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A nossa convidada desta semana chama-se Ana Rita Duarte Gonçalves, é enfermeira na ULS de Matosinhos há cerca de 20 anos e nortenha de gema. Casada, mãe de 2 filhotes, a Mariana de 11 anos e o Diogo de 14. É uma amante de livros que tem sempre um olhar otimista para todos os desafios que vai vivendo.
Quando chegou a pandemia viu-se envolvida diretamente nesta luta, ou melhor, neste “desafio do cuidar” e vendo neste desafio uma oportunidade, acabou por transpor para livro as vivências desses dias para explicar aos mais pequenos como foram estes tempos.
Não percam este episódio!
A nossa convidada de hoje, aventurou-se pelo mundo dos livros. Enfermeira de profissão, Marli Vitorino trabalha há cerca de nove anos nos Cuidados Intensivos do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, local que desde o início da pandemia trata doentes infetados pelo novo coronavírus. Para a ajudar a lidar e gerir os dias exigentes que passava criou um diário de poemas e retratos da pandemia.
A escrita e os desenhos começaram a surgir quando se encontrava a prestar cuidados sozinha a um doente em estado de coma com quem não podia conversar, nesse dia começou a rabiscar como forma de desabafo por tudo o que tinha a ver com a vivência dos cuidados prestados. Nasceu assim a obra "O Outro Lado da Pandemia: o que se vive para lá dos Cuidados Intensivos" que foi lançada em junho de 2020 no Museu da Farmácia, em Lisboa, logo em seguida apresentada na Feira do Livro de Lisboa e na terra natal da enfermeira na Lourinhã.
"O Outro Lado da Pandemia" alberga os medos, as tristezas, as angústias, mas também as vitórias desta luta maior que hoje conhecemos Ao lermos este livro somos transportados para o interior do mundo dos cuidados intensivos onde fica patente o enorme desafio que foi vivido pelos profissionais de saúde.
UMA CONVERSA A NÃO PERDER!
Bem vindos caros amigos, ouvintes, conhecidos e viventes deste magnífico mundo!
Nesta semana natalícia tivemos o prazer de estar à conversa com D. António Luciano dos Santos Costa, Bispo de Viseu.
Se por acaso se estão a questionar, qual a lógica de ter o Bispo de Viseu aqui connosco, espantem-se! D. António Luciano é também enfermeiro, e sim é, do verbo presente, porque quem é enfermeiro uma vez, é para sempre.
Mas os caminhos de Deus são insondáveis.
D. António Luciano dos Santos Costa é o mais velho de sete irmãos, tirou Enfermagem na Escola de Enfermagem Dr. Ângelo da Fonseca, em Coimbra, e trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade. Depois de cumprir o serviço militar, em Moçambique, retomou funções no mesmo hospital. Iniciou o percurso para a formação sacerdotal no ISET (Coimbra), aos 28 anos de idade, prosseguindo os estudos no Seminário da Guarda. Foi ordenado padre a 29 de junho de 1985, na Catedral da Guarda.
Depois de uma vasta carreira a nível eclesiástico e de serviço aos outros, é nomeado Bispo de Viseu a 3 de maio de 2018, pelo papa Francisco, tendo tomado posse da diocese de Viseu a 22 de julho desse mesmo ano.
Uma conversa única, que tenho a certeza não vão querer perder.
Bem vindos caros amigos, ouvintes, conhecidos e viventes deste magnífico mundo!
Hoje partimos à descoberta do mundo das artes para falar sobre música!
A música é um motor indiscutível para alavancar sorrisos, fazer movimentar o nosso corpo e dar mais vida a muitos dos sentimentos. Se as musas detinham o conhecimento artístico, cantavam o presente, o passado e o futuro, acompanhados pela lira de Apolo, para deleite das divindades do panteão, também o nosso convidado foi bafejado com a sorte dos Deuses e com isso devota as suas qualidades a presentear os comuns mortais com composições extraordinárias e repletas de sentimento.
O nosso convidado é Diogo Brandão, natural de Oliveira de Azeméis, tem 37 anos, e é enfermeiro desde 2004. Pai de duas filhotas lindas, e de dois gatos travessos que neste momento se encontra a trabalhar no Centro Hospitalar de Coimbra. Enfermeiro especialista, formado em Liderança, Programação Neurolinguística e Vocal Coaching, pós graduado em Gestão das Indústrias da Música, produtor musical na empresa HolyGrail, e músico da banda em ascensão, os GRAND PULSAR.
A banda GRAND PULSAR nasceu em Setembro de 2014, com Diogo Brandão e Alexandre Reis. Com uma formação invulgar, apresentaram recentemente o seu último álbum que tem como título “1000000 Coisas Para e Por Dizer”, composto por 9 músicas, mas que para nos aguçar a curiosidade está a ser lançado em partes. As três músicas já apresentadas são: Quase, Outro Nível e Discurso Riscado.
Recentemente participaram no programa TNT Live Stage, da Rádio Comercial, apresentando uma versão da música "Melhor de Mim" da fadista Mariza, que foi um enorme sucesso.
Se querem saber mais sobre como é ser enfermeiro e artista musical, não percam a nossa conversa e certamente ficaram tão deliciados quanto eu!
Bem vindos caros amigos, ouvintes, conhecidos e viventes deste magnífico mundo!
Neste episódio partimos à descoberta de profissionais altamente treinados e especializados ao qual damos o nome de Perfusionistas.
Para nos falar um pouco melhor sobre esta profissão convidamos para estar à conversa connosco o Cardiopneumologista Perfusionista Bruno Claro que atualmente se encontra a trabalhar em Inglaterra no St. Bart´s Hospital, local onde lidera uma equipa de 24 perfusionistas. O Bruno fez os seus estudos na Universidade de Coimbra tendo terminado o curso em 2005, altura em que integrou o Centro de Cirurgia Cardiotorácica de Coimbra que à época era dirigido pelo famoso cirurgião cardíaco Prof. Manuel Antunes. No entanto, a vontade de evoluir e obter outras experiências profissionais levam-no a mudar-se para Londres. Pelo meio, neste vasto percurso, ainda teve a vontade e força para realizar algumas missões humanitárias, passando pela Palestina, mais concretamente pela Faixa de Gaza, Índia e Moçambique.
Se querem saber mais sobre esta profissão e qual o seu papel neste “mundo” da saúde, ouçam a nossa conversa.
Uma história que não vão querer perder!
Estamos de volta ao circo com uns convidados especiais e únicos que em 2018 e 2019 protagonizaram a maior e mais impactante luta ao mobilizaram a classe dos enfermeiros para uma guerra sem precedentes na história da classe.
Na altura, cinco enfermeiros, que nem sequer eram amigos ou tão pouco moravam perto uns dos outros, separados por centenas de quilómetros, uniram-se para lançar uma fórmula alternativa às greves tradicionais. Dois no Porto, uma em Vila Real, outro em Palmela e mais um em Beja. Cada qual na sua vida, correndo de um lado para o outro, mas sem que as distâncias ou horários trocados os impedissem de pôr em marcha uma greve às cirurgias.
O que os movia era um sentimento que tinha vindo a crescer ao longo de vários anos e que era transversal a todos. As dificuldades das condições de trabalho no Serviço Nacional de Saúde e a falta de valorização da profissão não os deixavam mais estar quietos. Assim reivindicavam uma carreira, aumentos salariais, progressões e a consagração da categoria de enfermeiro especialista.
A ideia foi parar o Serviço Nacional de Saúde, chamar a atenção para os problemas da classe que há anos estava paralisada, forçando as negociações entre sindicatos e Governo, cancelando e adiando cirurgias programadas nos maiores blocos cirúrgicos dos hospitais públicos, um pouco por todo o país.
Foi desde o primeiro dia considerada uma greve inédita: porque o pré-aviso determinava que a paralisação duraria mais de um mês e porque contou com o apoio de uma recolha de fundos através de uma plataforma de crowdfunding.
Falámos com o Nélson Cordeiro e a Catarina Barbosa, elementos do Grupo Greve Cirúrgica, que nos contam um pouco da sua história, da forma como impactou as suas vidas e o que desejam para o futuro.
Esta conversa vem num momento oportuno, uma vez que se avizinha mais uma greve dos profissionais de enfermagem, desta vez, uma luta conjunta de com todos os sindicatos da classe.
Não percam! Juntem-se a nós!
Bem-vindos caros amigos, ouvintes, conhecidos e viventes deste magnífico mundo!
Estamos de volta a mais um episódio do Circo Vapor.
Para sentirmos a diversidade dos diferentes agentes profissionais que constituem esta comunidade, hoje falamos dos Técnicos Operacionais, vulgo Auxiliares de Saúde. São trabalhadores com funções de suporte a outros profissionais na prestação de cuidados. Constituem parte considerável e desconhecida dos recursos humanos da saúde em Portugal sem os quais esta grande máquina não funcionaria. Este episódio é dedicado a eles!
Vamos conhecer a Isabel Fonseca, Técnica Operacional de Esterilização no Centro de Reprocessamento de Dispositivos Médicos (CENES) do grupo CUF.
A Isabel é uma profissional de mão cheia, mãe de três filhotes lindos, uma mulher curiosa, atenta e empenhada, que iniciou a sua atividade profissional em 1996 no Hospital de Egas Moniz, onde permaneceu até 2015, desempenhando funções de Auxiliar de Ação Médica, altura em que é convidada a fazer parte do CENES e onde até hoje permanece.
Aqui é uma exímia colaboradora, ciente da sua competência e além das suas funções habituais no processo de reprocessamento de dispositivos médicos, é responsável de turno e mentora na integração de novos colaboradores.
Não percam esta conversa!
Qual surpresa de festa, o nono episódio do Circo a Vapor corre pelos circuitos do atletismo português.
A convidada desta semana chama-se Cátia Azevedo, tem 27 anos, é natural de Oliveira de Azeméis, mais concretamente da vila de Cucujães. É uma atleta de alta competição (velocista olímpica) e, ao mesmo tempo, estudante do 3º ano de Enfermagem pela Escola Superior de Enfermagem de Lisboa.
Ao longo dos anos foi ganhando títulos e medalhas, sendo a recordista nacional de 400m ao ar livre, com o tempo de 50,59 segundos, alcançado na cidade espanhola de Huelva em 2021.
Não sendo isso bastante, representou Portugal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016 tendo ficado na 31.ª posição, com o tempo de 52,38 segundos, nos 400m e, mais recentemente, participou nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, ficando na invejável 17ª posição com o registo de 51,32 segundos também nos 400m.
No Ranking mundial dos 400m é 29.ª, o que, para nós Portugueses, é um orgulho.
Não percam!
A nossa convidada desta semana é uma enfermeira corajosa que cedo cedo enveredou à descoberta do mundo com a enfermagem. Seu nome, Andreia Góis, licenciada em Enfermagem pela Escola Superior de Saúde de Leiria no ano de 2009, tendo iniciado funções logo em seguida no Serviço de Urgência do Hospital de Santa Maria. Finda esta experiência profissional em 2014, ano em que ruma a Inglaterra para trabalhar no Churchill Hospital em Oxford, como enfermeira de anestesia e de recobro. No entanto, pouco tempo depois, dá início à sua aventura em alto mar, trabalhando durante 3 anos na companhia de cruzeiros, Princess Cruises, onde chega a enfermeira chefe.
Atualmente encontra-se em Portugal, neste retângulo tão bonito à beira mar plantado trabalhando como enfermeira na prestação de cuidados gerais.
Desengane-se quem julga que nos barcos os enfermeiros só tratam enjoos. O mundo dos cruzeiros é imenso, autênticas cidades flutuantes onde tudo pode acontecer.
Qual Popeye marinheiro, não percam esta conversa!
Esta semana fazemos um twist e temos connosco um profissional da área médica. Quando iniciei o podcast a ideia era navegar para além da área da enfermagem, fazer deste momento um local comum em que diferentes pessoas, mas com um gosto semelhante (neste caso a saúde), falassem de si e do que os move no cuidado com os outros.
Por esse motivo, hoje temos à conversa connosco, Vitor Pinho Oliveira, Médico anestesista no Centro Hospitalar Tondela-Viseu e simultaneamente Coordenador de Anestesiologia no Hospital CUF Viseu. Uma pessoa eclética, melómana, criativa e perfeccionista e que é simultaneamente um comunicador nato. Pai de 2 filhos, prefere projetos "from scratch", mas não se coíbe quando o desafio é maior e não desarma até concluir o que se propõe. Valoriza a apreciação sincera sobre o seu trabalho, de forma reta e com sentido de crescimento. Sem grandes manias, possui uma enorme capacidade para se relacionar com os outros e integrar-se em equipas, que assume ser uma das características que vão transformar o mundo. Sempre que chega a qualquer lugar, provoca impressões muito positivas e com a sua simpatia, charme e entusiasmo conquista todos em seu redor, sendo uma alavanca incansável para fazer sempre mais e melhor.
Não percam, mais um salto à volta do mundo dos cuidados!
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