Conversando

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By Léko FernandesMusicMusic Interviews
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Conversando episodes

  • JORGINHO NETO - TROMBONISTA - 020

    “Você tem que estar em movimento. Se não estiver em movimento nada acontece”

    Jorgino Neto

    Esse conselho dado por ele é visível na carreira do Jorginho. Ele é daqueles músicos que não se limita a tocar e se torna um artista, um profissional, um empreendedor, um influenciador...

    Segundo o que ele diz, ele começou tarde na música. Apesar de ter tido o primeiro contato com o instrumento aos 13 anos de idade, foi aos 18 em uma festa com amigos que ele tocou o trombone em um contexto de "groove"e alí ele percebeu que aquele instrumento, que antes ele "não gostava" por tocar em uma banda marcial, poderia ser um super instrumento. E então decidiu ser um trombonista. E foi isso que aconteceu.

    O seu início na música se deu no Groove Soul, junto ao Valdeci (que você já ouviu aqui no episódio 01). Posterior a isso ele tocou com inúmeras bandas e artistas, mas rapidamente ele percebeu que deveria focar em sua carreira solo e ser um daqueles que colabora com a história do instrumento na música do seu país. Apesar de firmar e posicionar o trombone no Brasil, juntamente com outros nomes como Bocato e Raul de Souza, nomes com os quais ele esporadicamente divide o palco, ele rompeu as fronteiras brasileiras se apresentando nos EUA, Africa e Europa. Ou seja, ele está em movimento.

    E pelo jeito o movimento não vai parar por muito tempo. Haja visto que agora um dos seus objetivos é fazer um mestrado fora do país, quando acabar sua graduação na Faculdade de Música Souza Lima. Ou seja, ele está em movimento e está aprendendo constantemente.

    Esse episódio traz uma conversa que ensina muito. Independente da área que você atue, seja música ou o que for, o Jorginho nos ensina muitas coisas na maneira que ele pensa sobre o desenvolvimento de sua arte. Espero que esse episódio acrescente na sua vida e te motive a estar em movimento. 

    Deus abençoe


    OBS: PERDOE-NOS PELOS RUÍDOS EM ALGUNS MOMENTOS.

    1 hr 22 min
  • ERIC RIBEIRO - CONTRABAIXISTA - JULIANO SON, LIVRES - 019

    “Eu tenho um som na minha cabeça e tento tirar esse som. Talvez seja isso”

    Eric Ribeiro

    Presença. Se eu fosse resumir o som do Eric Ribeiro em uma palavra seria essa, presença. Aliás que fique registrado que entre nós (amigos mais próximos) o apelido dele é POBREMA, escrito assim mesmo. Isso por que quando ele toca é POBREMA!

    Quem o conhece sabe do que eu estou falando. Assim como o Mucão (que esteve aqui em nosso terceiro episódio) ele tem um jeito diferente de tocar. A questão não é tocar bem, mas de fato, tocar diferente. Questionado sobre isso ele diz que tem um som em sua cabeça. Eu gostaria de poder abrir essa cabeça e entender isso.

    Eric se encontrou com o contrabaixo ainda garoto e graças aos amigos da igreja, mais precisamente ao natinha, ele conheceu o Val (que tbm passou por aqui). Na escola do Val ele conhece Robson Nascimento que da mais notoriedade para ele no meio musical da época. Just Sing e Time B são as duas portas de entrada que o fazem crescer e aprender muito. Mas tem algo que é inevitável em qualquer conversa com ele, falar sobre o Reino de Deus.

    Pois é. O Eric, teve uma pausa em sua carreira musical, tanto no gospel quanto no secular onde atuou com Patrícia Marx, MVBill entre outros. Nessa pausa ele ficou todo o tempo em uma pequena igreja na periferia de Santo André, e lá estudou, se aproximou do Senhor e cresceu, não musicalmente, mas espiritualmente. Ele foi consagrado a pastor e esse então se tornou seu primeiro ministério.

    Tem coisas que tomam nosso coração, e o Reino de Deus tomou o coração do Eric de tal forma, que em quinze minutos de conversa estamos falando sobre Deus, Igreja, Música, Músicos na igreja e discipulado. Não é atoa que a bíblia diz que “a boca fala do que está cheio o coração”.

    Eric tem um interessante relato sobre a música na igreja. Primeiro por que ele é músico; segundo por que hoje é cristão; terceiro por que é pastor. E é interessante vê-lo tratar sobre alguns problemas da música e do músico na igreja.

    A percepção dele sobre suas prioridades e seu amor pela música fizeram com que ele voltasse ao cenário gospel depois dessa pausa e hoje é contrabaixista do Juliano Son – Livres.

    Além de tocar hoje ele comercializa seu curso pela internete - ericribeirobass.com.br/especial

    Não há espaço para eu escrever sobre o Eric. Então baseado no que você leu até aqui desse texto, ouça o episódio e pense no que conversamos. Principalmente se você é um músico cristão. E não se acanhe em comentar em nosso canal no youtube ou mandar seus comentários em nosso blog.

    1 hr 14 min
  • FABIO FERREIRA - VIOLINISTA DO METRÔ - 018

    “Eu estava morando em um albergue. A única coisa que me sobrou foi o violino”

    Fabio Ferreira

    Como grande parte dos músicos do Brasil ele conheceu o instrumento na igreja, mas foi no projeto social PROJETO GURI que ele se desenvolveu.

    Foi muito difícil o começo. Para poder frequentar o projeto ele ia de ônibus e voltava andando, graças a um grande esforço feito pela dona Maria do Carmo (in memoriam), que com o que ganhava como empregada doméstica só podia financiar a ida do garoto de 11 anos para o projeto. Mas o amor pelo instrumento era tanto que ele não desistiu. E valeu a pena.

    Alguns anos depois ele se destacou no projeto e passou a fazer parte de uma orquestra juvenil, onde conseguiu seu primeiro salário, fato que Fabio conta com lágrimas nos olhos ao relatar o privilégio de poder retribuir o esforço de sua mãe.

    Agora já como um profissional ele foi melhorando e avançando, se tornando parte da orquestra Bachiana, do maestro João Carlos Martins e da OSUSP.

    Mas o que parecia um sonho alcançado e estabelecido começou a ruir. Fabio começou a perder tudo que tinha devido a frustrações e decepções na carreira e vida pessoal, de forma que quando viu estava em um albergue no centro de São Paulo. Era agora apenas ele e seu violino.

    É nesse momento entre o desafio de como se reerguer e a decisão de vender um de seus arcos que ele conhece Vinicius, um músico que tocava no metrô. De maneira espontânea eles tocam em uma loja na rua Aurora em São Paulo, o que fez com que houvesse uma aglomeração de pessoas e aplausos. Diante disso Vinicius convida Fabio para tocar no metrô. Logicamente que Fábio acostumado em se apresentar em um ambiente erudito negou o ousado convite. Como ele mesmo diz, apesar de estar em uma situação precária seu ego ainda cria que ele fazia parte de outra realidade. Mas Vinicius era insistente e o convidou em um domingo. Ele aceitou.

    Ao entrar no trem, Fábio se viu em um ambiente onde, logicamente, ninguém estava ali para ouvi-lo. Mas a música tem seu poder. Bastou o início da apresentação de Fábio e Vinícius para que os celulares se voltassem para eles para registros de admiração, os livros foram fechados para que a atenção ocular fosse para eles, os fones foram tirados dos ouvidos, pois o impressionante estava ali.

    Aquele garoto da periferia que atingira o auge de um músico erudito, que tivera suas pernas tremendo no palco da Sala São Paulo, que acompanhou músicos internacionalmente reconhecidos, reencontrou o prazer de ser ouvido. Naquele dia ele experimentou o prazer de ver a música, a música dele, fazer convergir pessoas.

    Todos no metrô podem ter destinos distintos, mas agora quando Fábio entra a atenção tem um único foco. Sua música.

    Que prazer conhecer a história de Fábio. Que legal ver que a música dá saídas diferentes para quem chegou tão fundo.

    Deus abençoe o Fabio. Deus abençoe você.

    1 hr 3 min
  • DENIS SILVA - CONTRABAIXISTA - BARUK & NEWID - 017

    “Quando eu ganhei em o que eu ganhava em um mês como chaveiro em um show eu falei: é isso”

    Denis Silva

    Na música sempre temos grandes referências, como grandes nomes dos instrumentos que tocamos, mas quem realmente marca nossas vidas são pessoas do cotidiano que com pequenas ações causam mudanças e avanços especiais, que na hora não percebemos, mas olhando pra trás, pequenos gestos podem ser considerados grandes ações.

    Assim foi com o Denis, começou a tocar baixo por que um irmão da igreja mandou-lhe fazer as tônicas no violão enquanto seu amigo que estudava com ele, fazia a base no outro violão. O Divanilton, irmão que fez esse pequeno gesto, não sabia, mas ali ele estava direcionando uma criança que se tornaria um grande baixista.

    Também há que se apreciar a atitude de uma garota que ao fazer um show, sem se quer ter combinado um cachê, pagou ao baixista, Denis, um valor que era equivalente ao trabalho de um mês como chaveiro. Pois é, a honestidade de uma jovem, dessa vez, direcionou o baixista a ser um grande profissional da música.

    Denis Silva é uma grande profissional da música, que a cada dia ganha relevância no meio gospel devido a seu comprometimento com a música, com o instrumento e com a arte. O que fez com que ele atuasse com grandes nomes como PG, PC Baruk, Melk Villar, entre outros. É impressionante como ele se aprofunda naquilo que se propõe. Estudo a fundo seja o que for. Até na pescaria, que esporadicamente fazemos juntos, ele se aprofunda a ponto de fazer suas próprias iscas. E aqui gargalho enquanto escrevo por que é verdade.

    Ouça essa conversa e encontre nas entrelinhas grandes lições para a sua vida, independente da sua área de atuação. E também veja o single solo que ele lançou no youtube intitulado como PROTAGONISTA

    Deus abençoe!

    1 hr 1 min
  • PEDRO LOPES - PIANISTA - CRIADOR DA MUSICDOT - 016

    “Eu sou a favor do hibrido. Eu não acho que o online veio para substituir o presencial.”

    Pedro Lopes

    Sua carreira começa na igreja, como a grande maioria dos músicos no Brasil. Porém, diferente de muitos que por aqui passaram, ele vem da tradição católica. De classe média, como ele mesmo se diz, teve total apoio dos pais para se desenvolver pautados a partir do princípio de que “para Deus deveria ser o melhor”. Assim foi, e tem sido.

    Pedro é um daqueles caras com quem a conversa rende e você aprende. Chama atenção a percepção rápida que ele teve de suas limitações e possibilidades de sucessos. Como ele mesmo diz, percebeu rápido que para ser um músico de palco, no nível de seus referenciais teria que estudar muito e talvez não chegaria no nível que desejava. Foi então que graças a faculdade de música percebeu o caminho da licenciatura e iniciou sua caminhada.

    A MusicDot, não é um caso de sorte e nada próximo disso. Ela é resultado daqueles encontros fortuitos que conectam vários pontos e fazem surgir coisas maravilhosas.

    Um jovem com paixão pelo ensino e uma estrutura de ensino online em pleno desenvolvimento. É isso. Ouvir a caminhada que o Pedro fez até se deparar com a Alura nos dá a impressão de que ele estava sendo preparado para isso. E como todo grande projeto também teve sua dose de ousadia. Deixar uma escola que já tivera alcançado ótimos números e experiências exige visão, coragem, disposição e disponibilidade. O Pedro tinha tudo isso e o que não tinha, tratou de conseguir.

    Hoje vivemos em uma realidade onde todos que dominam alguma arte ou conhecimento querem fazer seus cursos e vender na internet. Mas basta uma conversa com o Pedro sobre a MusicDot e a sua caminhada até aqui e você vai entender que não se trata apenas de “ligar uma câmera e sair gravando as aulas como faz normalmente no presencial”. Conversar com Pedro, ou ouvir uma conversa dele é uma aula sobre aula.

    Ouça esse episódio e saiba mais sobre o Pedro, sua caminhada na música e a MusicDot. De fato tenha uma aula sobre aula. Com certeza ao ouvir essa conversa, você que é músico e professor ou pretende ser professor terá muitos insights. Espero que seja proveitoso para você e aguardamos seus comentários.

    Torço para que a música tenha mais Pedros, para que não só a música, mas nossa sociedade avance sob o princípio da importância da educação.

    Deus abençoe!

    1 hr 29 min
  • ROBSON COUTO - Baixista - MALOKA CHIC, CLAUDIO ZOLI e ADHEMAR DE CAMPOS - 015

    "Eu sou um zagueirão. A bola vem e eu mando pro mato"

    Robson Couto

    Como "zagueiro musical" ele se define, mas quem já o ouviu sabe que não estamos falando de um zagueiro dos grossos, daqueles que amedrontam os atacantes. Não! Se fosse um zagueiro de futebol, seria um Oscar, um Dario Pereira, ou qualquer daqueles raros zagueiros que dominam e começam o ataque lá do fundo.

    Isso pode-se dizer por que a música do Robson Couto é de categoria. Ele é baixista, mas mais do que baixista ele é um trabalhador. Ao conversar com ele você percebe que não está falando com um artista no sentido gourmet ou estético da palavra, mas no sentido literal. Ele é um cultivador da bela arte.

    Ouça ele atuando com a Maloka Chic, Claudio Zoli ou Adhemar de Campos. Mas preste bem atenção e sinta a levada dos graves, pois ele não é de chamar atenção para si. Os baixos quando ele está no comando das quatro cordas, caminha de modo que soma com cada instrumento, em cada arranjo, fazendo com que tudo seja temperado com o grave. Sem exageros, é um swing impressionante.

    Na Maloka fica mais interessante quando você sabe que os arranjos em grande parte vem dele. Ao lado do Mucão e do André, ele faz um tipo de música que é impossível não dançar.

    Robson Couto é daqueles, como se diz popularmente, que carrega o piano. Músico profissional, ele mostra que a seriedade leva a gente muito longe, independente das situações. Com seus 46 anos ele também nos mostras que lidar com a arte pode nos manter joviais, apesar de toda seriedade.

    Torço para que no mundo da música, principalmente evangélica, tenhamos mais Robsons Coutos, pois com certeza assim avançaremos em música e consciência.

    Deus abençõe!

    1 hr 9 min
  • BIG CHICO - GAITISTA BLUESMAN - CONVERSANDO 014

    “Um amigo da faculdade tinha uma gaita. Eu vi, peguei e assoprei. Foi amor ao primeiro assopro”

    Big Chico

    “Amor ao primeiro assopro” assim Big Chico, que é grande não só no nome, mas também na generosidade e simpatia, define seu encontro com esse pequeno instrumento, a gaita.

    Nessa conversa você conhece um pouco da historia e influências do Big, que iniciam na infância ouvindo música e participando de desfiles de samba, mas só se dá de maneira efetiva aos já na juventude quando, junto com os amigos de faculdade, decide formar uma banda para tocar nas festas. Deu certo.

    Para o Big a festa continuou e virou trabalho. E que trabalho. Uma carreira para se apreciar e tirar lições. Estamos diante, ou melhor, eu (@Lekofersi) estive diante do cara que conheceu o B.B. King e isso graças ao blues. Não só conheceu B.B. King, como tocou em seu bar e conheceu a nata do blues na california.

    Big tem em seu release nomes com quem dividiu palco de se admirar, fora os discos e dvd’s gravados que realmente valem a pena apreciar. Dentre eles um dvd gravado na Argentina, país onde Chico também nutriu ouvintes e seguidores do seu som.

    Se você ainda não deu o play nessa conversa eu realmente não sei o que você está esperando. Dê o play e ouça essa conversa e por favor, deixe o like e compartilhe.

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    1 hr 2 min
  • RODRIGO KOBO - GUITARRISTA E VIOLONISTA - CONVERSANDO 013

    "Era uma das primeiras aulas na faculdade e eu já levei um choque. Foi um tapa na cara de quem achava que sabia música."

    Rodrigo Kobo

    Ele queria tocar contrabaixo e um tio lhe disse que “tocar guitarra o faria mais completo”, ele acreditou e graças a isso hoje a música tem mais um super-guitarrista. Rodrigo Kobo é violonista e guitarrista, hoje ele acompanha Kelly Key, porém está pronto para trabalhar e seguir, seja qual for o artista. Isso graças a sua habilidade e sua percepção de que pode ser um “operário” musical.

    Rodrigo Kobo é daqueles que encontrou a música e foi encontrado por ela. Ele começou em um estilo específico, mas se mostrou capaz de olhar a sua volta e conhecer tudo que lhe estava disposto. De acordo com o que você ouvirá nessa conversa, ele percebeu o mundo que havia disponível na música no seu período de graduando na FAAM, enquanto cursou a faculdade de música. Apesar desse bom fruto que colheu de aprender apreciar todo tipo de música, Rodrigo também passou por momentos de dificuldade, chegando a questionar, segundo ele mesmo diz “se estava pronto para aquilo”.

    Se ele estava pronto não sabemos, mas ele ficou pronto. Apesar de não completar o curso percebemos que o curso fez o que lhe era necessário. Basta você acessar as redes dele e verá a versatilidade e qualidade musical.

    Esse texto que você leu introduz, mas não representa o que você poderá aprender e conhecer ao ouvir a conversa que eu tive com ele.

    Então sem demora dê o play e ouça essa conversa e por favor, deixe o like e compartilhe.

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    1 hr 3 min
  • ANDRÉ MOTA - CANTOR COMPOSITOR | MALOKA CHIC - CONVERSANDO 012

    "O mercado é uma gangorra, por isso o importante é você saber qual seu objetivo quanto á sua arte."

    André Mota

    Você o vê cantar e logo percebe que está diante de algo bem brasileiro com uma forte influência da música americana. Não poderia ser diferente. André Mota vem do mesmo celeiro de onde veio, Mucão, Eric Ribeiro, Minduca, Dantop, Quarteto FLG, todos sob a influência de Silvera. Se você conhece algum desses nomes sabe que a escola foi boa. Apesar do início no ambiente cristão, é no meio, como chamamos na igreja, secular que ele se desenvolve e constrói sua carreira.

    Iniciando como backing vocal do Silvera em uma gravação da Trama, ele faz uma caminhada de altos e baixos no que diz respeito a finanças, como dito por ele mesmo, mas uma carreira constante no que se diz respeito a concepção musical. Após passar pela faculdade, ULM (atual EMESP Tom Jobim) ele percebe que precisa estudar e se aprofundar na música brasileira, e podemos dizer “graças a Deus por isso”, pois é dai que surge essa sua identidade artística e musical que o vemos desempenhar nos seus atuais trabalhos com bandas e agora na sua carreira solo.

    Você precisa ouvi-lo em ação com sua banda Maloka Chic, com seu novo projeto nascido na quarentena, Tunormalis e seus projeto solo. Além é claro de conferir suas composições que já aparecem nas vozes de grandes interpretes da música brasileira como Patrícia Marx e Pedro Mariano. Só ao conferir os descritos acima você já vai se apaixonar pela arte do André.

    Como se não bastasse toda essa expressão artística, agora ele está desenvolvendo um selo de produção musical ao lado do também grande artista Walmir Borges, o selo Quântico. Como você poderá conferir nessa conversa, eles pretendem através desse selo alavancar carreira de artistas que acima de tudo tenham “uma verdade” naquilo que fazem.

    Se você leu todo esse texto você se interessa por música, se interessou em conhecer o André e por isso, você precisa dar o play nessa conversa. Não perca tempo e ouça tudo que conversamos...

    1 hr 29 min
  • IGOR PRADO - TOQUE A SUA VERDADE - CONVERSANDO 011

    Quase me desestimulou, mas ele falava que tocando invertido eu nunca iria ser profissional...

    Igor Prado

    Você o vê tocar e pensa: o que está acontecendo? E isso por que ele toca com a guitarra ao contrário. Cordas grossas em baixo, cordas mais finas encima, o braço da guitarra na mão direita e palheta na mão esquerda. Pois é vida de canhoto não é fácil, mas para @IgorPrado_bluessoulfunk essa dificuldade foi um dos ingredientes que o permitiram tocar com tanta destreza um estilo que exige muita identidade, o blues.

    Aquele professor que dizia que ele nunca conseguiria estava errado. Tanto que Igor chegou a ser indicado para o 37º Memphis Blues Awards, considerado o Oscar do blues. Além de desenvolver uma carreira respeitável em solo americano e europeu.

    Atualmente Igor atua em shows no Brasil ao lado da banda Just Groove, montada para o acompanhar, que conta com a participação do grande Rael lucio e Herbert Medeiros.

    Você não só pode como deve conferir o som dele pelo spotfy e segui-lo no insta para ficar atualizado dos shows e novidades.

    Se você já gostou do que leu aqui imagina quando der o play e ouvir essa super conversa...

    Estamos no youtube e em todas as plataformas de podcast (spotfy, apple podcast…)

    1 hr 4 min

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