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Neste episódio, a conselheira presidenta do CRP SP, Talita Fabiano de Carvalho (CRP06/71781), e a conselheira vice-presidenta, Camila Andrade de Oliveira (CRP06/94895), recebem a psicóloga Ivelise Fortim (CRP 06/54234), pesquisadora naárea e presidenta do Instituto Criança em Jogo.
Aconversa aborda de forma aprofundada os impactos do uso de telas, redes sociaise jogos digitais na vida de adolescentes, incluindo riscos, possibilidades e osdesafios que esse cenário impõe às famílias, às escolas e às/aos profissionaisda Psicologia. Entre os temas discutidos, estão o fenômeno da superexposição eos riscos relacionados ao cyberbullying, à automutilação e ao desenvolvimentoemocional; a importância de olhar para além do “tempo de tela”, considerando otipo de conteúdo consumido e os contextos de uso; as desigualdades sociais noacesso e uso das tecnologias; e a necessidade de uma atuação profissional éticae crítica, com foco na proteção e no fortalecimento dos direitos de crianças eadolescentes. Também foi destacada a urgência de promover educação midiática epensamento crítico no ambiente familiar e escolar.
Oepisódio referencia documentos importantes para a atuação de profissionais,famílias e sociedade, como o Guia para uso saudável de telas por crianças eadolescentes, produzido pela Secretaria de Comunicação Social daPresidência da República (Secom/PR), e o documento “Mais proteção e promoçãodos direitos de crianças e adolescentes na internet”.
Acesse os materiais de apoiomencionados no episódio:
Guia para uso saudável de telaspor crianças e adolescentes:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes/guia
Matériade lançamento do guia:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/03/governo-lanca-guia-para-uso-saudavel-de-telas-por-criancas-e-adolescentes
Maisproteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes na internet:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/03/mais-protecao-e-promocao-dos-direitos-de-criancas-e-adolescentes-na-internet
Neste episódio, a conselheira presidenta do CRP SP, Talita Fabiano de Carvalho (CRP 06/71781), e a conselheira vice-presidenta, Camila Andrade de Oliveira (CRP 06/94895), recebem a psicóloga Ivelise Fortim (CRP 06/54234), pesquisadora na área e presidenta do Instituto Criança em Jogo.
A conversa aborda de forma aprofundada os impactos do uso de telas, redes sociais e jogos digitais na vida de adolescentes, incluindo riscos, possibilidades e os desafios que esse cenário impõe às famílias, às escolas e às/aos profissionais da Psicologia. Entre os temas discutidos, estão o fenômeno da superexposição e os riscos relacionados ao cyberbullying, à automutilação e ao desenvolvimento emocional; a importância de olhar para além do “tempo de tela”, considerando o tipo de conteúdo consumido e os contextos de uso; as desigualdades sociais no acesso e uso das tecnologias; e a necessidade de uma atuação profissional ética e crítica, com foco na proteção e no fortalecimento dos direitos de crianças e adolescentes. Também foi destacada a urgência de promover educação midiática e pensamento crítico no ambiente familiar e escolar.
O episódio referencia documentos importantes para a atuação de profissionais, famílias e sociedade, como o Guia para uso saudável de telas por crianças e adolescentes, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), e o documento “Mais proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes na internet”.
O conteúdo está disponível nas plataformas digitais do CRP SP e convida a categoria a refletir sobre os desafios contemporâneos da Psicologia frente às tecnologias digitais.
Acesse os materiais de apoio mencionados no episódio:
Guia para uso saudável de telas por crianças e adolescentes:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/uso-de-telas-por-criancas-e-adolescentes/guia
Matéria de lançamento do guia:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/03/governo-lanca-guia-para-uso-saudavel-de-telas-por-criancas-e-adolescentes
Mais proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes na internet:
https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/03/mais-protecao-e-promocao-dos-direitos-de-criancas-e-adolescentes-na-internet
O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) acaba de lançar um novo episódio do podcast Estação Psicologia, que aborda uma temática que ainda demanda maior atenção e conhecimento: altas habilidades e superdotação.
Neste episódio, a convidada Tatiana Nakano (CRP 06/66947), psicóloga especialista no tema, fala sobre os principais aspectos desse tema. “Vamos conversar um pouco sobre o que é esse fenômeno, quais são as principais características, como que a gente identifica e o que podemos fazer para ajudar essas pessoas, tanto na escola quanto em outros contextos”, afirma Tatiana.
O episódio convida psicólogas/os, educadoras/es e demais interessadas/os a ampliar o olhar sobre a altas habilidades e superdotação, promovendo acolhimento, inclusão e o respeito à diversidade.
Neste episódio, a conselheira presidenta do CRP SP, Talita Fabiano de Carvalho (CRP 06/71781), e a conselheira vice-presidente, Camila Andrade de Oliveira (CRP 06/94895), respondem algumas das principais perguntas enviadas pela categoria do Conselho nas redes sociais. Ouça este episódio e confira respostas diretas, críticas e reflexões sobre o papel do Conselho e os desafios da Psicologia hoje.
O CRP SP acaba de lançar o primeiro episódio desta temporada do podcast “Estação Psicologia”. O tema de estreia é: “Psicologia Clínica: do Congresso à Regulamentação da Psicoterapia”, com a conselheira presidenta do CRP SP, Talita Fabiano de Carvalho (CRP 06/71781), recebendo o presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Pedro Paulo Gastalho de Bicalho (CRP 05/26077).
Neste episódio, a conversa é sobre os marcos e aprendizados do 1º Congresso Brasileiro de Psicologia Clínica, que reuniu mais de 3,6 mil participantes e impulsionou debates essenciais sobre a profissão. Também foi destaque a pauta da regulamentação da psicoterapia, tema que avança no Congresso Nacional e que impacta diretamente a atuação profissional das/os psicólogas/os.
Quais avanços queremos para as práticas psicológicas nos próximos 60 anos? No sexto episódio da série “Caminhos da Psicologia no Brasil: 60 anos de profissão”, do Estação Psicologia, acompanhamos as projeções para o futuro desta profissão e ciência. Quais os possíveis caminhos que ela deve trilhar nos campos dos Direitos Humanos, princípios éticos e das Políticas Públicas para populações historicamente oprimidas? Por meio de relatos de profissionais, percebemos que a posição que a Psicologia deve ocupar na sociedade é a de uma profissão-ciência atuante e socialmente responsiva.
O que significa uma Psicologia transversal? No quinto episódio da série “Caminhos da Psicologia no Brasil: 60 anos de profissão”, do Estação Psicologia, abordamos o debate sobre como o contato com os povos da Amazônia, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, população encarcerada e outros grupos historicamente excluídos e segregados da sociedade, produziu conhecimento sobre o trabalho da Psicologia e seu alinhamento com Políticas Públicas de saúde. Por meio de relatos de profissionais, percebemos que o papel social da Psicologia é garantir a preservação e garantia dos Direitos Humanos.
Psicologia é para todo mundo? No quarto episódio da série “Caminhos da Psicologia no Brasil: 60 anos de profissão”, do Estação Psicologia, acompanhamos a discussão sobre a história e os fundamentos da Psicologia Social, ramo da disciplina que busca entender como as pessoas são constituídas a partir de suas relações sociais. Nos relatos de psicólogas e psicólogos, observamos como os sofrimentos dos sujeitos estão associados às suas condições materiais e que a atuação da Psicologia também passa por transformar as desigualdades e exclusões sociais.
O que os movimentos sociais têm a ver com a Psicologia? Neste terceiro episódio da série “Caminhos da Psicologia no Brasil: 60 anos de profissão”, do Estação Psicologia, acompanhamos a consolidação de uma agenda de políticas públicas advindas de movimentos sociais a partir da Constituição de 1988 e sua ligação com a área de saúde e direitos sociais. Por meio de relatos, percebemos como os movimentos associados ao HIV/Aids, à luta antimanicomial, às pautas de gênero e raciais, entre outros, problematizaram uma visão individualista da Psicologia chamando a atenção para sua dimensão social.
Como a ditadura civil-militar e o posterior processo de redemocratização impactaram a Psicologia brasileira? Neste segundo episódio da série “Caminhos da Psicologia no Brasil: 60 anos de profissão”, do Estação Psicologia, apresentamos esse contexto histórico e abordamos as transformações no campo da Psicologia em diálogo com diferentes movimentos e correntes. Também ouvimos relatos sobre o papel que esse contexto teve na formação de debates públicos, políticos e sociais, além de compreendermos como se processam a democratização da área e a ocupação de novos espaços.
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