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No último episódio da primeira temporada de Confissões de uma líder, eu falo sobre como lidar com contrariedades na liderança, pois aprender a ouvir ideias diferentes nos permite soltar um grande peso ou obrigação imposta pela posição de líder, de que só ele pode e deve saber o caminho, se libertar disso te traz novamente a suas mãos a sua humanidade, e aproxima as pessoas de você para que seja possível trabalhar em equipe, desapegando das dores que o ego insere em nosso peito, para sustentar a imagem de líder que é super herói.
Esse episódio é para líderes que estão começando na liderança, e criam diversas expectativas que podem prejudicar ou gerar comportamentos sabotastes! Por isso nesse episódio falo sobre como é essa jornada e qual a melhor forma de agir, exatamente da forma que eu gostaria que alguém tivesse me contado, talvez teria sido mais fácil!
Quando um coach fala: “o poder esta dentro de você” , “você consegue” pode até te empoderar, mas logo quando você vive o desafio e sente todo desconforto a mágica dessas palavras acaba, e você se questiona sobre suas capacidades.
Então gosto de pensar diferente, o que superar esse desafio pode me ensinar? E o quanto ele vale a pena para sua vida?
Liderar é se conectar com as pessoas, e confundimos muito as coisas, como por exemplo: o medo de falar verdades duras, deixar de falar para não magoar, isso não é sobre generosidade, é negligência. São verdades duras, mas genuinamente sinceras com a intenção de ensinar e promover uma mudança positiva, você é líder com a missão de alinhar as pessoas e dar direção, o momento de feedback não é apenas de crescimento para sua equipe, mas para você também, são duas pessoas frente a frente em um momento que não precisa ser um tabu.
Nesse episódio eu te provoco a pensar sobre o porquê fugimos tanto de sermos melhores amigas de nós mesmas, e porque deixamos ecoar vozes tão perversas e críticas a nosso respeito? Será que merecemos ser tão perversamente exigentes com nós mesmos?
Como se já não fosse desconfortável o bastante, considerar-se uma impostora, ela também traz outras consequências às vidas das mulheres como por exemplo comportamentos de autossabotagem.
Neste episódio explico o que é ser cíclica e o impacto dessa ciclicidade na liderança. As mulheres não têm uma consistência muito regular e inalterável, e fomos “treinadas” a passarmos por cima das nossas necessidades e a nos manter sempre iguais – dispostas, energéticas, racionais, fazedoras e amorosas. Porém, isso se torna insustentável. Daí que muitas vezes vem nosso cansaço e esgotamento, por negar essas fases diferentes e desejar andar sempre em uma linha reta. As mulheres possuem uma consistência mensal, que varia de semana para semana, e assim também são as suas habilidades, capacidades e processos mentais, físicos, emocionais e espirituais. O que não faz das mulheres instáveis, mas sim, seres mutáveis e com capacidades diferentes e distintas a cada período regular de tempo. E isso precisa ser aproveitado ao seu máximo, no tempo certo.
Você já parou para pensar sobre os inúmeros estereótipos ligados às mulheres líderes? Perceba quantas críticas associadas ao feminino, desde cedo homens são treinados para parecer fortes para não ser uma mulher, e nós mulheres somos treinadas para parecer frágil para não ser homem, e quando iniciei a liderança eu queria parecer forte para sobreviver aquele ambiente onde a maioria era homens, e não ser vista como frágil, e isso tirar minha autoridade, neste episódio eu conto minha história trabalhando em um ambiente masculino e como fui conquistando meu espaço através do entendimento do viés de gênero.
Neste episodio navego entre vários pontos:
- Necessidade de ser útil
- Condicionar seu valor a perfomance
- e a coodependência.
Eu submetia meu valor a performance e sentia uma obrigação de ser útil. Nós seres humanos temos um senso de utilidade muito grande, uma necessidade imperiosa de sermos uteis, e de sempre estar produzindo alguma coisa, e acho isso importante para realizarmos nossos sonhos e alcançar objetivos, porém devemos ter cuidado para não tornar isso uma condição única para ser respeitado como líder!
Já reparou que nunca associamos a nossa criança com a liderança? Nossas referências são baseadas na teoria, prática e cases de lideres bem sucedidos, e estudiosos inspiradores, mas nunca o que nos aconteceu até aqui. Neste episódio te convido para olhar a nossa criança, assim descobre-se que a vida adulta é sempre menos adulta do que parece, ela é pilotada por restos e rastros da nossa infância. E trazendo isso para o seu desafio de ser líder, veja que você é a composição de tudo que te aconteceu, é a soma de todas suas experiências até aqui, e isso te torna um líder único.
@soulizalves
Oi eu sou a Liz, e sou um pouco de tudo, navego entre exatas como engenheira e humanas como mentora de carreira e liderança, creator e palestrante nas horas vagas.
Atuando na Gestão Industrial há mais de 10 anos, desenvolvi talentos em diversas áreas. Hoje como mentora ajudo profissionais a navegar com mais segurança pelas águas turbulentas do mercado de trabalho. Além de ensinar líderes de forma prática através do compartilhamento das minhas experiências como diretora de operações.
Sei que a teoria da liderança parece ser muito subjetiva, as vezes complexa e difícil de inserir no contexto dos nossos desafios diários, quando comecei como líder senti falta de um bom direcionamento, por isso compartilho com você o meu dia a dia como líder, minhas confissões, desabafos, e aprendizados, através de um papo diferente sobre liderança.
Aqui eu abro o meu diário de confissões de uma jornada recheada de experiências, por isso te convido a fazer parte dessa aventura de autodescobrimento junto comigo, porque liderar não precisa ser solitário, você pode contar comigo nesse processo, vamos juntos!
@soulizalves
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