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Entrevista com Rodrigo Michel de Moraes, Subsecretário de Tecnologia da Informação - Governo de Goiás
Em busca de qualidade, agilidade e utilidade nos processos, cada vez mais vemos a inovação e tecnologia a serviço do cidadão.
Na estrutura das empresas privadas, os segmentos atendem ao interesse de nichos específicos de consumidores. Quando o apelo é público, o Governo precisa oferecer serviços e soluções de problemas para todas as camadas da população.
O desafio da inovação e da aplicabilidade da tecnologia é o foco de Rodrigo Michel de Moraes, subsecretário de Tecnologia da Informação do Governo de Goiás.
Com sua experiência, tanto na esfera privada quanto pública, defende a chama "Tríplice Hélice da Inovação". Ela é composta pela união entre o Estado, o mercado (empresas privadas e startups) e a academia (escolas e universidades). De acordo com o subsecretário, esse é "o difusor e multiplicador de serviço e tecnologia para o cidadão".
Durante a conversa com o CEO da ConsulPaz, Ari Pellicioli, Rodrigo abordou esse e outros aspectos relevantes para colocar, de fato, a inovação e tecnologia a serviço do cidadão.
Entrevista com Mórris Litvak, CEO e Fundador da Maturi
Talento não tem idade, porém o mercado olha de maneira diferente para o profissional 50+. Nesta idade, a maior parte das pessoas começa a se tornar invisível para as empresas. É um comportamento cultural definido como preconceito etário, apesar de o Brasil estar caminhando para uma população cada vez mais madura.
Inspirado na história de sua avó, o engenheiro de software, Mórris Litvak, pesquisou, se aprofundou no tema e criou em 2015 a Maturi. Pioneira no Brasil, é uma plataforma voltada a auxiliar os profissionais 50+ de forma gratuita. Hoje, possui mais de 200 mil pessoas cadastradas, além de 1500 empresas.
A Maturi apoia as organizações na criação de banco de talentos 50+, treinamento e consultoria sobre diversidade etária, integração geracional e processos de seleção. Busca, também, conscientizar o mercado sobre o valor de profissionais maduros e com diferentes experiências para o mercado.
No bate-papo para a Revista Conteúdo Compartilhado, Mórris compartilhou ideias, experiências e informações relevantes sobre o mercado atual e futuro para o profissional 50+.
Entrevista com Fabiane Moretz, Gerente de Serviços Compartilhados do Grupo Fleury
O modelo de Centro de Serviços Compartilhados (CSC) pode ser um ótimo parceiro estratégico de negócio. Aliado ao uso de tecnologia, metodologias inovadoras e gestão de pessoas, viabiliza resultados importantes de eficiência para as organizações.
Fabiane Moretz possui mais de 15 anos de experiência atuando na área de backoffice. Além da vasta experiência com processos operacionais, também possui muito conhecimento referente ao uso de automações e RPA para otimização dos processos.
Em um bate-papo descontraído, Fabiane conta sobre sua experiência com implementações de CSC e compartilha que a relevância do negócio pode ser potencializada tendo foco no core da empresa, além de outras dicas e experiências valiosas.
Recentemente, a SAP promoveu um encontro internacional com seus parceiros de venda da América Latina e Caribe. Leovani Marques Filho, sócio diretor de Delivery da Fusion Consultoria, esteve presente e compartilhou alguns insights do evento na entrevista para a Revista Conteúdo Compartilhado.
Ele trouxe as percepções que teve no evento, antecipou cenários e reforçou as oportunidades que existem neste mercado para as empresas e consultores.
Leovani trabalha com os produtos da SAP há pelo menos 20 anos. É formado em Administração de Empresas e Análise de Sistemas, com especialização em Gestão de Projetos. Atualmente, é responsável pela área de delivery, escritório de projetos, implantações de new clients, projetos de escopo fechado, implantação de produtos Fusion como Autodoc, F-tax, entre outros.
"Vejo muitas estratégias de ESG que não são eficazes porque elas não estão vinculadas ao core business das empresas", alerta Hildengard Allgaier, CEO e fundadora da ehlo, em um bate-papo com Ari Pellicioli, CEO da ConsulPaz, e Guilherme Gondim, da Comunicação e Marketing.
A pauta ESG (environmental, social and governance) é hoje, mais do que nunca, essencial para as empresas e tem provocado CEOs a também se reciclarem como líderes e se reinventarem como profissionais para disseminar uma onda de transformação global nas questões ambientais, sociais e de governança. Neste caminho, a ehlo, escola de inovação e sustentabilidade, tem contribuído, em parceria com consultores da área, promovendo palestras, cursos, projetos de consultoria, mentoria e coaching para executivos.
Inquieta e otimista, Hilden, como também é conhecida, quer ir além transformando a Ehlo em um hub de conteúdos de ESG para que possa permitir acesso ainda mais àquilo que para ela não é somente um negócio, mas um propósito de vida e trabalho diário.
Hilden é graduada em Relações Públicas pela Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS com MBA pela Universidade de Nottingham na Inglaterra. Trabalha com sustentabilidade e ESG há mais de 16 anos e, nos últimos 7, se dedicou à área de educação como mentora de carreiras e gerente de inovação da escola de negócios da Universidade de Oxford na Inglaterra. É professora do curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular da PUCRS, foi Diretora de Novos Negócios do Sistema B Brasil e é Fellow da Royal Society of Arts de Londres.
Não existe empresa sem pessoas e não existem pessoas sem emoções. Hoje, quem não pulsa seus negócios com Inteligência Emocional não vai a lugar algum. Por muito tempo, a busca pelo resultado a qualquer preço e o foco na melhor performance esvaziaram o propósito das pessoas e, consequentemente, das empresas. As corporações até atingiam suas metas, mas faltava um maior engajamento. Era como se não houvesse alma e, acima de tudo, coração. É o que não falta para Alessandra Gonzaga e Marcelo do Carmo Rodrigues.
Eles entraram de corpo e alma em 2007 em um projeto de sucesso que deu origem à Conexão IE, uma consultoria que trabalha com avaliação e desenvolvimento de inteligência emocional para pessoas, grupos e organizações. Numa conversa aberta, cheia de insights e experiências, Marcelo e Alessandra responderam às questões do CEO da ConsulPaz, Ari Alexandre Pellicioli e da Head de Comunicação, Marketing e Novos Negócios, Joana Sopper.
Alessandra é jornalista, escritora, mestre em Psicologia Clínica e doutora em Gestão de Pessoas, com certificações em inteligência emocional junto a mestres da Universidade do Texas A&M, de Harvard e de Yale. É Budista praticante, apaixonada por aprender sobre a difícil arte de encontrar serenidade interior e compaixão em um mundo tão desconectado da alma. Atua no campo da inteligência emocional desde o início do milênio, quando o assunto era tabu nas empresas, sendo facilitadora em programas de desenvolvimento de líderes, como coach e mentora, além de professora em cursos de pós-graduação em inteligência emocional na PUCRS e Kroton. Diretora da Conexão IE.
Marcelo é administrador, engenheiro elétrico e mestre em Economia. Ajuda executivos e empresas a tomarem melhores decisões, considerando de forma integrada razão, emoção e comportamento. O trabalho é desenvolvido de forma aberta e criativa, promovendo sentido ao lidar com temas como sistemas de governança e gestão, planejamento estratégico, arquitetura organizacional e carreiras executivas. Professor de economia, coordenador de curso de graduação e pós-graduação na Escola de Gestão e Negócios da Unisinos e no CENEX como facilitador. Diretor da Conexão IE.
Recentemente, a SAP promoveu um encontro internacional com seus parceiros de venda da América Latina e Caribe. Leovani Marques Filho, sócio diretor de Delivery da Fusion Consultoria, esteve presente e compartilhou alguns insights do evento na entrevista para a Revista Conteúdo Compartilhado.
Ele trouxe as percepções que teve no evento, antecipou cenários e reforçou as oportunidades que existem neste mercado para as empresas e consultores.
Leovani trabalha com os produtos da SAP há pelo menos 20 anos. É formado em Administração de Empresas e Análise de Sistemas, com especialização em Gestão de Projetos. Atualmente, é responsável pela área de delivery, escritório de projetos, implantações de new clients, projetos de escopo fechado, implantação de produtos Fusion como Autodoc, F-tax, entre outros.
Não existe empresa sem pessoas e não existem pessoas sem emoções. Hoje, quem não pulsa seus negócios com Inteligência Emocional não vai a lugar algum. Por muito tempo, a busca pelo resultado a qualquer preço e o foco na melhor performance esvaziaram o propósito das pessoas e, consequentemente, das empresas. As corporações até atingiam suas metas, mas faltava um maior engajamento. Era como se não houvesse alma e, acima de tudo, coração. É o que não falta para Alessandra Gonzaga e Marcelo do Carmo Rodrigues.
Eles entraram de corpo e alma em 2007 em um projeto de sucesso que deu origem à Conexão IE, uma consultoria que trabalha com avaliação e desenvolvimento de inteligência emocional para pessoas, grupos e organizações. Numa conversa aberta, cheia de insights e experiências, Marcelo e Alessandra responderam às questões do CEO da ConsulPaz, Ari Alexandre Pellicioli e da Head de Comunicação, Marketing e Novos Negócios, Joana Sopper.
Alessandra é jornalista, escritora, Mestre em Psicologia Clínica e doutora em Gestão de Pessoas, com certificações em inteligência emocional junto a mestres da Universidade do Texas A&M, de Harvard e de Yale. É Budista praticante, apaixonada por aprender sobre a difícil arte de encontrar serenidade interior e compaixão em um mundo tão desconectado da alma. Atua no campo da inteligência emocional desde o início do milênio, quando o assunto era tabu nas empresas, sendo facilitadora em programas de desenvolvimento de líderes, como coach e mentora, além de professora em cursos de pós-graduação em inteligência emocional na PUCRS e Kroton. Diretora da Conexão IE.
Marcelo é administrador, engenharia elétrica e mestre em Economia. Ajuda executivos e empresas a tomarem melhores decisões, considerando de forma integrada razão, emoção e comportamento. O trabalho é desenvolvido de forma aberta e criativa, promovendo sentido ao lidar com temas como sistemas de governança e gestão, planejamento estratégico, arquitetura organizacional e carreiras executivas. Professor de economia, coordenador de curso de graduação e pós-graduação na Escola de Gestão e Negócios da Unisinos e no CENEX como facilitador. Diretor da Conexão IE.
"Vejo muitas estratégias de ESG que não são eficazes porque elas não estão vinculadas ao core business das empresas", alerta Hildengard Allgaier, CEO e fundadora da ehlo, em um bate-papo com Ari Pellicioli, CEO da ConsulPaz, e Guilherme Gondim, da Comunicação e Marketing.
A pauta ESG (environmental, social and governance) é hoje, mais do que nunca, essencial para as empresas e tem provocado CEOs a também se reciclarem como líderes e se reinventarem como profissionais para disseminar uma onda de transformação global nas questões ambientais, sociais e de governança. Neste caminho, a ehlo, escola de inovação e sustentabilidade, tem contribuído, em parceria com consultores da área, promovendo palestras, cursos, projetos de consultoria, mentoria e coaching para executivos.
Inquieta e otimista, Hilden, como também é conhecida, quer ir além transformando a Ehlo em um hub de conteúdos de ESG para que possa permitir acesso ainda mais àquilo que para ela não é somente um negócio, mas um propósito de vida e trabalho diário.
Hilden é graduada em Relações Públicas pela Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS com MBA pela Universidade de Nottingham na Inglaterra. Trabalha com sustentabilidade e ESG há mais de 16 anos e, nos últimos 7, se dedicou à área de educação como mentora de carreiras e gerente de inovação da escola de negócios da Universidade de Oxford na Inglaterra. É professora do curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular da PUCRS, foi Diretora de Novos Negócios do Sistema B Brasil e é Fellow da Royal Society of Arts de Londres.
Sabemos que o entretenimento tem muito potencial no Metaverso, mas existem outras oportunidades na indústria, na ciência, nas corporações e nos serviços. Como funcionará o sistema financeiro no Metaverso? Será descentralizado, com criptomoedas, blockchains e cripto ativos? Poderá ser centralizado sem perder a capacidade de gerar novas oportunidades?
Ari Alexandre Pellicioli, CEO da ConsulPaz, e Joana Sopper, Sócia-Consultora da ConsulPaz, conversaram sobre essas questões com o professor Pietro Martins, mestre em Ciência da Computação e docente em disciplinas como: Programação Orientada a Objetos, Bancos de Dados, Programação WEB, entre outras.
Pietro é também instrutor, consultor e desenvolvedor de aplicações blockchain na GoBlockchain. Coordena a Pós-graduação em Direito dos Cripto Ativos e Blockchain e da Pós-graduação em Privacidade e Proteção de Dados na Escola da Magistratura Federal do Paraná (ESMAFE/PR).
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