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Empresa tem que dar lucro? Tem, claro que tem. E talvez esse seja o principal papel social de uma empresa. Mas uma empresa também precisa ter responsabilidade ambiental, social e de governança. Muitos empreendedores já cuidam disso, sob o guarda-chuva de um termo que se chama ESG — ambiental, social e governança, da sigla em inglês. Sobre isso, o programa deste sábado (26) conversa com o consultor ambiental e CEO da Arvut, Kayo Soares.
O comentário desta sexta-feira (25) aborda aspectos sobre o fato do agro, de novo, puxar a economia do Estado e do Brasil.
O comentário desta quinta-feira (24) aborda aspectos sobre a denúncia de suposto superfaturamento na compra de doses da Covaxin.
O comentário desta quarta-feira (23) aborda aspectos sobre gestores - públicos ou não.
O comentário desta terça-feira (22) versa sobre a marca alcançada de 500 mil vítimas fatais pelo coronavírus no Brasil.
O comentário desta segunda-feira (21) aborda aspectos o consumo de lixo digital — a que todos nós estamos submetidos e, mais do que isso, tendentes. Horas e horas escravizados na internet, como bobos, perdidos, perdidos e perdendo a condução de nossas vidas.
A lacuna do péssimo ensino no Brasil abriu a oportunidade para quem tem interesse de contar a história, de ensinar, de fazer cultura, com outra perspectiva, especialmente com base na verdade. E desde 2016, uma empresa idealizada aqui em Porto Alegre, a Brasil Paralelo, por meio de suas produções, narra a história do Brasil e a política brasileira com esse compromisso. Vamos conversar com um dos sócios da Brasil Paralelo, Henrique Viana, para entender melhor esse cenário. Acompanhe!
O comentário desta sexta-feira (18) versa sobre o plano de concessões de mais de mil quilômetros de rodovias lançado pelo governo do Estado.
O comentário desta quinta-feira (17) aborda aspectos sobre o fato de que ao menos um terço do eleitorado brasileiro parece querer buscar essa alternativa, uma alternativa de centro - por assim dizer - para as eleições no próximo ano.
O comentário dessa quarta-feira (16) aborda aspectos sobre uma das ideias que mais ilude as pessoas na política, que é a arte de dizer “sim” que alguns políticos adotam: sim, eu faço; sim, eu posso; sim, tem dinheiro; sim, é só vontade política. Pois o excesso desse SIM gerou uma cultura de excesso de gastos, que foi diminuindo a capacidade de investimento dos nossos estados e municípios no que realmente importa: saúde, educação, segurança, assistência social.
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