
Sign up to save your podcasts
Or


Para os clientes da Automec, há um desconto especial no preço no novo Sonic, mais destalhes na reportagem do repórter Vinicius Lara logo abaixo.
A comandante do 40º BPM/I de Votorantim, major Luiza Maria Aidar Geraldi, e o comandante do CPI/7 de Sorocaba, coronel Ricardo Lopes de Souza Salomão, participaram na manhã desta quinta-feira (21) do Jornal da Cruzeiro. A comandante de Votorantim falou do aniversário do batalhão e do trabalho desenvolvido pela polícia junto à comunidade, incluindo a Cabine Lilás e também o Programa Vizinhança Solidária, que vem dando bons resultados na cidade. O comandante do CPI-7 falou sobre as operações e o combate à criminalidade em Sorocaba e cidades da região e do importante trabalho de segurança preventiva e ostensiva feito pela corporação.
O repórter Vinicius Lara esteve presente na cerimônia e acompanhou a homenagem.
O jornalista Alexandre Garcia traz no quadro Poder e Política desta terça-feira (19) uma análise sobre as atividades de servidores públicos, incluindo ministros da suprema corte ou de outras pastas no governo federal e demais governos, cujas remunerações e benefícios são garantidos pelo pagamento de impostos feitos pelo cidadão brasileiro.
Celebrado em 17 de maio, o Dia Mundial da Hipertensão Arterial reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do controle da pressão arterial, condição que afeta milhões de pessoas e pode levar a complicações graves, como infarto e AVC.
Hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, redução do consumo de sal e acompanhamento médico periódico, são fundamentais para manter a saúde em dia.
Sobre o tema, a enfermeira do trabalho e de atenção primária à saúde da regional Sorocaba do Seconci-SP, Malvira Dornelas Queiroz Souza Padeti, fala sobre o assunto no quadro Mãos à Obra, do Jornal da Cruzeiro.
Fundado em 19 de maio de 1946, o Lar Escola Monteiro Lobato chega aos 80 anos de história consolidando um importante trabalho de assistência social voltado ao acolhimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Ao longo de oito décadas, a instituição se tornou referência pela dedicação ao cuidado humano, sempre reforçando que sua missão vai além da educação formal, oferecendo apoio social, fortalecimento familiar e oportunidades para a construção de novos caminhos.
Atualmente, por meio do Projeto Renovar, crianças e jovens encontram diariamente um ambiente de acolhimento, aprendizado, convivência e desenvolvimento pessoal, fortalecendo autoestima, protagonismo e perspectivas de futuro.
A celebração também é marcada pelo reconhecimento a todos que contribuíram voluntariamente para a trajetória da entidade, especialmente as diretorias anteriores que ajudaram a manter vivo o compromisso social da instituição.
Entre os novos desafios e avanços, destaque para o RenovarTech, iniciativa voltada à inclusão digital, programação e robótica, preparando os jovens para as profissões do futuro.
Outro projeto em evidência é a Cooperativa Educart, que amplia oportunidades de formação e geração de renda, reforçando o propósito do Lar de continuar plantando esperança e formando cidadãos conscientes, preparados e transformadores para a sociedade.
Mesmo com os avanços da tecnologia automotiva, o trânsito brasileiro ainda registra números alarmantes de mortes. Um levantamento aponta que mais de 188 mil pessoas perderam a vida nas vias do país entre 2018 e 2025, justamente em um período em que os veículos passaram a incorporar cada vez mais recursos de segurança, como controle eletrônico de estabilidade, frenagem automática de emergência, sensores inteligentes e assistentes de condução.
Diante desse cenário, surge a dúvida: até que ponto esses equipamentos realmente ajudam a evitar acidentes e salvar vidas? E como o consumidor pode diferenciar, na hora da compra, itens que efetivamente aumentam a segurança daqueles que oferecem apenas conforto ou apelo tecnológico? O especialista Renato Campestrini aborda esse tema no quadro Mobilidade Urbana, analisando a importância dos sistemas de segurança ativa e passiva e orientando motoristas sobre os principais pontos que devem ser observados antes de investir em um veículo.
O jornalista Alexandre Garcia comenta no quadro Poder e Política as influências do presidente da República sobre o escalão da Polícia Federal, sobre o Banco Master e o STF e as eleições 2026.
O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, está com inscrições abertas para o Qualifica SP - Empreenda, programa gratuito de capacitação voltado para micro e pequenos empreendedores. Ao todo, serão disponibilizadas 2 mil vagas ao longo do ano, divididas em quatro ciclos, sendo 500 nesta primeira etapa. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de maio pelo site Qualifica SP.
O curso será realizado de forma remota pela Fundação Dom Cabral e conta com carga horária de 30 horas, distribuídas em três módulos. Além de mentorias coletivas e individuais, os participantes terão acesso a conteúdos sobre gestão financeira, identificação de oportunidades de mercado e elaboração de plano de negócios. A iniciativa busca auxiliar empreendedores a superar desafios como acesso a crédito, divulgação de produtos e controle financeiro, apontados em levantamento do Sebrae como algumas das principais dificuldades do setor.
O tema foi destaque no Jornal da Cruzeiro, que recebeu a participação do diretor regional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico na região de Sorocaba, Fernando Alonso. Durante a entrevista, ele falou sobre o Qualifica SP e também apresentou outros programas desenvolvidos pelo Governo do Estado voltados à qualificação profissional, geração de emprego e fortalecimento do desenvolvimento regional.
A economia brasileira vive um daqueles momentos em que política, consumo popular e estratégia eleitoral parecem caminhar lado a lado.
Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória que zera o imposto federal sobre compras internacionais de até 50 dólares, medida que ficou conhecida nacionalmente como o fim da chamada “taxa das blusinhas”.
Mas, afinal, o que era essa taxa?
A cobrança começou a valer em 2024 e aplicava um imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de pequeno valor feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.
A justificativa do governo era combater fraudes, contrabando e garantir concorrência mais justa com a indústria nacional.
O problema é que, na prática, milhões de brasileiros passaram a pagar mais caro justamente em produtos populares, comprados por consumidores de renda média e baixa.
Agora, em pleno ano eleitoral, o governo recua e elimina a cobrança federal.
O ICMS estadual continua existindo, mas o peso maior da taxação desaparece. E é impossível ignorar o momento político dessa decisão.
O próprio debate dentro do governo já indicava que a medida era considerada impopular e afetava a imagem do presidente junto ao eleitorado.
Afinal, o comércio eletrônico internacional se tornou parte da rotina econômica do brasileiro. Não estamos falando apenas de “blusinhas”, mas de eletrônicos, acessórios, utensílios domésticos e itens que muitas vezes custam menos do que os vendidos no varejo tradicional.
É claro que toda redução de imposto agrada ao consumidor. Mas a pergunta que fica é: por que zerar agora uma cobrança que o próprio governo defendeu e ajudou a criar?
A resposta, para muitos analistas, está no calendário eleitoral.
E essa percepção ganha força quando observamos outra pauta que cresce em Brasília: as articulações em torno do chamado projeto “seis por um”.
A proposta busca reduzir a jornada tradicional de trabalho, defendendo modelos mais flexíveis e menos desgastantes para o trabalhador brasileiro. O discurso é de melhoria da qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio familiar. Tem apelo popular imediato. Principalmente entre trabalhadores jovens e urbanos.
O problema é que medidas populares costumam ter custo econômico — e alguém sempre paga essa conta.
Enquanto o governo acena ao consumidor e ao trabalhador com redução de impostos e promessas trabalhistas mais leves, pequenos e médios empresários continuam reclamando do aumento da carga tributária provocado pela reforma tributária e por mudanças recentes no sistema fiscal brasileiro.
E aqui está um ponto fundamental do debate!
São justamente os pequenos e médios empresários que sustentam boa parte da economia nacional. São eles que empregam, movimentam comércio, prestam serviços e fazem a roda do PIB girar nas cidades do interior e nos grandes centros.
Quando a carga tributária aumenta para quem produz, investe e emprega, o reflexo aparece nos preços, no custo operacional e até na geração de empregos.
Há uma contradição evidente nesse cenário: de um lado, o governo tenta conquistar popularidade com medidas de forte apelo popular; do outro, amplia mecanismos de arrecadação sobre setores produtivos que já convivem com burocracia, juros altos e insegurança econômica.
E talvez o maior risco esteja justamente aí.
Cruzeiro FM, com você o tempo todo!!!
From the publisher's feed