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E na contagem da saga Harry Potter, iniciada em 2020, Leandro Las Casas e Pedro Leão enfim chegam ao quatro livro. A obra é considerada por eles uma ponte para a fase mais madura dos personagens principais e da própria história. Afinal, desde o ataque dos mascarados na Copa do Mundo de Quadribol, passando pela trama secundária da família Crouch, até o ressurgimento de Lorde Voldemort, o leitor experimenta emoções e sensações nunca antes vivenciadas na série de livros. É sim um prato cheio!
“O Ladrão de Casaca”, criado e publicado no início do século XX, voltou com tudo às listas dos livros mais vendidos. Foi através da adaptação de uma série francesa que o sorrateiro mestre dos disfarces chegou ao conhecimento, ou voltou a atiçar o interesse do público do mundo todo. E por isso aproveitamos o embalo do sucesso da produção para abordar esse efeito estrondoso dos cinco episódios e refletir sobre os contextos históricos que esconderam a obra de Maurice Leblanc por tanto tempo e também sobre o papel do streaming para a literatura.
ALERTA DE POLÊMICA! Lemos, participamos e discordamos da treta criada pelo influencer e youtuber Felipe Neto no Twitter. Mas decidimos trazer a discussão para o nosso podcast! Afinal, por que os adolescentes e jovens deveriam ler grandes clássicos de Álvares de Azevedo e Machado de Assis?! No episódio, falamos das nossas experiências pessoais em escolas particulares e públicas, com professores que estimulavam a leitura (ou não) e também como vestibulandos. Deu tempo até de abordar um pouquinho, de modo superficial e rápido, as metodologias adotadas em sala de aula. E aí, qual sua opinião?
As grandes livrarias acumulam dívidas milionárias e anos de crise. Em recuperação judicial desde 2018, a Saraiva, por exemplo, tenta pagar uma dívida de R$ 292,5 milhões. De lá pra cá, foram centenas de demissões e unidades fechadas. O mesmo aconteceu com a Livraria Cultura, que entrou em 2021 anunciando o fechamento de lojas em cidades como Campinas-SP e Brasília-DF. Mais do que uma mudança no mercado, com a Amazon botando tudo à prova, o momento indica uma tragédia anunciada e uma oportunidade de reflexão. Afinal, como ficam as pequenas livrarias? E os leitores?
Na segunda parte da conversa com a doutora em Letras pela Universidade de São Paulo, Anselma Garcia de Sales, Leandro Las Casas e Pedro Leão entendem um pouco mais sobre a trajetória da romancista, poetisa, contista e ensaísta Conceição Evaristo. A autora de "Becos da Memória" e de outros livros é vencedora do Prêmio Jabuti de Literatura, mas tem a obra marcada também pela condição de mulher negra que articula reflexões sobre questões de gênero, raça e classe social.
A doutora em Letras pela Universidade de São Paulo, Anselma Garcia de Sales, conhecedora da obra de Conceição Evaristo, é a convidada do episódio que inaugura o espaço de entrevista do podcast. O livro lido e comentado pelos participantes é "Becos da Memória", escrito na década de 80 e publicado pela primeira vez só em 2006. A história, no entanto, se passa nos anos 60 em uma favela de Belo Horizonte. Mais do que isso, a obra é um dos mais importantes romances memorialistas da literatura contemporânea brasileira.
CHEGA AO FIM 2020! E no último dia do ano, Leandro Las Casas e Pedro Leão relembram as obras o que leram, fazem um balanço do número de livros que tiveram em mãos e aproveitam para indicar também alguns títulos. Tem títulos de Neil Gaiman e Primo Levi na lista! Ah! E com direito a queima de fogos, eles aproveitam para dar uma dica do que esperar logo no começo desse iminente 2021...
Charles Dickens, Carl Barks, J. R. R. Tolkien e Carlo Collodi estão neste especial de Natal. O episódio está repleto de histórias, curiosidades, lembranças afetivas e piadas ligadas a essa data festiva. Não faltam indicações de livros, claro, mas também não falta conversa sobre essas obras e até sobre uva passa.
O naturalismo surge e é perfeitamente exemplificado no clássico lido por muitos no período pré-vestibular. No episódio, além de exaltar a obra nacional, publicada em 1890, Pedro Leão e Leandro Las Casas usam as características do movimento artístico e literário para lembrar do contexto histórico da trama e fazem reflexões sobre racismo, machismo e homofobia. Dá tempo até de comparar o enredo com uma peça famosa escrita cerca de 70 anos depois.
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