A linguagem neutra (“elu”, “todes”...), aquela usada para militância política, não prosperou contra o Colégio Farroupilha. A instituição histórica da Capital, apoiada pelos pais, cancelou a apresentação de um grupo externo de teatro que queria fazer essa abordagem com os alunos. O Colégio Farroupilha disse que respeita as diferenças, mas que seus alunos vão aprender a Língua Portuguesa. É isto: liberdade para querer falar "todes", sim, mas liberdade para uma escola querer ensinar dentro da norma e rejeitar a ideologia, também! Democracia!