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Quando o jornalismo funciona, ele incomoda. Incomoda porque expõe estruturas, relações e interesses que preferiam permanecer na sombra. O trabalho de Malu Gaspar é um lembrete de por que a imprensa livre segue sendo indispensável.
Nem toda perseguição é explícita. Há a violência direta e há a cultural, o deboche, a profanação e a normalização do ataque ao sagrado. O cristianismo virou alvo fácil — e isso diz muito sobre as patologias do nosso tempo.
O petróleo da Venezuela nunca foi do povo. Ele sustentou uma ditadura, financiou corrupção, comprou alianças externas e deixou a população na miséria. Transformou-se em poder e opressão.
No Outro Olhar deste sábado, converso com a jornalista e empresária Soraia Hanna. Falamos sobre o conteúdo de seu livro Gerindo Crises, Construindo Reputação. Tratamos de gestão de crises, comunicação estratégica e liderança em momentos de tensão. Acompanhe.
O mundo anda pesado demais. O Natal aponta um caminho: menos barulho, menos vaidade, menos pressa. Mais presença, mais perdão, mais amor. Às vezes, isso já é tudo. Acompanhe minha reflexão.
No Outro Olhar que antecede o Natal, entrevisto o diretor espiritual do movimento CLJ (Curso de Liderança Juvenil) da Arquidiocese de Porto Alegre, Pe. Kauê Antonioli. Falamos sobre a relação das novas gerações com a Igreja Católica, São Carlo Acutis e o verdadeiro significado do Natal. Acompanhe.
O Brasil vive uma sequência de grandes acontecimentos em ritmo acelerado. STF, Congresso, ruas, economia e cenário internacional se sobrepõem. Nesse contexto, projetar certezas para 2026 é mais ansiedade do que análise.
Em tempos de excesso de estímulo, cobrança e comparação, a mansidão deixa de ser só virtude religiosa e passa a ser uma ferramenta prática de saúde emocional. Acompanhe minha reflexão.
No Outro Olhar deste sábado, entrevisto o arquiteto e urbanista Antônio Carlos Zago. Falamos sobre o Plano Diretor e sua importância para o desenvolvimento de Porto Alegre. Acompanhe.
Uma elite esgotada não produz futuro. Sem projeto, sem liderança e sem compromisso público, o país vira um labirinto institucional. O Estado incha, a dívida cresce e a sociedade perde horizonte.
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