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Foi com surpresa que vi um anúncio da venda de uma dentadura usada. Isso aconteceu quando fazia uma pesquisa na biblioteca pública daqui de minha cidade, Florianópolis. Olhando um jornal antigo, me deparei com o tal anúncio. Achei curioso e resolvi contar essa história.
Dentre tantos modismos que vão surgindo de épocas em épocas, temos agora essa nova onda do uso de chupeta pelos adultos com o fim de acalmar o estresse e a ansiedade. Vamos conversar sobre isso?
Um olhar lá do alto é capaz de nos mostrar uma nova perspectiva do que seja a vida e pensar um pouco mais sobre o sentido de tudo isso. Foi o que tentei conversar com este astronauta.
Não existe amor à primeira vista. O que existe é a paixão, aquela energia que acende a fogueira. O amor vem depois porque ele é uma construção que vai se fazendo aos poucos.
O objetivo de toda fábula é revelar algumas lições, uma moral da história, como se fala. A fábula da formiga e da cigarra não se trata apenas de uma disputa entre o trabalho e a diversão. Mas da eterna busca do ser humano por equilíbrio entre corpo e alma, entre o peso da sobrevivência e a leveza do sentido da vida.
Vitimismo é o esconderijo das responsabilidades. Reclamar da vida sem agir, sem sair da zona de conforto, é viver atrás das grades invisíveis da própria mente, como vítima de tudo e de todos. O lamento contínuo apaga a beleza do presente e nos faz prisioneiros do mundo da prostração, do desinteresse, da apatia. Reclamar sem agir é desperdiçar a vida.
A idolatria moderna é alimentada por três pilares invisíveis: o entretenimento (que anestesia), as redes sociais (que nos emburrecem quando mal usadas), e o consumismo (que desperta o desejo de comprar. E o desejo, quando não é consciente, vira obediência disfarçada). Por trás de tudo isso, quem lucra é a indústria, o comércio, os anunciantes, as plataformas. Hoje, o domínio está na mão dos algoritmos, das máquinas que nos mantém dentro de uma bolha que reforça nossas crenças e nos torna incapazes de pensar diferente. Estamos cercados por vozes que foram escolhidas por uma máquina que entende nossos medos, nossas fragilidades, nossos desejos mais íntimos. Essa máquina sabe o que nos entregar todos os dias. Sempre a mesma droga em doses diárias, que vamos consumindo e ficando cada vez mais viciados e cada vez mais vazios. E assim, vamos, aos poucos, nos esquecendo de nós mesmos. E quem esquece de si torna-se facilmente manipulável.
Mudança climática e Aquecimento global. Eis aqui um temaatual, porém, bastante polêmico, pois não há unanimidade com relação ao fato de que nós sejamos os causadores e também os salvadores. E é sobre isso que estaremos conversando aqui.
LIXO ESPACIAL são objetos criados pelo homem que orbitam a Terra sem utilidade, variando de peças pequenas a estágios de foguetes e satélites desativados. Há risco de colisões em velocidade orbital, que podem danificar satélites e naves espaciais. A ISS, Estação Espacial Internacional, já precisou fazer manobras para se proteger do lixo espacial. Isso sem falar no caso de uma moça nos Estados Unidos, Lottie Williams, que foi atingida por um detrito espacial. Um legado sombrio que precisa de solução.
A superfície do planeta Terra é coberta em 71% pelos oceanos, em 16% pelos desertos – sejam eles quentes ou gelados – e em 7% pelas florestas. Sobra-nos uma porção minúscula, apenas 6%, onde erguemos nossas cidades, nossas máquinas e nossas certezas frágeis. É interessante notar que ocupamos apenas 6% dessa imensidão, e ainda assim, cometemos o absurdo de achar que podemos dominar os outros 94%, evitando a mudança climática e o aquecimento global. Isso é muita pretensão. É desse pequeno espaço que surge o delírio do controle, a fantasia de que podemos governar o clima, deter os ventos, disciplinar as marés e impor regras ao ritmo da natureza.
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