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Os seres humanos carregam uma angústia na alma. Não basta viver... ou sobreviver. Precisamos de respostas porque as perguntas são muitas diante de um univrso cheio de mistérios.
Os seres humanos primitivos viviam em um mundo em que o céu era muito visível à noite. E este céu causava medo com a passagem de cometas, riscos dos meteoros, trovões, relâmpagos. Tudo era um espanto, sem explicações. Então, o jeito era atribuir tais fenômenos aos deuses. E pedir proteção a eles. Às vezes até fazendo oferendas para apaziguar a ira deles.
Tenho depoimentos de pessoas que dizem que não gostam de ler poesia porque a escrita é muito complicada. É compreensível que pensem assim, pois, afinal de contas, a poesia é metafória, ou seja, usa uma linguagem simbólica. Por isso, é preciso que seja ensinado como ler uma poesia.
Nós, os humanos, precisamos entender o mundo em que vivemos. E por isso criamos uma série de explicações que podem vir da ciência, das religiões, da filosofia, misticismo. Porém, os demais animais simplesmente vivem e não precisam de explicação alguma; apenas vivem o aqui e agora.
Às vezes nos arrependemos de não ter dito algo para alguém. Muito tempo depois, já com alguma maturidade, entendemos isso e tentamos nos redimir.
É grande a curiosidade para saber se existe vida em outros lugares do universo. Existem muitas histórias sobre ETs, mas nada ainda temos de concreto se eles realmente existem e se estão interagindo conosco. Muitos são os fatos e muitas são as histórias. Mas na década de 1970, foram lançadas quatro sondas para o espaço, que hoje já saíram do sistema solar. E elas levavam equipamentos com informações sobre nós e também nossa localização.
Assim como acontece em alguns Estados do interior do Brasil, aqui em Florianópolis também ocorre algo semelhante. Uma luz alaranjada, pequena, que surge de repente, movimentando-se lentamente. Aqui em minha cidade é conhecida por Luz de Bota, enquanto que em outros lugares é chamada de Mãe do Ouro.
Tentamos nos enganar, fazendo de conta que não pertencemos ao reino animal e que somos seres especiais na face do planeta Terra. Mas somos seres frágeis, a tal ponto que criamos uma série de ficções, histórias, fantasias e explicações para vercermos o vazio existencial.
Neste episódio, eu conto a comovente história de um comerciante que vinha com seu barco do sul de nosso Estado, Santa Catarina, para trazer algumas mercadorias com o fim de abastecer o mercado público de Florianópolis. Certo dia, ao entrar pela baía sul, deparou-se com forte temporal que...
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