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A supervisora da Central de Vacinas da Secretaria Municipal da Saúde de Sorocaba, Daniela Camargo, concedeu entrevista na manhã desta segunda-feira (1º) para atualizar as informações sobre a campanha de vacinação contra a gripe no município.
Segundo ela, a vacina está disponível para toda a população a partir de 6 meses de idade em todas as unidades de saúde da cidade durante o mês de junho. Apesar da ampliação do público, os grupos considerados vulneráveis seguem como prioridade na estratégia de imunização.
Daniela informou que Sorocaba conta atualmente com cerca de 45 mil doses disponíveis, quantidade considerada limitada. No entanto, segundo a supervisora, o Governo do Estado já foi acionado e deve enviar uma nova remessa de vacinas ao município ainda nesta semana. Ela destacou que não há sobra de vacinas no momento e reforçou a importância da adesão da população.
Além da imunização contra a gripe, a população também pode aproveitar a ida às unidades de saúde para atualizar outras vacinas do calendário nacional.
O deputado federal Guilherme Derrite (PL), pré-candidato ao Senado por São Paulo, participou do Jornal da Cruzeiro nesta segunda-feira (1º) e comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
Durante a entrevista, Derrite destacou a atuação do senador Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas, incluindo o presidente Donald Trump, para que a medida fosse adotada. Segundo o parlamentar, a iniciativa contraria a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, de acordo com ele, não defendia esse enquadramento.
Derrite rebateu críticas de setores da esquerda que apontam possíveis riscos à soberania nacional. Para o deputado, a classificação não representa qualquer interferência externa nos assuntos internos do Brasil, mas sim uma ferramenta de cooperação internacional no combate ao crime organizado.
O parlamentar ressaltou ainda que a classificação pode fortalecer ações de inteligência e investigações financeiras, especialmente no rastreamento de recursos provenientes de atividades ilícitas. Entre os alvos, segundo ele, estão esquemas de lavagem de dinheiro que utilizam diferentes mecanismos para ocultação de valores, incluindo operações com criptomoedas.
Para Derrite, a cooperação entre países é fundamental para enfrentar o avanço das facções criminosas, que atuam além das fronteiras nacionais e movimentam recursos em escala internacional.
Sorocaba recebe, na próxima terça-feira, dia 2 de junho, a professora Lúcia Helena Galvão para a palestra “Propósito”, que será realizada no Floresta Eventos e Convenções.
A palestra tem caráter solidário em prol de três entidades beneficentes de Sorocaba: Gpaci, ABOS e Integrar.
"Propósito" convida o público a refletir sobre o sentido da vida e a importância de desenvolver valores que orientem escolhas mais conscientes.
Lúcia Helena Galvão é professora de filosofia da Nova Acrópole do Brasil há mais de 37 anos, autora de diversos livros e possui mais de 1.300 palestras publicadas na internet. Seus conteúdos somam milhões de visualizações e abordam temas ligados à filosofia prática e ao desenvolvimento humano.
A jornalista Cibelle Freitas entrevistou Vinícius Ribeiro, da organização do evento, que trouxe mais detalhes.
A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e, praticamente, extingue a tradicional escala 6 por 1, garantindo duas folgas semanais aos trabalhadores, sem redução salarial. Agora, a proposta segue para análise do Senado
À primeira vista, a medida parece reunir todos os ingredientes de uma boa notícia. Mais tempo para a família. Mais descanso. Mais qualidade de vida. Menos desgaste físico e mental.
Em uma sociedade que convive com altos índices de estresse, ansiedade e esgotamento profissional, é natural que a ideia desperte simpatia.
E, de fato, há argumentos consistentes em favor da proposta.
Diversos países desenvolvidos vêm debatendo a redução das jornadas de trabalho. Estudos indicam que trabalhadores mais descansados tendem a ser mais produtivos, cometer menos erros e apresentar menores índices de afastamento por problemas de saúde.
Além disso, a vida não pode ser resumida ao trabalho. O ser humano precisa de tempo para estudar, conviver com a família, participar da comunidade e simplesmente descansar.
Mas uma análise séria não pode parar apenas nos benefícios desejados. É preciso avaliar também os possíveis efeitos colaterais.
O Brasil possui uma economia muito diferente daquela encontrada em países europeus. Nossa produtividade média ainda é baixa, a carga tributária é elevada para quem produz e milhares de pequenas empresas operam com margens apertadas.
Comércio, restaurantes, supermercados, hotéis, transportadoras e diversos setores de serviços dependem justamente da escala que agora se pretende alterar.
A pergunta inevitável é: quem pagará essa conta?
Se um estabelecimento precisa funcionar sete dias por semana, alguém terá de cobrir as horas que deixarão de ser trabalhadas. Isso pode significar novas contratações, o que seria positivo. Mas também pode representar aumento de custos, elevação de preços ao consumidor, redução de investimentos ou até fechamento de postos de trabalho em empresas menores.
A história econômica mostra que boas intenções nem sempre produzem bons resultados. Quando uma legislação aumenta custos sem que a produtividade acompanhe esse crescimento, frequentemente surgem efeitos indesejados, como informalidade, terceirizações excessivas ou substituição de trabalhadores por automação.
Existe ainda o componente político da discussão.
A aprovação acontece às vésperas de um processo eleitoral nacional e é impossível ignorar que pautas populares costumam ganhar força nesses momentos.
Isso não significa que a proposta seja errada. Significa apenas que decisões estruturais precisam ser avaliadas com serenidade e responsabilidade, longe da lógica do aplauso fácil e das disputas eleitorais.
O desafio do Senado será justamente esse: aprofundar o debate.
O Brasil precisa discutir qualidade de vida para os trabalhadores? Sem dúvida.
Precisa modernizar relações de trabalho criadas para uma economia de décadas atrás? Também.
Mas precisa, ao mesmo tempo, garantir segurança jurídica, competitividade e capacidade de geração de empregos.
No fim das contas, a pergunta não é se trabalhar menos é desejável. Quase todos concordam que é.
A verdadeira questão é saber se a economia brasileira está preparada para essa mudança e se a transição foi planejada de forma capaz de beneficiar trabalhadores sem comprometer empresas e empregos.
Entre o entusiasmo dos defensores e o receio dos críticos, talvez exista um ponto de equilíbrio. E é exatamente esse equilíbrio que o Senado terá a responsabilidade de encontrar.
Cruzeiro FM, com você o tempo todo!!!
O prefeito de Salto de Pirapora, Matheus Marum (PP), participou na manhã desta sexta-feira (29) do Jornal da Cruzeiro e trouxe informações importantes sobre investimentos e desenvolvimento da cidade, que faz parte da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS) e que completará, no dia 24 de junho, 120 anos de fundação e 73 anos de emancipação política.
Marum falou de recursos enviados para a cidade pelas mãos da deputada federal Simone Marquetto, também do PP, e que deverão ser distribuídos, principalmente na saúde básica do município e na construção do novo hospital público, que deverá ser entregue até o final deste ano, para modernizar e desafogar o número de atendimentos na Santa Casa de Misericórdia da cidade. A área da educação também vem recebendo investimentos. O centro do município também passará entre este ano e o próximo por obras de revitalização, com destaque para a parte histórica de Salto de Pirapora.
O prefeito revelou a a assinatura de intenção de instalação de novas plantas industriais, de diversos segmentos, no município; da distribuição de água; do crescimento populacional; das obras de revitalização do Centro e da restauração de pelo menos três monumentos históricos; e da infraestrutura das rodovias. Abordou questões políticas, de nível nacional e estaduial e da movimentação dos prefeitos com relação à reforma tributária.
O repórter Vinicius Lara conversou com o advogado André Peniche sobre o assunto; ouça abaixo!
O hábito da leitura tem conquistado cada vez mais brasileiros, especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da Câmara Brasileira do Livro, realizada pela Nielsen BookData e divulgada neste ano, apontou crescimento na venda de livros em 2025, com cerca de três milhões de novos consumidores no país.
O repórter Vinicius Lara preparou uma reportagem especial, acompanhe a abaixo:
A antiga Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) passa agora a ser chamada de Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP). A mudança foi proposta em consenso global com apoio de 56 organizações internacionais, entre elas a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, e busca refletir de forma mais precisa a complexidade da condição e seus impactos no organismo feminino.
O novo termo reforça que a condição não está relacionada apenas aos ovários, mas envolve alterações metabólicas e hormonais importantes. A palavra “ovariana” representa os impactos sobre a ovulação e a fertilidade; “metabólica” destaca fatores como resistência à insulina e aumento do risco de diabetes; e “poliendócrina” evidencia o desequilíbrio de diferentes hormônios no organismo.
Para aprofundar o tema e explicar os impactos dessa mudança no diagnóstico e na saúde feminina, o médico especialista em reprodução humana Lister Salgueiro fala sobre o assunto no quadro Sexo e Vida.
Entrou em vigor nesta terça-feira (26), a atualização da NR-1, norma regulamentadora que trata das diretrizes gerais de saúde e segurança no trabalho e agora inclui questões específicas da saúde mental de trabalhadores.
Para explicar melhor sobre essas atualizações, a jornalista Cibelle Freitas entrevistou Rodrigo Brito, diretor da BMA SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO.
A Fundação Procon-SP registrou aumento de 42% nos acordos realizados pelo Núcleo de Tratamento ao Superendividado (NTS), programa que auxilia consumidores com dificuldades para quitar dívidas sem comprometer despesas básicas. Em 2025, foram cerca de 1 mil acordos fechados, contra 703 registrados em 2024.
O repórter Vinicius Lara preparou uma reportagem especial em áudio sobre o tema
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