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  • FMI faz alertas para recessão e estima perda global em US$ 4 trilhões até 2026
    Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), avisou que todos os gatos subiram no telhado no cenário internacional. Em discursos recentes da dirigente búlgara, é praticamente dado como certo que o mundo deverá enfrentar um período de recessão em breve. A incerteza, agora, recai sobe a intensidade que irá atingir os países desenvolvidos, que não só são o esteio da economia mundial, como também o motor do crescimento. Quando enfrentam uma forte desaceleração na atividade econômica, como é o caso de agora, o mundo inteiro padece junto deles -- embora o impacto difira de região para região. Também por isso, o momento é de uma sincronicidade inédita da crise econômica que começou na pandemia e tem sido levada ao limite com os efeitos da Guerra na Ucrânia. O FMI projeta uma perda de US$ 4 trilhões até 2026 em função dessa forte desaceleração, o equivalente a mais de dois PIBs anuais do Brasil, hoje perto em US$ 1,7 trilhão. Falando em Brasil, é muito provável que não saiamos ilesos da crise, apesar de haver a leitura de que, como começamos a subir os juros mais cedo, também sairemos dessa mais cedo. No episódio desta terça-feira (11), o CNN Money traz um estudo da Tendências Consultorias, divulgado com antecedência à equipe da CNN, sobre os cenários possíveis da economia internacional e do crescimento do PIB brasileiro, além do que esperar da agenda de hoje, como a divulgação do IPCA de setembro e as participações do ministro Paulo Guedes nos eventos do FMI. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    23 min
  • Mercados abrem semana em baixa, com dados dos EUA e tensões na guerra na Ucrânia
    A semana começa com os mercados em campo negativo, à medida que repercutem as movimentações dos últimos três dias ao redor do mundo. Desde sexta-feira (7), os dados de emprego dos Estados Unidos têm causado uma ruga de preocupação nos investidores, já que a leitura é que o mercado de trabalho norte-americano permanece aquecido -- em mais um episódio da máxima "dado bom é ruim para os mercados". Isso porque, com a demanda por produtos se mantendo elevada, os preços devem seguir o mesmo caminho, varrendo as esperanças de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pudesse moderar a alta de juros para conter a inflação. A escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia no fim de semana também implica em um cenário mais arriscado. No sábado, a única ponte que liga a Rússia à Crimeia foi bombardeada e, em resposta, Moscou enviou mísseis à Kiev nesta segunda, na maior demonstração de força e intensidade desde o começo da guerra. Já na Ásia, Xangai e Hong Kong fecharam em forte baixa, puxadas pelas quedas nas ações de gigantes de tecnologia e fabricantes de chips. O movimento decorre do anúncio do governo Biden na sexta-feira, que comunicou mais medidas de controle de exportações dos EUA para a China. No Brasil as eleições presidenciais seguem dominando o debate público à medida que as tensões entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) se acirram, deixando os setores privado, industrial e produtivo em alerta. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    20 min
  • Apoios a Lula e Bolsonaro causam discordância no mercado sobre o que vale mais
    O que vale mais: o apoio de grandes políticos ou de grandes nomes da economia, ligados à estabilização da moeda? Esse foi o movimento visto nos últimos dias após primeiro turno: enquanto Jair Bolsonaro (PL) conquistou muitos governadores que ganharam a disputa já no último domingo (2), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trouxe para seu lado os chamados "Pais do Plano Real", como o ex-ministro Pedro Malan, Pérsio Arida e Edmar Bacha, além do apoio declarado da ex-candidata à Presidência Simone Tebet (MDB).  A pouco mais de duas semanas até o segundo turno, o quanto essas políticas de aproximação viram votos e quais as diferenças entre elas? O que cientistas políticos dizem é que se tratam de valores diferentes, que colocam na balança o valor da estabilidade da moeda e o valor de uma boa governança, bem como o que representa uma maior ameaça ao futuro: descuidar da economia ou da democracia? O mercado financeiro tem seus termômetros. O dólar tem sido um bom medidor sobre qual o limite que investidores estão dispostos a suportar diante de tantas dúvidas, tanto daquilo que é uma incerteza com Bolsonaro -- a boa relação com as instituições --, quanto com Lula -- a condução econômica.  O episódio do CNN Money desta sexta-feira (7) discute o que é mais importante para os mercados e quais as diferenças de percepção entre ambos os movimentos, também pela ótica do eleitorado geral. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min
  • Mercados voltam a apresentar volatilidade diante de temores de recessão global
    A semana começou com um forte rali nas bolsas globais. Diante da fraqueza de dados norte-americanos sobre atividade industrial e geração de empregos, bem como de uma alta mais moderada nos juros australianos, investidores passaram a nutrir esperanças de que os bancos centrais seriam mais comedidos no ritmo de elevação de juros. O bom humor global, que inclusive influenciou no desempenho da Bolsa brasileira na segunda-feira (3) após o primeiro turno das eleições, acabou na última quarta-feira (6). O relatório de empregos ADP dos EUA mostrou uma criação de postos de trabalho acima do esperado, e o ritmo do setor de serviços também encolheu a um ritmo menor que o desejado pelo mercado. Esse é mais um daqueles episódios "dados bons são ruins", uma vez que indicam uma atividade econômica forte, que, por sua vez, reforça a perspectiva de inflação alta e de elevação da taxa de juros. A decisão da Opep+ em cortar a produção de petróleo em 2 milhões de barris por dia também interfere no sobe-e-desce das bolsas: o cartel reduziu a oferta para segurar a queda de preços da commodity, o que encarece não só o barril, mas também os preços de energia como um todo. O resultado é mais temor de aumento de juros e esfriamento das economias como consequência. A tese de recessão voltou com força nesta quinta-feira (6), fazendo com que as bolsas operassem mistas e voltassem para a tendência de baixa vista nas últimas semanas. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    20 min
  • 2º turno aumenta cobrança por detalhes da política econômica do próximo governo
    O Brasil está em uma corrida contra o tempo até o dia 30 de outubro, data do segundo turno das eleições de 2022. Os dois candidatos à Presidência -- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) -- são dependentes não só de alianças políticas, mas também da elaboração de planos econômicos que garantam qualidade e sustentabilidade de preços. Bolsonaro ganhou apoio de governadores do Sudeste, inclusive do improvável Rodrigo Garcia (PSDB). Acionando uma onda de medidas eleitoreiras, garantiu a antecipação do Auxílio Brasil, do final do mês para a próxima semana, e também prometeu o 13º do Auxílio Brasil a famílias chefiadas por mulheres a partir do ano que vem. Do lado petista, Lula angariou economistas de peso, como Armínio Fraga, em aceno ao mercado financeiro, e há expectativa por novos nomes nos próximos dias. Ele também ganhou apoio de governadores, sobretudo do Nordeste, embora de menor expressão nacional. O que se espera de Lula, agora, é uma abertura completa sobre o que vai ser a sua política econômica, a grande fonte de dúvidas sobre seu possível futuro governo. Independentemente de quem está ao lado de quem nos palanques, tanto Lula quanto Bolsonaro terão que responder a uma pergunta que não quer calar: como serão pagas as contas das promessas e da própria sustentação da máquina pública do próximo governo? É uma cobrança que baliza os mercados e inclusive se reflete no desempenho da Bolsa, a exemplo do movimento mais corretivo do que otimista da B3 visto na última terça-feira (4). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    15 min
  • Mercado reage positivamente ao 1º turno da eleições, com esperança de moderação
    Os mercados reagiram positivamente ao primeiro turno das eleições na última segunda-feira (3). Com desempenho melhor inclusive entre bolsas internacionais, o Ibovespa, principal índice brasileiro, subiu em mais de 5,5% e fechou em 116 mil pontos. Já o dólar caiu 4%, maior queda diária desde junho de 2018, e foi a R$ 5,17. O segundo turno das eleições guarda expectativas de moderação: tanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto Jair Bolsonaro (PL) vão brigar pelos votos do centro e devem abrir mão de propostas mais radicais do ponto de vida da economia.  Mais do que pendendo para um candidato ou outro, o mercado reage sempre com pragmatismo ao observar um eventual aumento de gastos pelo próximo governo, que já terá pouco espaço para manobras segundo o Orçamento de 2023. Lá fora, a reversão do plano econômico no Reino Unido trouxe otimismo aos mercados, que tiveram ralis em meio a fortes turbulências anteriores. O dado do desempenho da indústria dos Estados Unidos também agradou ao vir pior que a expectativa, em linha com a máxima "dado ruim é bom". A interpretação é que a atividade pode estar perdendo ritmo, indicando uma inflação possivelmente menor e, por consequência, uma maior moderação nas taxas de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    22 min
  • Resultados do primeiro turno impõem dúvidas sobre os rumos da economia em 2023
    O resultado do primeiro turno surpreendeu: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) seguem para o segundo turno com uma diferença muito menor de votos que os cenários das pesquisas apontavam. Esse resultado adiciona boas doses de dúvidas sobre a reta final da disputa, sobretudo sobre qual será o modus operandi de cada candidato daqui para frente. A expectativa é que tanto Lula quanto Bolsonaro rumem ao centro e se retirem das extremidades. Embora a pauta ideológica já esteja consolidada nas duas candidaturas, a política econômica do próximo governo segue em aberto, e o momento agora pede por um discurso mais assertivo. A maior distinção entre eles é do ponto de vista estrutural. A primeira pergunta que se impõe é: quem será o indutor do crescimento da economia? Para Bolsonaro, a resposta é o setor privado; para Lula, o Estado. No episódio desta segunda-feira (3), o CNN Money tratará de dois assuntos ligados à política: a abertura dos mercados neste primeiro dia após o primeiro turno e os desafios na economia para ambos os candidatos à Presidência, partindo dos programas de governo de cada um deles. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    22 min
  • Proximidade das eleições e cenário internacional criam clima de incerteza
    O pano de fundo desta sexta-feira (30) é de incertezas -- no Brasil e no mundo. A dois dias do primeiro turno das eleições, o agito nos mercados não se dá só pela possibilidade, ainda incerta, de haver uma definição sobre quem será o próximo presidente da República já no domingo, mas também pela política econômica que cada candidato sugere para 2023. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) têm planos de governo distintos, em muitos pontos praticamente opostos. A despeito dessa diferença, a tarefa é a mesma: manter a economia brasileira ancorada no respeito às regras e nos limites da governança pública, com propósitos sensatos e, sobretudo, realistas. Lá fora, o clima de incerteza é tão imperativo quanto no cenário doméstico. O chamado "coquetel tóxico" -- que une uma bateria de dados de inflação alta em países desenvolvidos, perspectivas de aumento de juros, temores de recessão, riscos geopolíticos e tensões acirradas na Guerra na Ucrânia -- traz um clima de cautela, à medida que os mercados caminham para fechar o mês e o trimestre com as quedas mais acentuadas em muito tempo. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    15 min
  • Crise no Reino Unido desestabiliza mercados e alimenta incertezas
    Os mercados no mundo abriram esta quinta-feira (29) em queda devido ao colapso dos ativos britânicos, com novos episódios da crise do Reino Unido. No dia anterior, o Banco da Inglaterra anunciou um programa de compra de títulos diários de 5 bilhões de libras. A expectativa que é o Banco Central do Reino Unido compre títulos diariamente até 14 de outubro, o que resultaria em um montante de 61 bilhões. A intervenção ocorre em meio à crise iniciada após o governo ter revelado um pacote de corte de impostos - o maior em meio século no país - por meio do aumento do endividamento, o que gerou uma desconfiança e influenciou a queda dos ativos devido à percepção de risco.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    19 min
  • Economia vira um dos focos na reta final da campanha
    Faltam quatro dias para as eleições, e a movimentação entre empresários e gestores do mercado financeiro, agora convocados a dar atenção total ao momento político, é expressiva. As pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta semana apontam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como primeiro colocado no pleito. Em jantar na noite da última terça-feira (28), empresários se encontraram com o candidato petista em clima ameno, segundo apuração dos analistas da CNN Brasil. O ex-presidente mais ouviu do que falou, enquanto os 137 empresários convidados faziam pedidos em nome da segurança jurídica e do ambiente de negócios. Do lado do candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), segundo colocado nas pesquisas presidenciais, o ministro da Economia, Paulo Guedes, deu uma entrevista ao Flow Podcast em que comemorou o desempenho da atividade brasileira. Também na terça, o IBGE divulgou a prévia da inflação oficial do país, o IPCA-15, que trouxe deflação maior do que o esperado. Em queda de 0,37%, analistas de consultorias financeiras entendem o resultado com bons olhos, à medida que as baixas vistas nas categorias de bens não-comercializáveis, bens duráveis e carnes bovinas indicam que já há um impacto do aumento da taxa Selic nos preços. A leitura é que, para além das medidas do governo, a queda já é mais estrutural. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
    21 min

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