --

    O podcast Em Foco é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório. Aqui você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema.

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]

    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos da trilha sonora de "Ela Quer Tudo", composição de Bill Lee. Todos os direitos reservados aos artistas.

    1 hr 16 min
  • De Volta Para o Sofá: “Mestres do Universo“ (1987)
    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1987 para revisitarmos "Mestres do Universo", primeira adaptação em live-action das aventuras de He-Man, sucesso absoluto dos desenhos animados dos anos 80. Também comparamos o filme clássico com a nova adaptação, lançada nos cinemas em 2026.

    O filme tem direção de Gary Goddard e no elenco principal estão Dolph Lundgren (He-Man), Frank Langella (Esqueleto), Meg Foster (Maligna), Jon Cypher (Mentor), Billy Barty (Gwildor) e uma novata Courteney Cox.

    Empunhe a sua espada mágica e aperte o play para revisitar "Mestres do Universo" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.

    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:06:45 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?

    00:12:24 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades

    00:33:04 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais

    00:47:16 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    00:53:56 - Comentários sobre o filme de 2026

    01:08:07 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:16:35 - Música de Encerramento

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Em "Mestres do Universo" -- filme escrito por David Odell, baseado nos personagens criados por Roger Sweet e lançados pela Mattel --, He-Man e seus amigos Mentor e Teela fogem para a Terra após serem derrotados por Esqueleto e sua horda. Acompanhados do astuto Gwildor, os heróis recebem a ajuda de dois jovens terráqueos para usar a poderosa Chave Cósmica e evitar que as forças do mal dominem Eternia para sempre.

    No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mestres do Universo" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção.

    O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.

    O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected].

    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos do tema principal de "Mestres do Universo", composição de Bill Conti, e da música "He-Man", gravação do Trem da Alegria, composição de Michael Sullivan e Paulo Massadas. Todos os direitos reservados aos artistas.

    1 hr 21 min
  • Impressão Crítica: “Natal Amargo” e a introspecção metalinguística de Almodóvar
    Em sua volta à língua espanhola, Pedro Almodóvar olha para dentro e propõe uma profunda reflexão sobre a dor, a alegria e a ética do processo de criação artística.

    No longa, selecionado para competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, nós acompanhamos o cineasta Raúl (Leonardo Sbaraglia) que, em meio a um bloqueio criativo, usa os dramas reais de pessoas próximas para escrever um roteiro autoficcional. A obra ganha vida em 2004 através de seu alter ego, a publicitária Elsa (Bárbara Lennie), uma mulher marcada por tragédias pessoais.

    Alternando entre a Madrid do passado e o verão de 2026 nas Ilhas Canárias, "Natal Amargo" usa a metalinguagem para conectar as linhas temporais em uma narrativa que nos envolve nas perdas e paixões, memórias e inspirações de seus personagens, distanciando-se completamente de um conto natalino tradicional.

    Almodóvar assina o roteiro e a direção de "Natal Amargo", uma produção da El Deseo com distribuição da Warner Bros.

    Escute ou veja o podcast com a crítica de "Natal Amargo" por Renato Silveira e Kel Gomes, com participação de Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.

    Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar.

    NATAL AMARGO (Amarga Navidad, 2026, Espanha)

    Direção: Pedro Almodóvar

    Roteiro: Pedro Almodóvar

    Produção: Agustín Almodóvar

    Elenco: Bárbara Lennie, Leonardo Sbaraglia, Aitana Sánchez-Gijón, Victoria Luengo, Patrick Criado, Milena Smit, Quim Gutiérrez, Rossy de Palma

    Fotografia: Pau Esteve Birba

    Montagem: Teresa Font

    Música: Alberto Iglesias

    Duração: 1h 52min

    Distribuição: Warner Bros.

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]

     

    1 hr
  • Impressão Crítica: “Backrooms” e o horror psicológico entre padrões e contrastes
    Dos fóruns da internet para as telas de cinema, "Backrooms: Um Não-Lugar" traz o realismo para o fantástico com uso de found footage e cenários surrealistas.

    Dirigido pelo novato Kane Parsons, mais jovem cineasta contratado pela produtora A24, o filme traz Chiwetel Ejiofor ("12 Anos de Escravidão", "Coisas Belas e Sujas") no papel de Clark, um arquiteto que passa por uma crise pessoal após o fim do casamento e a frustração com a carreira profissional.

    Vivendo como vendedor de móveis, ele descobre acidentamente uma passagem para uma dimensão paralela em sua loja e adentra um mundo de imensas salas e corredores labirínticos que guardam perigos imprevisíveis.

    Intrigada com a história de Clark, a psicológa Mary, vivida por Renate Einsve ("Valor Sentimental", "A Pior Pessoa do Mundo"), tenta ajudá-lo, mas no caminho também se lança ao risco de se perder.

    Situado nos anos 90, "Backrooms" se apropria de códigos do cinema de horror e estéticas surrealistas, que passam por Lewis Carroll, Escher e David Lynch, para criar uma noção de nostalgia distorcida na qual objetos, lugares e imagens de conforto se convertem em formas ameaçadoras e inóspitas.

    Veja ou escute a crítica de "Backrooms" por Renato Silveira e Kel Gomes.

    Gostou do podcast? Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema. Visite o nosso site para saber como participar.

    BACKROOMS: UM NÃO-LUGAR (Backrooms, 2026, EUA)

    Direção: Kane Parsons

    Roteiro: Will Soodik (baseado na web série criada por Kane Parsons)

    Produção: James Wan, Shawn Levy, Osgood Perkins

    Elenco: Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell

    Fotografia: Jeremy Cox

    Montagem: Greg Ng

    Música: Edo Van Breemen, Kane Parsons

    Duração: 1h 40min

    Distribuição: A24, Imagem Filmes

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected]

    1 hr 2 min
  • Impressão Crítica: “O Mandaloriano e Grogu” é o pior “Star Wars“ em muito tempo
    Com muita ação e um fiapo de história, filme derivado da série "The Mandalorian" traz novamente Pedro Pascal no papel-título, acompanhado do pequeno e poderoso Grogu.

    Dirigido por Jon Favreau, criador da série, o longa-metragem traz o caçador de recompensas Din Djarin percorrendo a galáxia atrás de ex-líderes militares do Império. No caminho, ele e Grogu recebem uma missão do clã Hutt para resgatar Rotta, filho do falecido Jabba.

    Grogu continua roubando a cena, mas o enredo do filme não engata e frustra quem espera saber mais sobre os personagens e ver a trajetória deles avançar dentro da franquia "Star Wars".

    Veja ou escute a crítica por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    O MANDALORIANO E GROGU (The Mandalorian and Grogu, 2026, EUA)

    Direção: Jon Favreau

    Roteiro: Jon Favreau, Dave Filoni, Noah Kloor

    Produção: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy, Ian Bryce

    Elenco: Pedro Pascal, Jeremy Allen White, Brendan Wayne, Lateef Crowder, Jonny Coyne, Martin Scorsese, Sigourney Weaver

    Fotografia: David Klein

    Montagem: Rachel Goodlett Katz, Dylan Firshein

    Música: Ludwig Göransson

    Duração: 2h 12min

    Distribuição: Disney

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected].

    43 min
  • De Volta Para o Sofá: “Mortal Kombat“ (1995)
    Neste episódio do podcast De Volta Para o Sofá, nós rebobinamos a fita até o ano de 1995 para revisitarmos "Mortal Kombat", primeira adaptação para o cinema do popular jogo de luta.

    O filme tem direção de Paul W.S. Anderson (que mais tarde também levaria "Resident Evil" para a telona) e no elenco principal estão Robin Shou (Liu Kang), Cary-Hiroyuki Tagawa (Shang-Tsung), Christopher Lambert (Rayden), Bridgette Wilson (Sonya Blade), Linden Ashby (Johnny Cage) e Talisa Soto (Kitana).

    Prepare o seu Fatality e aperte o play para revisitar "Mortal Kombat" com a gente! Venha descobrir se o filme ainda é tão marcante quanto na época em que o vimos pela primeira vez.

    Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast:

    00:00:00 - Introdução

    00:01:23 - Memória Afetiva: quando vimos o filme pela primeira vez e como foi revê-lo agora?

    00:22:02 - Almanaque: uma coleção de informações, reflexões e curiosidades

    00:44:12 - Deu Tilt: aspectos que ficaram datados ou cenas que não funcionam mais

    01:03:53 - Momento Supra Sumo: nossas cenas favoritas

    01:14:59 - Por Onde Anda: saiba o que o elenco principal está fazendo hoje em dia

    01:38:17 - Música de Encerramento

    - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Em "Mortal Kombat", três relutantes lutadores -- Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage -- são enviados para uma ilha remota onde enfrentarão adversários perigosos em um torneio no qual o destino da Terra está em jogo. Com a ajuda do poderoso Lord Rayden, eles terão que passar por combates mortais até chegarem ao confronto final contra o temido feiticeiro Shang-Tsung.

    Lançado quando os jogos de "Mortal Kombat" já eram uma febre mundial, o filme fez sucesso de bilheteria, mas foi alvo de críticas por retirar quase que integralmente a violência extrema e o sangue que fizeram a fama do game e o tornaram o principal concorrente de "Street Fighter" nos fliperamas. O longa teve uma continuação, "Mortal Kombat - A Aniquilação" (1997), e mais tarde a franquia ganhou séries de TV e um reboot no cinema, em 2021.

    No podcast, nós relembramos quando assistimos a "Mortal Kombat" pela primeira vez e você conhece diversas curiosidades sobre a produção.

    O programa traz ainda o quadro "Deu Tilt", no qual nós listamos aspectos ou cenas que não funcionaram na revisão do filme, e o "Momento Supra Sumo", quando nós elegemos nossas cenas favoritas. Você também fica sabendo por onde andam os principais integrantes do elenco.

    O De Volta Para o Sofá é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    Quer mandar um e-mail? Escreva para [email protected].

    Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Techno Syndrome (Mortal Kombat)" (1995), de The Immortals, e "Breathe" (1996), de The Prodigy. Todos os direitos reservados aos artistas.

     

    1 hr 44 min
  • Impressão Crítica: “O Diabo Veste Prada 2” renova o guarda-roupa 20 anos depois
    Jornalismo e moda voltam a se encontrar em “O Diabo Veste Prada 2” (2026). A continuação do sucesso de duas décadas atrás busca atualizar as bases nem sempre confortáveis da relação entre a jornalista idealista Andy Sachs e a poderosa e cruel editora Miranda Priestly -- que agora se aproxima da aposentadoria enquanto compete pela publicidade na revista Runaway em meio ao declínio da mídia impressa.

    O filme traz o retorno do elenco original, com Anne Hathaway, Meryl Strepp, Emily Blunt e Stanley Tucci. A direção e o roteiro são novamente assinados por David Frankel e Aline Brosh McKenna, respectivamente.

    Crítica do filme por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].

    41 min
  • Impressão Crítica: “Michael” acerta na música e no ritmo em cinebiografia incompleta
    Um dos lançamentos mais aguardados do ano, “Michael” (2026) é a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson. O filme é um deleite para os fãs do astro, mas interferências externas -- devido ao envolvimento de sua família com o projeto e às acusações de abuso sexual contra ele -- fizeram os realizadores omitirem e/ou suavizarem as passagens mais polêmicas da vida do artista.

    Na tela, Michael Jackson é interpretado pelo próprio sobrinho, Jaafar Jackson, que faz sua estreia como ator. O filme acompanha a trajetória de Michael do sucesso com os irmãos no grupo Jackson 5 até o estrelato da carreira solo, marcada por muita pressão da sua vida pessoal e da grande mídia.

    Também estrelando Nia Long e Colman Domingo, “Michael” tem direção de Antoine Fuqua, de filmes como "Dia de Treinamento" e "O Protetor". O roteiro foi escrito por John Logan, indicado ao Oscar por "Gladiador", "O Aviador" e "A Invenção de Hugo Cabret".

    Crítica do filme "Michael" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].

    45 min
  • Impressão Crítica: “O Drama” expõe a hipocrisia dos relacionamentos
    O filme "O Drama" (2026), estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, é uma comédia romântica desconstruída que trabalha a ideia de que a gente nunca conhece completamente a pessoa que está ao nosso lado.

    O longa, escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”, parte de uma situação aparentemente simples: um casal prestes a se casar vê tudo estremecer depois que a noiva revela um segredo do passado. Emma, vivida por Zendaya, e Charlie, interpretado por Robert Pattinson, são aquele casal que, à primeira vista, parece perfeito. Mas o filme vai desmontando essa imagem aos poucos.

    Crítica do filme "O Drama" por Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório.

    - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema

    Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para [email protected].

    41 min

About Cinematório

From the publisher's feed

Os jornalistas e críticos Renato Silveira e Kel Gomes analisam filmes e séries e convidam especialistas para debater lançamentos no cinema e no streaming, filmes clássicos, sucessos da Sessão da Tarde…

More shows like Cinematório

NerdCast by Jovem Nerd

NerdCast

1,011 Listeners

Stock Pickers by InfoMoney

Stock Pickers

45 Listeners

O Assunto by G1

O Assunto

165 Listeners