dAdA RAdiO

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By Amadeu ZoeArtsMusicMusic History
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dAdA RAdiO episodes

  • ELECTROJAZZ 23 – por uma definição da musica …
    eLecTroJaZz num 21, buscando a definição profunda da música, através da escuta e da sensibilidade: orgânico e eletrônico, composição  e fusão de toda diversidade de expressões que se mostram aqui-e-ali-pelo-mundo.

    Começamos esta edição do electrojazz com a música de Hildur Gudnadottir, jovem violoncelista islandesa, que nos faz voar através dos solos, texturas e ritmos de sua música. Ouviremos o segundo album solo de Hildur, denominado Without Sinking [12 Tonar]. Deste disco ouviremos: Elevation, Eruption Light e Opaque.
    A segunda audição de nosso programa vem com o trompetista sueco Goran Kajfes, que já esteve presente na última edição do programa apresentando uma trilha sonora e agora nos arrebata com 3 músicas de seu album de 2000, Home. Ouviremos: Princees of Krishnaswamy, Mesqualero, Swampified.
    A terceira incursão sonora é de fato para sentirmos e tentarmos entender o conceito de música em sua totalidade, um dos maiores músicos do mundo, Egberto Gismonti, aparece com músicas dos seus álbuns Sanfona [1981] e Sol do Meio Dia [1977], demonstrando que sua música é extemporânea, por essência, atravessa tempos e mantém a sua força criativa. Egberto precisa ser ouvido! Neste programa um pequeno trecho de De Repente e depois, na íntegra Maracatu e Raga. Egberto tem um selo próprio, denominado Carmo (sua cidade natal no RJ) e distribuído pela ECM records.
    Pra finalizar este eLecTroJaZz 21, a síntese do eletrificado com o orgânico e da plena fusão e mistura cultural com os sons da Compilação “Ethiopiques” … neste caso Volume 1. Músicos, produtores e selos Etíopes das décadas de 60 e 70 organizados pelo selo Buda Musique e que desencadearam um movimento de re-valorização desta música…para além do seu tempo e em sintonia com-o-mundo… resultando em produções atuais que envolvem os músicos da época.Ouviremos os sons de Muluqen Mellesse, Teshome Meteku, Mahmoud Ahmed, Seyfu Yohannes.
    Boa Escuta dAdA RAdiO…… deixem seus comentários e muito obrigado!
    1 hr 15 min
  • MUSICA LIVRE 2 :: INSTRUMENTAL ANALÓGICO-DIGITAL
    Este é o podcast número 2 do projeto Música Livre para o repoositório Archivo Vivo do Centro Cultural da Espanha, um espaço para compilação de arquivos abertos para consulta e modificação criativa. Neste projeto exploramos o universo da música distribuída sob licenças livres a partir de autores iberoamericanos.
    O programa número 2 traz três produções, a primeira do artista independente João Cassiano, percussionista e produtor, desenvolve trabalhos junto a artistas como Chico Corrêa Electronic Band, DJ Guirraiz e Fabrício  e à dançarina e coreógrafa Kilma Farias na Cia. Lunay. Apresentamos neste podcast seu projeto intitulado Nomade Riddim que encontra-se em seu quarto volume e pode ser baixado pelo portal da dadaradio.net.
    O segundo trabalho apresentado, vem da netlabel chilena 001 Records, no projeto Jazz Series do selo encabeçado pelo Saxofonista Claudio Rubio, no trabalho intitulado Recórcholis – Sesiones Extraviadas com trabalhos ligados a música intrumental.
    Ao final temos o selo colombiano de música eletrônica, Seriesmedia.org, ou simplesmente SERN netlabel com a compilação Series Vol 2, que traz diversos artistas da eletrônica colombiana e latino americana como M.A.L.A., Lucrecia Dalt e Alejandro Vélez.
    Boa Escuta!
    38 min
  • MUSICA LIVRE 2 :: INSTRUMENTAL ANALÓGICO-DIGITAL
    Este é o podcast número 2 do projeto Música Livre para o repoositório Archivo Vivo do Centro Cultural da Espanha, um espaço para compilação de arquivos abertos para consulta e modificação criativa. Neste projeto exploramos o universo da música distribuída sob licenças livres a partir de autores iberoamericanos.
    O programa número 2 traz três produções, a primeira do artista independente João Cassiano, percussionista e produtor, desenvolve trabalhos junto a artistas como Chico Corrêa Electronic Band, DJ Guirraiz e Fabrício  e à dançarina e coreógrafa Kilma Farias na Cia. Lunay. Apresentamos neste podcast seu projeto intitulado Nomade Riddim que encontra-se em seu quarto volume e pode ser baixado pelo portal da dadaradio.net.
    O segundo trabalho apresentado, vem da netlabel chilena 001 Records, no projeto Jazz Series do selo encabeçado pelo Saxofonista Claudio Rubio, no trabalho intitulado Recórcholis – Sesiones Extraviadas com trabalhos ligados a música intrumental.
    Ao final temos o selo colombiano de música eletrônica, Seriesmedia.org, ou simplesmente SERN netlabel com a compilação Series Vol 2, que traz diversos artistas da eletrônica colombiana e latino americana como M.A.L.A., Lucrecia Dalt e Alejandro Vélez.
    Boa Escuta!
    38 min
  • MÚSICA LIVRE 1 :: DA PENINSULA IBÉRICA À AMÉRICA
    Este é o podcast número 1 do projeto Música Livre para o repoositório Archivo Vivo do Centro Cultural da Espanha, um espaço para compilação de arquivos abertos para consulta e modificação criativa.
    Neste projeto exploramos o universo da música distribuída sob licenças livres a partir de autores iberoamericanos.
    O programa 1 conta, respectivamente, com os trabalhos do selo Dorog Records, sediado em Lima no Peru, onde trazemos a produção Sonidos profundos, album Rumbo ao Sol de 2011.
    Na sequencia o trabalho encabeçado pelo músico e produtor Chico Corrêa denominado Parahyba Art Ensemble, uma formação transnacional de músicos que se reuniram em um concerto no Festival MIMO (Olinda-PE) e extraíram uma gravação disponível para livre escuta e distribuição, que pode ser encontrada entre outros espaços no site da dada radio.
    Para fechar este podcast 1, difundimos o trabalho do selo argentino, com sede em Mendoza, Sincro netlabel, selo nascido da experiência de alguns produtores musicais em eventos de arte e tecnologia, convertendo-se posteriormente em uma plataforma de lançamentos de produções musicais sob licenças livres. Ouvimos o trabalho intitulado Artifícios 3, destacando os produtores Assolar(Argentina), Mezzo (Argentina) e Omar lavalle (Peru).
    Boa escuta!
    36 min
  • MÚSICA LIVRE 1 :: DA PENINSULA IBÉRICA À AMÉRICA
    Este é o podcast número 1 do projeto Música Livre para o repoositório Archivo Vivo do Centro Cultural da Espanha, um espaço para compilação de arquivos abertos para consulta e modificação criativa.
    Neste projeto exploramos o universo da música distribuída sob licenças livres a partir de autores iberoamericanos.
    O programa 1 conta, respectivamente, com os trabalhos do selo Dorog Records, sediado em Lima no Peru, onde trazemos a produção Sonidos profundos, album Rumbo ao Sol de 2011.
    Na sequencia o trabalho encabeçado pelo músico e produtor Chico Corrêa denominado Parahyba Art Ensemble, uma formação transnacional de músicos que se reuniram em um concerto no Festival MIMO (Olinda-PE) e extraíram uma gravação disponível para livre escuta e distribuição, que pode ser encontrada entre outros espaços no site da dada radio.
    Para fechar este podcast 1, difundimos o trabalho do selo argentino, com sede em Mendoza, Sincro netlabel, selo nascido da experiência de alguns produtores musicais em eventos de arte e tecnologia, convertendo-se posteriormente em uma plataforma de lançamentos de produções musicais sob licenças livres. Ouvimos o trabalho intitulado Artifícios 3, destacando os produtores Assolar(Argentina), Mezzo (Argentina) e Omar lavalle (Peru).
    Boa escuta!
    36 min
  • MARGINALS :: CD PRA OUVIR E BAIXAR 100% LIVRE
    MarginalS é um trio ou melhor um super trio de música instrumental que passeia por diferentes linguagens musicais, do jazz ao rock, da beat africana aos tambores brasileiros. “O som inicia de uma forma abstrata, às vezes já com um não denominado groove, ou às vezes free, e toma um formato natural baseado na confiança que os músicos tem um no outro e em suas influências, que variam de Coltrane a Fela Kuti a primórdios do soul, tomando um rumo criado no momento, que se movimenta e termina em um lugar indefinido porém seguro, enraizado na sincronicidade dos músicos”.

    No mês de setembro eles lançaram seu primeiro disco no Espaço Serralheria (SP) e vem apresentando sua arte em diversos espaços de São Paulo/Brasil. O trio é formado por Marcelo Cabral (contrabaixo acústico), Thiago França (saxofone, flauta, EWI), Tony Gordin (bateria). O som do MarginalS pode ser ouvido em nosso player acima e o seu disco está compartilhado na integra >AQUI<
    Abaixo reproduzimos uma parte da entrevista dada por Thiago França ao site “Eu Ovo“
    Como é o som dos MarginalS?
    Nosso som é 100% improvisado, ou seja, cada show é único, tudo é espontâneo e instantâneo, mas o MarginalS tem uma cara, um jeitão, e uma sonoridade. A gente passeia pelo caos e pelo lírico, por grooves pesados e abstrações musicais. O grande lance é o encontro dos três, eu Cabral e Tony, cada um com a sua história e fazendo um som junto. Eu, por exemplo, tô sempre pensando em caminhos alternativos como solista, o saxofone já foi explorado tanto que parece que não há mais o que fazer. Tenho usado alguns pedais de efeito (delay, octaver, phaser…) pra criar texturas e situações, montar acordes, distorcer o som do instrumento, dá pra sacar bem isso no disco. Ou às vezes, simplesmente me jogar na fogueira sem saber o que vai sair e criar em cima disso. O disco não teve pós-produção, todos os efeitos rolam na hora mesmo, tudo ao vivo, a não ser na última faixa do disco (parte 2, parte 3), que passamos um filtro na bateria e colocamos um drive (aquele efeito meio rachado) no baixo acústico e no EWI (que é uma espécie de saxofone MIDI, tipo um teclado), mas ficou sutil e natural, muita gente nem percebe. Daqui um ano, não sei como vai estar o som, e não importa: o mote mesmo é tocar junto, o que acontece quando nós três nos encontramos, aconteça o que acontecer, um por todos, todos por um. Estamos bem felizes de ter gravado o disco e lançado no nosso aniversário de um ano e da repercussão que está tendo.
    Como nasceu o primeiro disco? Foi pensado em algum conceito?
    O disco existe por ele próprio, como um retrato. Não sei se você está se referindo aos vídeos do MarginalS no youtube. Eles não tem a ver com o disco, são extratos de gravações da época que a gente tocava no +Soma. Queríamos disponibilizar alguma coisa, mas um trecho sozinho não tem o mesmo sentido que no set completo (geralmente com 1 hora de duração), pois como a gente toca sem parar, o que vem antes e depois é essencial, muda completamente a impressão daquele som. Daí veio a idéia dos vídeos, que no caso, a música entra quase que como trilha sonora e ganha vida própria, independente do todo de onde ela surgiu.
    Pirataria e acessibilidade
    A gente é completamente a favor de disponibilizar tudo, mas nessa questão que você levantou, baixar um disco é só a ponta do iceberg. Historicamente, tirando alguns medalhões como Ivete Sangalo, Roberto Carlos, Xitãozinho e Xororó, entre outros desse quilate, artista nenhum ganhou dinheiro com venda de disco,
    42 min
  • MARGINALS :: CD PRA OUVIR E BAIXAR 100% LIVRE
    MarginalS é um trio ou melhor um super trio de música instrumental que passeia por diferentes linguagens musicais, do jazz ao rock, da beat africana aos tambores brasileiros. “O som inicia de uma forma abstrata, às vezes já com um não denominado groove, ou às vezes free, e toma um formato natural baseado na confiança que os músicos tem um no outro e em suas influências, que variam de Coltrane a Fela Kuti a primórdios do soul, tomando um rumo criado no momento, que se movimenta e termina em um lugar indefinido porém seguro, enraizado na sincronicidade dos músicos”.

    No mês de setembro eles lançaram seu primeiro disco no Espaço Serralheria (SP) e vem apresentando sua arte em diversos espaços de São Paulo/Brasil. O trio é formado por Marcelo Cabral (contrabaixo acústico), Thiago França (saxofone, flauta, EWI), Tony Gordin (bateria). O som do MarginalS pode ser ouvido em nosso player acima e o seu disco está compartilhado na integra >AQUI<
    Abaixo reproduzimos uma parte da entrevista dada por Thiago França ao site “Eu Ovo“
    Como é o som dos MarginalS?
    Nosso som é 100% improvisado, ou seja, cada show é único, tudo é espontâneo e instantâneo, mas o MarginalS tem uma cara, um jeitão, e uma sonoridade. A gente passeia pelo caos e pelo lírico, por grooves pesados e abstrações musicais. O grande lance é o encontro dos três, eu Cabral e Tony, cada um com a sua história e fazendo um som junto. Eu, por exemplo, tô sempre pensando em caminhos alternativos como solista, o saxofone já foi explorado tanto que parece que não há mais o que fazer. Tenho usado alguns pedais de efeito (delay, octaver, phaser…) pra criar texturas e situações, montar acordes, distorcer o som do instrumento, dá pra sacar bem isso no disco. Ou às vezes, simplesmente me jogar na fogueira sem saber o que vai sair e criar em cima disso. O disco não teve pós-produção, todos os efeitos rolam na hora mesmo, tudo ao vivo, a não ser na última faixa do disco (parte 2, parte 3), que passamos um filtro na bateria e colocamos um drive (aquele efeito meio rachado) no baixo acústico e no EWI (que é uma espécie de saxofone MIDI, tipo um teclado), mas ficou sutil e natural, muita gente nem percebe. Daqui um ano, não sei como vai estar o som, e não importa: o mote mesmo é tocar junto, o que acontece quando nós três nos encontramos, aconteça o que acontecer, um por todos, todos por um. Estamos bem felizes de ter gravado o disco e lançado no nosso aniversário de um ano e da repercussão que está tendo.
    Como nasceu o primeiro disco? Foi pensado em algum conceito?
    O disco existe por ele próprio, como um retrato. Não sei se você está se referindo aos vídeos do MarginalS no youtube. Eles não tem a ver com o disco, são extratos de gravações da época que a gente tocava no +Soma. Queríamos disponibilizar alguma coisa, mas um trecho sozinho não tem o mesmo sentido que no set completo (geralmente com 1 hora de duração), pois como a gente toca sem parar, o que vem antes e depois é essencial, muda completamente a impressão daquele som. Daí veio a idéia dos vídeos, que no caso, a música entra quase que como trilha sonora e ganha vida própria, independente do todo de onde ela surgiu.
    Pirataria e acessibilidade
    A gente é completamente a favor de disponibilizar tudo, mas nessa questão que você levantou, baixar um disco é só a ponta do iceberg. Historicamente, tirando alguns medalhões como Ivete Sangalo, Roberto Carlos, Xitãozinho e Xororó, entre outros desse quilate, artista nenhum ganhou dinheiro com venda de disco,
    42 min
  • JOÃO CASSIANO :: NOMADE RIDDIM VOL 4
    (Texto adaptado de:  Harmonice Musices Odhecaton)

    João Cassiano é um percussionista daqueles que não fica parado mesmo quando não está tocando. Talvez seja mais conhecido pelo seu trabalho com a ChicoCorrea & Electronic Band desde o começo dos anos 2000, mas isso é apenas uma parte de seu trabalho. Atualmente, além de acompanhar ChicoCorrea, também se juntou ao DJ Guirraiz e Fabrício no projeto de música eletrônica e discotecagem regional Real Futuro Antigo, e à dançarina e coreógrafa Kilma Farias na Cia. Lunay de pesquisa de danças mundiais e afrobrasileiras, desenvolvendo trilhas sonoras eletrônicas. Também desenvolve um podcast de material relacionado a electrojazz e músicas experimentais do tipo, o Estética do Terceiro Mundo.
    Nomade Riddim vol.4 integra um projeto que é um conjunto de beats eletrônicos sentados ali na fronteira entre o lo-fi e o bem produzido, e entre o experimental e o massificado. Entre uma linha de synths dissonantes e outra, vem uma virada de bateria digna de swingueira. É uma grande compilação em homenagem à música do terceiro mundo, afundado numa espiral de globalização e pobreza, uma homenagem àquelas músicas que são tão marginalizadas quanto o morador da Rocinha no Rio ou do bairro do Rangel de Luanda, do funk carioca ao bhangra à música bérbere eletrônica do Maghreb. É fácil imaginar que a música da série Nômade Riddim, primitiva, repetitiva, hipnótica, poderia ser tocada por tribos africanas de séculos atrás se eles tivessem turntables e synths. É uma rave no deserto do Senegal.
    27 min
  • JOÃO CASSIANO :: NOMADE RIDDIM VOL 4
    (Texto adaptado de:  Harmonice Musices Odhecaton)

    João Cassiano é um percussionista daqueles que não fica parado mesmo quando não está tocando. Talvez seja mais conhecido pelo seu trabalho com a ChicoCorrea & Electronic Band desde o começo dos anos 2000, mas isso é apenas uma parte de seu trabalho. Atualmente, além de acompanhar ChicoCorrea, também se juntou ao DJ Guirraiz e Fabrício no projeto de música eletrônica e discotecagem regional Real Futuro Antigo, e à dançarina e coreógrafa Kilma Farias na Cia. Lunay de pesquisa de danças mundiais e afrobrasileiras, desenvolvendo trilhas sonoras eletrônicas. Também desenvolve um podcast de material relacionado a electrojazz e músicas experimentais do tipo, o Estética do Terceiro Mundo.
    Nomade Riddim vol.4 integra um projeto que é um conjunto de beats eletrônicos sentados ali na fronteira entre o lo-fi e o bem produzido, e entre o experimental e o massificado. Entre uma linha de synths dissonantes e outra, vem uma virada de bateria digna de swingueira. É uma grande compilação em homenagem à música do terceiro mundo, afundado numa espiral de globalização e pobreza, uma homenagem àquelas músicas que são tão marginalizadas quanto o morador da Rocinha no Rio ou do bairro do Rangel de Luanda, do funk carioca ao bhangra à música bérbere eletrônica do Maghreb. É fácil imaginar que a música da série Nômade Riddim, primitiva, repetitiva, hipnótica, poderia ser tocada por tribos africanas de séculos atrás se eles tivessem turntables e synths. É uma rave no deserto do Senegal.
    27 min
  • Paraiba Art Ensemble – concerto livre para download
    PARAHYBA ART ENSEMBLE
    Conhecido por suas apresentações com a Electronic Band, o guitarrista Chico Corrêa mostra no Festival MIMO (Olinda-PE) outra faceta de seu trabalho. Mantendo a experimentação como palavra-chave, reúne-se a instrumentistas de diferentes bagagens e nacionalidades, que se encontraram na Paraíba, para fazer um som que contém influências do jazz, free jazz, música eletroacústica e, naturalmente, da nordestina, entre outras. O coletivo é formado pelo baterista americano Gregg Mervine, o multiinstrumentista belga Henry Krutzen, o francês Didier Guigue nos sintetizadores e flauta baixo, O DJ Guirraiz, o trompetista alemão Burgo, o baixista Mateus Alves, o VJ Spencer. Baixe é PURO SOM!

    1 hr 7 min

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