Neste episódio Guattari dialoga com Renato Mezan, faz uma crítica aos fenômenos que a psicanálise trata em termos de conflitos, pois considera que estes não podem ser assim apreendidos, e para exemplificar utiliza o sonho como exemplo. Afirma que “todos, na experiência do sonho, passam por “grades” sucessivas de leitura, cada vez mais reducionistas. A questão se coloca em termos de agenciamento de enunciação e não de interpretação. Há ao menos duas, três ou quatro fases nessa experiência, dois, três ou quatro agenciamentos ocorrendo”.