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Livro recomendado como material de estudo auxiliar, História Social da Música, de Henry Raynor vai além dos discursos sobre música e fala da construção dos discursos sobre música, analisando sua base material e o ambiente profissional no qual cada compositor estabeleceu sua contribuição.
Entenda como a arte no geral estimula a imaginação como fator para o desenvolvimento de um músico.
A palavra “escola” tem um outro significado que muitos esqueceram ou nem sabiam de sua existência, você conhecia desse significado?
Qual o tempo correto de estudo ao violão? Há algum fator individual que altere o “tempo certo” de estudo para cada pessoa?
O estudo op. 35, nº 1 de Fernando Sor tem alguns detalhes, apontados neste podcast, que não podem passar despercebidos na compreensão da peça, e que também servem como forma de aprendizado.
Apesar de ser considerado fácil, o estudo nº 22 do op. 35 de Fernando Sor tem uma complexidade que precisa ser muito bem compreendida. Entenda como é essa complexidade.
Vamos entender como o aspecto individual e o social influenciam diferentemente a vida de um músico.
Obra fundamental do repertório do século XX, a Homenaje pour le tombeau de Claude Debussy se insere em uma vasta história anterior e posterior à sua composição. Se há uma obra que sempre tem algo a dizer, é essa.
Essa comparação foi estabelecida desde os anos 50, 60, quando os métodos de Isaías Sávio foram publicados no Brasil, todo mundo deve se lembrar que Isaías Sávio criou no conservatório dramático musical a cadeira de violão. E ele separou e organizou um repertório muito vasto para a formação dos estudantes de violão, sempre dividindo em níveis de dificuldades. Evidentemente que Fernando Sor teria que entrar nessa seleção de Isaías Sávio.
Em 9 de junho de 1804, Ludwig van Beethoven e seu aluno Ries reúnem um grupo de músicos para fazer a primeira apresentação de sua Terceira Sinfonia, 'Bonaparte', a seu patrono, o príncipe Lobkowitz e seus convidados, incluindo o hipercrítico conde Dietrichstein, em Viena. A peça provoca argumentos políticos entre os jogadores e o público sobre se Bonaparte é um tirano ou, como acredita Beethoven, um libertador. O compositor também é rejeitado por seu antigo amor, a recém-viúva Josephine von Deym, embora o estadista mais velho visitante dos compositores Haydn faça um elogio estranho. Ao sair da reunião, Beethoven confessa a Ries que está perdendo a audição e depois lê que Bonaparte se declarou o imperador francês. Como resultado, ele perderá todo o respeito por Napoleão e mudará o título da sinfonia para 'Eroica'.
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