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Existem afirmações que chegam somente para tumultuar o ambiente, mas tem muita coisa que leva as pessoas a pensarem e até provocam mudanças de atitudes. Mudanças positivas. Recentemente, o CEO da Mercedes no Brasil e na América Latina, Philipp Schiemer, disse que os políticos estão mais focados em eleição do que em resolver a crise. Este foi o ponto de partida para a participação semanal de Alexandre Prado no Jornal de Vanguarda. Publicitário e consultor de marketing, Alexandre Prado comenta temas locais e nacionais no quadro "Análise Van FM" toda quarta-feira.
Hoje (20), Prado abordou pedidos de aumentos de salários, o jogo de vaidades entre os políticos brasileiros, a instalação de barreiras sanitárias em Varginha e a proposta de adiamento das eleições municipais, previstas inicialmente para 4 de outubro.
Como utilizar a comunicação a favor do seu crescimento pessoal e profissional. Este foi o tema de Aline Sarto, no Conexão Vanguarda desta terça-feira 19.
Toda semana, Aline apresenta dicas de experiência no Conexão, em parceria com o Jornalismo de Vanguarda.
Por causa da pandemia, uma rede de restaurantes do Rio de Janeiro demitiu funcionários, e mandou a conta para o Governo do Estado. Foi apenas um dos casos registrado por lá. E outros poderão vir. A rede de restaurantes buscou respaldo na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A alternativa usada pelos empresários não é tão simples assim, segundo os advogados Higor Paz e Matheus Patrício, do podcast "Um Leão por Dia".
Em sua participação semanal no Jornal de Vanguarda, Higor e Matheus explicaram a história, disseram se isso pode ser precedente para outros casos, explicaram como ficam os direitos dos funcionários e as alternativas para o empregador antes de uma atitude extrema como esta.
Imagem: Matheus Patrício
Já está no ar o Portal da Educação da Rede Municipal de Varginha. Por meio dele, as atividades escolares vão acontecer durante a pandemia de Covid-19. Serão atividades a distância facilitadas pela tecnologia digital e analógica. Em entrevista exclusiva, a Secretária Elaine Biancastelli, falou dos recursos, de como a comunidade escolar se preparou e dos ajustes constantes que serão feitos, já que a pandemia é muito dinâmica. Biancastelli também adiantou que a TV Princesa poderá ser usada como meio de fazer o conteúdo chegar a quem não tem acesso à internet.
Roteiros de atividades comporão uma programação semanal proporcional ao número de aulas oferecidas pela matriz curricular para cada ano/série e componente curricular, desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental II. Serão oferecidos materiais impressos das atividades aos alunos que não tiverem acesso ao portal, uma forma de contemplar a todos.
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Reitores de universidades federais defendem adiamento do ENEM. Em nota, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realçou a importância do Exame Nacional do Ensino Médio e do direito à educação. O documento ressalta a necessidade de adiamento das datas do Enem e definição de um novo calendário para o exame.
A Associação cita a impossibilidade de realizar atividades escolares presenciais por causa da pandemia de Covid-19, o que acentua as desigualdades de concorrência entre estudantes de classes sociais e regiões diferentes.
O reitor da UNIFAL-MG, professor Sandro Amadeu Cerveira, argumenta que a posição da Andifes não atende apenas a demanda da comunidade acadêmica das universidades e institutos federais, mas de toda sociedade.
A partir deste ano, o exame terá duas modalidades de provas: as impressas, com aplicação prevista para os dias 1 e 8 de novembro; e as digitais, para os dias 22 e 29 de novembro. Cerca de 100 mil participantes vão poder escolher entre as modalidades. As inscrições vão até o dia 22 de maio, na página do Enem. O Governo admite até adiar um pouco, mas diz que o Enem vai ocorrer em 2020.
Foto: São esperados mais de 2,3 milhões de estudantes no Enem 2020 (Valter Campanato/Agência Brasil)
A comedia norte-americana Dumplin é a indicação da semana de Dênis Augusto, do canal O Analisador e do podcast Sala da Discórdia.
O filme de 2018 é dirigido por Anne Fletcher e escrito por Kristin Hahn, baseado no romance adulto jovem homônimo, de Julie Murphy.
Imagem: Divulgação
O Brasil tem cerca de 13 milhões de desempregados. A taxa de abril chegou aos 12,2% da população economicamente ativa, segundo dados da PNAD Contínua. E o desemprego pode ser o maior dos últimos 25 anos, de acordo com analistas ouvidos pelo Valor Econômico. Neste cenário, muita gente faz pouco do próprio trabalho, atende de mau humor e realiza suas tarefas como se fizesse um favor ao cliente. Em número menor, há os que trabalham felizes e, raramente, ficam desocupados. Este foi o tema da participação semanal do publicitário e consultor de marketing Alexandre Prado, no Jornal de Vanguarda.
Prazo falou dos diferentes perfis, de motivação, qualidades valorizadas pelo mercado e da nova realidade do mercado de trabalho.
"Quando vivemos um problema, a pessoa sempre pergunta: por que isso acontece comigo? Se mudar essa pergunta, muda o comportamento. E a pergunta é: o que eu posso fazer pra isso acontecer de forma diferente?", explica.
O que podemos fazer agora, durante a pandemia, e o que deveremos fazer depois. Este é o tema do comentário semanal de Aline Sarto.
Toda terça-feira Aline Sarto participa do Conexão Vanguarda -- Rádio Vanguarda FM, Varginha/MG, 103,1 MHz, 11h.
Em poucos dias algumas decisões chamaram atenção para possíveis riscos à privacidade dos brasileiros, especialmente durante a pandemia de Covid-19. Foi adiada para 2021 a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). E o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o acesso ao cadastro de milhões de brasileiros pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), que faria o censo demográfico por telefone.
Em entrevista ao Jornal de Vanguarda desta sexta-feira 8, o advogado Adriano dos Santos Oliveira analisou os impactos do adiamento e também falou sobre a enorme coleta de dados que vem sendo realizada em todo o mundo por empresas e governos, durante o enfrentamento à pandemia. Quais são os riscos à privacidade?
Imagem de Robinraj Premchand por Pixabay
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem (7), após reunião com empresários em Brasília, que manter as medidas de quarentena por mais tempo levará a um colapso econômico e à desorganização social. Guedes foi além: pode começar a faltar produtos nas prateleiras. A reunião foi entre empresários e o presidente Jair Bolsonaro.
O presidente é abertamente defensor do relaxamento da quarentena e da reabertura da economia. No início da quarentena, a população correu aos supermercados e fez compras em quantidades maiores do que o necessário. Isso gerou falta de alguns itens. Além de desabastecimento, a corrida aos supermercados elevou o preço dos alimentos, encarecendo o custo de vida em um momento em que a população sofre com desemprego e está sem dinheiro.
No início do isolamento social, indústrias e varejistas disseram que não era preciso fazer estoque de comida em casa, pois não faltariam produtos. O Brasil tem 98 mil supermercados, segundo a ABRAS, associação do setor. A entidade garante que o abastecimento está normal e os estoques estão sendo repostos. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também garante que o abastecimento de alimentos não corre riscos.
Em análise exclusiva para o Jornal de Vanguarda desta sexta-feira 8, o Professor Dr. Pedro dos Santos Portugal Júnior (Grupo de Estudos Econômicos do Sul de Minas [GEESUL); Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS-MG) e do Levante Sul de Minas, falou em retórica política, a necessidade de ter cautela nas declarações e que não há risco de desabastecimento.
Imagem de CYNICALifornia por Pixabay
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