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Em nosso 6º episódio da série “Cartografias do Desejo” do podcast CLINICAND realizamos a leitura de um trecho da Reunião de Félix Guattari com grupos que desenvolvem trabalhos comunitários em setembro de 1982 na cidade de Olinda (PE).
Neste episódio é apresentado o caso de uma criança. Guattari relembra o caso do pequeno Hans, de Freud. Mas qual o pensamento de Guattari acerca do caso Hans? Quando lhe interessam suas ideias acerca da psicanálise?
Em nosso 5º episódio da série “Cartografias do Desejo” do podcast CLINICAND realizamos a leitura de um trecho da conferência de Félix Guattari realizada em junho de 1983 na França.
Qual o pensamento de Guattari acerca da interpretação? Como pensar isso em relação a psicanálise e ao pianista? O que é uma análise para Guattari? E qual a função da análise?
Em nosso 4º episódio da série “Cartografias do Desejo” do podcast CLINICAND realizamos a leitura da segunda parte do diálogo de Félix Guattari em Reunião com os psicanalistas da Escola Freudiana de São Paulo em agosto de 1982.
Neste episódio Guattari dialoga com Renato Mezan, faz uma crítica aos fenômenos que a psicanálise trata em termos de conflitos, pois considera que estes não podem ser assim apreendidos, e para exemplificar utiliza o sonho como exemplo. Afirma que “todos, na experiência do sonho, passam por “grades” sucessivas de leitura, cada vez mais reducionistas. A questão se coloca em termos de agenciamento de enunciação e não de interpretação. Há ao menos duas, três ou quatro fases nessa experiência, dois, três ou quatro agenciamentos ocorrendo”.
Saiba mais em @clinicand_ e clinicand.com
No 3º episódio da série "Cartografias do Desejo" encontramos Félix Guattari em São Paulo no Debate no Curso de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, em 1982, com Miriam Chinaiderman.
2º episódio da série “Cartografias do Desejo” do podcast CLINICAND. Neste episódio encontramos Guattari em uma Reunião realizada na Escola Freudiana de São Paulo, em 1982. Aqui, Guattari responde as seguintes questões: É possível operar psicanaliticamente dentro de uma instituição? Como seria um grupo que institucionaliza a psicanálise? Aliás, haveria que institucionalizar a psicanálise? E esse grupo poderia assumir as características de um grupo supostamente sujeito para provocar em sua prática algum tipo de questionamento do que são as situações normais da clínica (ou seja, a clínica bipessoal) que se perpetuam?
Qual a potência de Freud e a crítica de Félix Guattari as corporações de analistas?
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