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A ideia desse podcast nasceu com essas frase: “Eu penso que é importante que as pessoas vejam que espiritualidade é a base da Comunicação Não-Violenta e que elas aprendam a mecânica do processo com isso em mente. É realmente uma prática espiritual que estou tentando mostrar como um caminho de vida. Mesmo que não mencionemos isso, as pessoas são seduzidas pela prática. Então, finalmente, elas chegam à espiritualidade do processo. Elas começam a ver que isso é mais que um processo de comunicação e percebem que é realmente uma tentativa de manifestar uma certa espiritualidade. Então eu tentei integrar a espiritualidade no treinamento num jeito que atende à minha necessidade de não destruir a beleza dela através de abstrações filosóficas.” – diz Marshall Rosenberg, criador da Comunicação Não-Violenta, no livro “Spiritualité Pratique”.
Vem refletir conosco, e nos conte como foi pra você!
Compartilha se gostar nas redes sociais.
Gratidão.
No episódio de hoje: Graciele Maira Pizzol e Francine Soares.
Nesse episódio eu trago a reflexão do consciência corporal e a conexão com nosso corpo. Nosso corpo é a casa para a comunicação.
Compartilhe esse podcast e fale comigo @Gracifonopelomundo
www.gracipizzol.com
Graciele Maira Pizzol
Vamos continuar a reflexão do podcast passado falando sobre estratégias de como lidar com a saúde mental. Falamos sobre mudança de país. Morar na Austrália e como tem fica nossa saúde mental com traumas e abusos no passado. Vem participar.
O participante é também um Fonoaudiólogo chamado Thiago Mathias e você encontra o perfil dele no @fgo_thiago
Quer falar comigo e participar do podcast? Vem me mandar uma mensagem.
@Gracifonopelomundo
Abraço
A saúde mental está ligada diretamente ao comunicar, e a vontade de se relacionar com o outro. Nesse episódio eu trago uma reflexão sobre como muitas vezes nos colocamos à disposição nas redes sociais, quando poderiamos respeitar o nosso desejo de estar calado(a) e como podemos pensar em estimular nossa saúde mental.
Se estiver na Austrália e sentir necessidade ligue para o Lifeline. 13 11 14
https://www.lifeline.org.au
Abraço
Você já passou por isso?
Os 7 erros que travam na comunicação estao aqui pra reflitirmos e assim se auto conhecer e evitar que ocorram.
Me conta se gostou
@Gracifonopelomundo (instagram)
Vem receber mais informações especiais por lá.
Abraço Graci
Eu como Fonoaudióloga venho fazendo entrevistas pelos últimos 5 anos na Austrália e achei importante trazer essas informações de como sua comunicação é importante em uma entrevista de emprego. Eu conto um pouco do Passo a passo de como acontece aqui e os pontos importantes a serem pensados para uma entrevista fora do país.
Espero que goste!
Me manda uma mensagem no @Gracifonpelomundo com a sua sugestão.
Graciele M Pizzol
Sabe aquele Silêncio após uma pergunta? Aquela reflexão que os sábios fazem antes de responder... Esse episódio fala sobre isso.
Provérbio 17:28 "Até o tolo, estando calado, é tido por sábio;"
Espero que aproveite!
Graciele Pizzol
@Gracifonopelomundo
Você é ou conheçe um perfeccionista? Então saiba, isso pode afetar sua comunicação. Falar bem e utilizar a comunicação de maneira estratégica vai muito além das redes sociais. 90% das nossas interações acontecem quando nos relacionamos individualmente com as pessoas. Por isso, tão importante quanto desenvolver a sua oratória ou a habilidade para gravar vídeos é dedicar atenção a comportamentos que repetimos diariamente e que podem estar prejudicando a sua comunicação e os seus relacionamentos como o perfeccionismo.
Comunicadores perfeccionistas tendem a não se sentir preparados para aceitar convites para falar em público, conceder entrevistas e acreditam que não estão prontos para começar a publicar seus vídeos. O perfeccionismo paralisa e te impede de se desenvolver! Uma pesquisa feita em 2019 por pesquisadores da Universidade da Flórida concluiu que autointitular-se perfeccionista em uma entrevista de emprego, equivale a admitir ter altos níveis de estresse e ansiedade no trabalho e não representa nenhuma vantagem no desempenho das tarefas em comparação com os colegas “não perfeccionistas”.
Fica a dica! Ouça e me conta se faz sentido para você...
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