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A pandemia de covid 19 sobrecarrega os hospitais e unidades de pronto atendimento. Países mais pobres e em desenvolvimento sentem um pouco mais. E Varginha é diretamente impactada por oferecer serviços de saúde para toda a região. Um desses serviços é o tratamento de oncologia, que atende pacientes locais e de outras 60 cidades, gerando um grande movimento diário de quem está sendo tratado, de familiares e de profissionais envolvidos no transporte dessas pessoas. Este foi um dos temas da entrevista concedida ao Jornal de Vanguarda desta sexta-feira 5 pelo Coordenador da Oncologia do Hospital Bom Pastor, Rodrigo dos Santos Maganha (foto).
Médico oncologista, Rodrigo Maganha também avaliou como positiva a aprovação de um projeto de lei pelo Senado tornando obrigatória a cobertura de quimioterapia de uso oral em casa para clientes de planos de saúde - saiba mais. Maganha considera a medida um grande avanço e espera que os pacientes do SUS também sejam beneficiados.
Foto: Rodrigo Maganha (Oncominas)
Estamos muito distantes da crise econômica dos anos 1980-90 no Brasil, porém, o cenário de baixo crescimento econômico está posto. A inflação está relativamente controlada e as contas públicas vão bem. Nem tudo está perdido e há muitas oportunidades de reformular tudo para o País voltar a crescer. É o que diz o economista Marçal Serafim Cândido -- Professor da UNIFAL-MG em Varginha, contador, especialista, mestre e doutor em Controladoria e Finanças.
Marçal (foto) cita o caso de pequenas e grandes empresas que estão crescendo, mesmo na crise, embora haja uma grande maioria sofrendo muito. O economista analisou o cenário de falta de crédito, fuga de investimentos e aumento do desemprego. Também comentou o papel de cada um de nós na preparação para a vida pós-pandemia e como atores locais apartidários podem se unir às autoridades para garantirem o desenvolvimento.
Ao final, o professor disse o que faria se tivesse hoje um bom dinheiro: abriria uma empresa para gerar emprego e renda ou aplicaria no mercado financeiro para se proteger, esperando um momento melhor?
Há oito dias manifestantes pedem Justiça pela morte de George Floyd, em Minneapolis, nos Estados Unidos, por um policial. O episódio fez explodir a questão racial em solo americano e em várias partes do mundo. Aconteceram atos em Sidney, Paris, Amsterdã, Londres, Berlim, Barcelona, Cidade do México e em diversas cidades do Brasil. Floyd tinha 46 anos e foi morto na segunda 25 de maio depois de ficar prensado sob o joelho de um policial branco por quase 10 minutos.
Em sua participação semanal no Jornal de Vanguarda, o publicitário e consultor de marketing, Alexandre Prado, discutiu o tema nesta quarta-feira 3, com a advogada Marina Cezário dos Santos Felipe: mediadora, tesoureira da Comissão da Promoção da Igualdade Racial da OAB Varginha e da Comissão de Conciliação e Mediação OAB, membro do coletivo Preta in Foco e Preta Literário.
Alexandre e Marina falaram de história, sociologia, política e ética. Abordaram a questão global, citaram eventos nacionais e trataram de assuntos locais relacionados à questão racial.
Foto: Marina Cezário (Juliano Lemes)
A habilidade do piloto evitou uma grave acidente com um dos helicópteros do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) em Varginha. Conhecidos como Arcanjos, esses helicópteros têm papel essencial nas ações de busca e salvamento. Em entrevista a Carlos Otávio, no Jornal de Vanguarda desta quarta-feira 3, o oficial que pilotava a aeronave, Major Fábio Alves Dias, contou detalhes do manobra para evitar o acidente por conta de linha chilena.
Na tarde de terça-feira (2), a aeronave voltava de uma operação de salvamento e se preparava para o pouso.. A grande quantidade de pipas chamou a atenção e uma linha chilena quase atingiu o helicóptero.
Foto: CBMMG
Você tem sido acessível? Com esta pergunta, Aline Sarto chamou para uma reflexão sobre os novos tempos e a necessidade de cada um de nós se reinventar na vida pessoal e profissional. É mais um episódio da série que Aline vem apresentando durante a pandemia de covid-19.
Aline Sarto participa toda terça-feira do Conexão Vanguarda -- Rádio Vanguarda de Varginha: 103,1 MHz, de segunda a sexta-feira, 11h.
A pandemia de covid-19 segue apresentando faturas. Um dos resultados nefastos é o aumento do desemprego, que gerou uma análise criteriosa do Grupo de Estudos Econômicos do Sul de Minas (GEESUL). Nesta segunda-feira 1, o Jornal de Vanguarda apresentou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), relativos a Varginha e ouviu o membro do GEESUL, Guilherme Vivaldi -- consultor organizacional de empresas, especialista em Gestão Estratégica de Negócios, pós-graduado em Gestão de Pessoas, mestrando em Gestão e Desenvolvimento Regional, professor e escritor.
Vivaldi comentou a realidade local e regional, analisou o quadro por setores, apontou as cidades que registraram saldo positivo na geração de empregos -- uma delas é Monte Belo (foto) -- e falou das perspectivas.
Clique aqui para acessar o estudo do GEESUL na íntegra.
Em suas considerações finais, o estudo sustenta: “Para a estabilização dos empregos é necessário entender as características econômicas locais para que assim as políticas econômicas sejam adotadas de forma mais eficaz (...) Ressalta-se ainda que adotando-se isolamento social ou não, os fatores de redução da renda e mudança de hábitos de consumo irá exigir por parte de governos estímulo das atividade econômicas, para retorno do emprego e da renda, que se multiplicará entre setores (...) Por parte das empresas, será fundamental o repensar do modelo de negócios no sentido das novas formas de atendimento ao público e da sua estabilidade financeira de médio e longo prazo. Por fim para população resta a adaptação às novas exigências do mercado de trabalho que estão ocorrendo no momento e principalmente no pós pandemia".
O estudo do GEESUL foi assinado por 4 pesquisadores membros do Grupo, os professores Guilherme Vivaldi, Pedro dos Santos Portugal Júnior, Marcelo Castro Ávila e Júlio Marcelo Machado de Paiva.
Foto: Vista parcial de Monte Belo (Prefeitura Municipal de Belo)
O Ministério Público entrou com ação pedindo a revogação dos decretos que autorizaram a reabertura das academias, clubes e shopping de Varginha, mas a Justiça negou. Os promotores têm 15 dias para recorrer a contar da data de assinatura do despacho. Em sua argumentação, o Ministério Público sustentou que as normas da Prefeitura contrariam regras do Governo de Minas ao permitirem a reabertura do shopping, clubes e academias, com restrições, desde 4 de maio.
O MP também pediu a suspensão das regras em relação a missas, cultos e demais atividades religiosas e que seja limitado o número de pessoas a 30 em locais deste tipo de celebração.
O juiz da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Varginha, Wagner Aristides Machado da Silva Pereira, negou o pedido. Em um dos trechos do despacho, o juiz escreveu: “Para alguns ficar em casa, em isolamento, tem sido fácil, pois o salário continua sendo depositado todo mês, mas, para muitos, essa não é a realidade, sendo que existem pais de família em situação de impotência, desespero e miséria. (…) Entendo, ainda, que, pelo menos nesse momento, o direito à vida e à saúde vem sendo resguardado pelo Município de Varginha, que adotou medidas de flexibilização, com responsabilidade, demonstrando estar preparado para a pandemia".
Um dos especialistas ouvidos pelo juiz antes de tomar a decisão, o médico sanitarista Armando Fortunato Filho, falou ao Jornal de Vanguarda nesta segunda-feira 1, sobre como os profissionais de saúde argumentaram.
Foto: Vista parcial do Via Café Garden Shopping, de Varginha (Redes Sociais)
Quem se recuperar economicamente em 2020 e tiver recebido o auxílio emergencial, irá devolver o dinheiro ao governo em 2021. A novidade faz parte do último pacote de alterações no chamado "corona voucher", a destinação mensal de R$ 600 por três meses a pessoas atingidas pelos efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Apenas será dispensado de devolver o dinheiro o cidadão que terminar o ano de 2020 com renda até o limite de isenção do Imposto de Renda, hoje em R$ 28.559,70. Este foi um dos temas da entrevista concedida nesta sexta-feira 29 ao Jornal de Vanguarda pelo Administrador e Especialista em Administração Financeira, Professor Marcelo Castro Ávila.
Marcelo falou também sobre os programas de apoio a micro, pequenas e médias empresas e as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores para obter crédito, diante das exigências feitas pelos agentes financeiros.
O especialista deu dicas para os empresários que dependem da ajuda no momento e desejam recorrer aos empréstimos garantidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Imagem: Agência Brasil
Space Force é uma futura série de televisão americana de comédia criada por Greg Daniels e Steve Carell, que acaba de estrear na Netflix. Nesta quinta-feira 29, data da estreia, Dênis Augusto, do canal O Analisador e do podcast Sala da Discórdia, comentou a atração.
Imagem: Divulgação
A mobilidade dentro e fora de casa possibilita uma vida ativa, com propósito e significado na velhice. A pandemia de covid-19 impõe enormes desafios para toda a sociedade. E as pessoas idosas estão sendo altamente afetadas, não só por terem maior risco de desenvolver as formas graves da doença, mas pelas recomendações de distanciamento e isolamento social. A restrição da mobilidade nos espaços de vida, em particular fora de casa, leva a uma diminuição do nível de atividade física e resulta no comprometimento da capacidade funcional, dificulta o manejo das doenças crônicas e aumenta o risco de fragilidade.
Um estudo multicêntrico sobre o tema envolve pesquisadores de diferentes universidades brasileiras em uma rede denominada Remobilize (Rede de Estudos em Mobilidade no Envelhecimento. Por meio de questionários online e de entrevistas por telefone, o grupo pretende reunir dados capazes de melhorar as condições de vida deste público durante e após a pandemia.
A professora Mônica Ferreira (foto), coordenadora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS-MG) integra e grupo e falou ao Jornal de Vanguarda desta quinta-feira 28. Mônica considera positivo o engajamento alcançado até agora e orienta os interessados em participar.
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