dAdA RAdiO

dAdA RAdiO

By Amadeu ZoeArtsMusicMusic History
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dAdA RAdiO episodes

  • REVERBERAÇÕES :: NETLABELS
    A segunda edição da série Reverberações feita para a Radio Escuta do CCJ e dedicada a pesquisa do universo copyleft na música apresentamos a Netlabel francesa Antiblues com o artista Altf4 em seu trabalho intitulado Ping Timeout.
    Mais dedicada ao jazz, ao lounge e à ambient music ouviremos Fabryka da netlabel italiana Dharmasound com seu primeiro disco Testing Toys.
    Do selo Insubordinations dedicado à improvisação musical, free jazz, eletroacústica e outras experiências ouviremos o trio (baixo, bateria e piano) Plaistow com o disco produzido em 2007 Los Criminales Reciclados En Conductores De Autobuses.
    Pesquisando e descobrindo o portal Jamendo uma enorme estrutura de armazenamento e difusão de músicas sob licenças livres, apresento o som do Q ‘ s a l i v a grupo do ABC e que tem seus trabalhos depositados na rede, como o disco que ouviremos DELA.
    Do pequeno selo Signal Zero ouviremos o artista espanhol Normablock com seu IDM break-hop.
    Pra fechar o programa mais uma da netlabel Dharmasound com o artista Pacoalvarez em seu disco 6 songs for C, com direito a mixagem minha de duas faixas do disco.
    Boa Escuta!!!
    1 hr 19 min
  • JAM SessiOn no dAdA aO viVO
    Colorindo os sets de áudio do electrojazz, tivemos nesta última quarta a presença dos músicos da peça Cymbeline em cartaz no SESI-SP. O convidado Flávio Gondim [Interferência] fazendo um set especial pra dAdA RAdiO, além de operar a mesa e efeitos na Jam Session final da gravação. Rolou também mais um programa Ano Zero com a pesquisa sonora de Marcio Black. Tudo isso iluminado pelas projeções do midiadub e do convidado pigtrafic colective. Pessoas…simplesmente ouçam tudo!!!!!





    1 hr 34 min
  • NET LABELS :: REVERBERANDO na RADIO eSCUTA

    Estréia da série iNTeRCâmBIO NeTLaBels. Programas gravados especialmente para a Radio Escuta – CCJ, espelhando aqui na dAdA RAdiO. Apresentação e pesquisa por AmadeuZ (dAdA RAdiO), rastreando o universo dos diversos selos de música livre pelo mundo, uma ode a expressão musical e artística livre com base em direitos ou licenças copyleft. Pela livre troca de conhecimentos e experiências e por uma outra forma de ouvir e difundir sons!!!
    Neste programa, número um vamos ouvir notáveis selos de todo o mundo e já com história pra contar. Começamos com O Grupo My First Trumpet do selo alemão Aerotone, “we are a netlabel and we love melancholic music”, se realmente é melancólico não sei, mas a música é boa, tem presença marcante em construções musicais muito bem arranjadas, criando atmosferas muito interessantes.
    O segundo selo que vocês ouvirão é o japonês Bump Foot criado e organizado pelo japa Tatsu capturando gente de todo mundo e com seus dois lados bump [Techno, House] e foot [Ambient, IDM, Electro Pops, Jazz etc]. Deste selo apresento os trabalhos do brasileiro e paraibano Chico Correa com sua “Chico Correa & Electronic Band“; nativos do japão Postom com sua mistura da eletrônica, ambient e elementos da música japonesa tradicional; na sequência Keyray trazendo uma produção eletrônica com base em samples de jazz e uma beat marcante quarta produção sonora vem de Alejandro Nava a.k.a. Pics Frunk, de Buenos Aires para Tokio e de Tokio para o mundo, com sons passeando pelo downtempo, drum’n’bass, experimental, industrial [salve Bump Foot!].
    O próximo selo apresentado é bastante conhecido, contando com um grande acervo de música livre principalmente nas linguagens do Hip Hop e eletrônico. Imnotok [de Zurich – Suiça]. A amostra é somente um aperitivo, uma degustação com cINCH e duas faixas escolhidas de seu EP Stable, baixado gratuitamente no site da Imnotok
    Mudando e fazendo crescer a atmosfera musical apresentamos o excelente selo frânces eDogm numa coletânea intitulada Delocalized onde ouviremos os grupos Bazaar, Liliom e Fedaden.
    Para fechar esta edição com chave de ouro Le Piocheur, endosso a palavra do excelente comentador português de netlabels Bruno aka MrCool (por sinal neste tema os “Tugas”, como eles mesmos se chamam ainda dão banho na gente…) “Um dos trabalhos que mais me impressionou (nem sei se isto é bom ou mau) nos últimos tempos, uma coisa é certa, Le Piocheur surpreendeu-me e isso é algo que há muito não me acontecia. Altamente recomendado”… jazz, jungle e muito peso …
    ATÉ A PRÓXIMA!!!
    1 hr 23 min
  • Difusão :: dAdA :: IZM Records (ed. 20)

    Apresentando para vocês o selo de meu amigo Dave Marsalek, IZM Records, nascido em 2005,como eles dizem, na trilha da morte da Indústria da música reverberando os sons de Chicago trazendo uma enorme fusão de jazz-jungle-punk-eletronico em diferentes formações sempre privilegiando a qualidade da expressão musical.
    IZMs dire purpose is to endorse, promote and put-out modern music that the discriminating ear of the underground can feel, revel in, and embrace…music that IZ relevant, intense and GOOD! modern jazz, junglebop, freespazz, punkjungle, live drumNbass/jungle/idm.
    Neste programa especial ouviremos:
    SPIZM – Movement I e Movement II
    Chicago Junglebop Syndicate – Anthropology e Mr. Clean
    Nick Marsalek – White 92
    Trioizm – The Chase
    E para finalizar o Electro-Acoustic Workshop com DND opener e The Frenetic Effect.
    dAdA RAdiO é informação livre! Salve Dave and all people from IZM Recs…thanks!!!
    1 hr
  • REVERBERAÇÃO ONE again
    O programa reverberações volta com tudo apresentando os sons vindos do universo das netlabels, música de distribuição e recriação livre.
    Neste programa temos os selos Imnotok com seu CD coletânea Greatest Hits & Unreleased 1999-2006, a faixa 4 (The Weight “Down The Road”) abre o programa e depois rola mais duas (cINCH “Toystang” (Remix MF Doom)
    e Anotherordinaryman “A Brief Commentary”) hip hop da pesada. Presente também está o selo Antiblues recheado de sons interessantes do dub ao eletrônico. Ouviremos o coletivo Hip Hop Domain com sua produção Lo-Fi Shop e o grupo Franco-Luso Volfonic com seu play DBC Live. Na esteira o excelente selo e já muito propagandeado por mim eDogm e a coletânea Delocalized. E pra fechar o programa duas produções do selo Aquavelvas, norueguês, tocando duas do grupo Proviant Audio e mais duas do músico Skarv. Muita info?, muito som? Isso é só a ponta do Iceberg. SOM NA MACHINA!!!
    AH E DIA 1/12 TEM BARULHO NA RUA NO BAR b COMPAREÇAM
    1 hr 13 min
  • ELECTROJAZZ – MATTHEW HERBERT
    O programa de hoje homenageia o multitudo Sr.Som. Matthew Herbert, músico, produtor, filho de técnico de som da BBC, o cara pensa o mundo como musica e organicidade.
    Leia mais sobre essa figura incomum no seu site que é du caralho!!!!!. E se gostar do pique do cara entre no site de seu Selo Accidental Records.
    Algumas idéias de Matthew Herbert estão na entrevista do El País que saiu na Folha de São Paulo neste Domingo e você lê aqui:
    PERGUNTA – A música eletrônica “inventou” uma nova tradição ou ela se limita a se adaptar à realidade que já existe?
    MATTHEW HERBERT – Ela criou uma nova tradição, breve, mas poderosa, baseada em parte em modelos velhos (a caixa de ritmos ainda é sua coluna vertebral, apesar de isso ser um absurdo), mas também num bom ouvido atento a novos caminhos para a desconstrução do som.
    Ela tem a oportunidade de ser vibrante mais uma vez, mas precisa se libertar da tirania do novo, da distração tecnológica e da vaidade. O mundo está gritando para nós histórias terríveis; precisamos esvaziar as máquinas das pré-programações, ligar um computador e começar a ouvir.
    PERGUNTA – Por que a música eletrônica costuma ser vista como uma via de escape hedonista?
    HERBERT – Ela tem suas raízes na música para dançar, que durante centenas de anos esteve associada ao hedonismo e ao escapismo. Apesar disso, ela é sobretudo uma forma de música instrumental, e isso a converteu numa ponte difícil de atravessar para chegar a seu significado.
    PERGUNTA – Você acha que o toca-discos é o último instrumento inventado no século 20?
    HERBERT – Acho que não. Ele é importante, mas, historicamente falando, é apenas uma transição entre as primeiras gravações e as formas de distribuição digitais e efêmeras.
    O sampler [equipamento que armazena sons, parecido com um sintetizador, e permite reproduzir diferentes efeitos, de acordo com a configuração criada pelo DJ] é o instrumento mais importante do século 20: ele permite que se escreva música com o sujeito, mais que simplesmente sobre o sujeito.
    PERGUNTA – Quais são as conseqüências estéticas e éticas da implantação do sampler?
    HERBERT – Se estamos falando do sampling de trabalhos musicais já existentes, as conseqüências são muitas. Trata-se essencialmente de uma batalha entre a imaginação e o consumismo.
    O acúmulo desenfreado de recursos (o mundo da música gravada) a baixo custo pelo realizador (o músico que faz o sampling) pode ser comparado a um império cultural.
    A lógica diz: “Por que pagar por alguma coisa quando você pode tê-la de graça?”. Sem levar em conta o resultado final, que às vezes pode ser sublime, existe um juízo estético, feito por pessoas que não estavam presentes à sessão de gravação original, sobre quais os momentos que valem a pena ser recriados.
    É a reescrita da história.
    Quando se faz o sampling de um som com um microfone (xícaras, automóveis, guerras…), esse problema não existe: é simplesmente uma história.
    O músico se converte no amplificador da história, mais que em seu censor.
    PERGUNTA – O uso do sampler torna obrigatório rever a concepção de autoria. Em que termos esse conceito precisaria ser formulado?
    HERBERT – Hoje é mais difícil estabelecer a autoria na música. Às vezes [os músicos] são como arranjadores de flores, que usam os samplers como caules diferentes.
    Na literatura, seria vergonhoso pegar algumas palavras de Joyce, algumas outras de Lorca e colocar todas juntas. Na música contemporânea, não.
    Acredito que, na composição com samplers, você não pode afirmar que é a primeira pessoa no processo cri...
    1 hr 55 min
  • Electrojazz 15
    Pra manter o fogo original… Improvisation!
    craig taborn – junk magic (2004)
    bass communion – dronework (2003)
    oliver nelson – the blues and the abstract truth (1961)
    fRANK zAPPA One Size Fits All (1975)
    front 242 – geography (2004)
    ***********************
    CorraM atrás, dicas de pesquisa de musica:
    http://jazzearredores.blogspot.com/
    http://www.allmusic.com/
    http://www.discogs.com/
    + wikipedia, claro (puta ideação)!
     
    HASTA LUEGO…
    1 hr 9 min
  • electrojazz 14 hip hop hard funk
    Dando continuidade às produções que sejam negras até os ossos.
    Move your body! Racionais mc mandando bala em suas letras pra lá de realistas em seus primeiros sons e lps;
    public enemy, disco que notabilizou o grupo, fear of black planet;
    brand new heavies com o seu primeiro disco heavy rhyme experience, vol. 1 excelente e uma miscelânea black brasil+eua: originais do samba, james brown, bezerra da silva, stevie wonder, banda black rio, gang starr, jorge ben e sly and family stone.
    2 hr 7 min
  • electrojazz 13 presents: black music h-cuts
    No programa de hoje abrimos espaço para uma pesquisa bruta da chamada ‘black music”, focalizando momentos pós década de 60 com especial enfase ao FUNK e ao HIP HOP.
    Cannonball Adderley Quintet – Sticks
    The Sound Providers – An Evening With…
    Grandmaster Flash em seu Official Adventures of Grandmaster
    Afrika Bambaataa no disco Looking for the Perfect Beat
    Public Enemy no seu segundo disco, It Takes a Nation of Millions de 1988
    O DJ RZA/WU-TAN-CLAN, na trilha sonora do filme Ghost Dog(2001) de Jim Jarmusch
    e pra fechar Bezzera da Silva com A Cocada Boa + 2 faixas de NWA do disco Straight Outta Compton de 1988.
    Semana que vem tem +++++++
    Abrazos!!!
     
    2 hr 12 min
  • ELECTROJAZZ 12
    Programa doze fecha um ciclo e inicia o último giro de garimpagem pelo HD de Amadeus e vai por ordem alfabética.
    Programa de hoje vai de A até D e fecha com uma seleção do útimo CD do DJ Shadow tocando mais breaks do que realmente rolou em Curitina no dia 31. O Playlist do programa é:
    Ammoncontact [One In An Infinity of Ways/2004] Through the Moon – Healing Vibrations – Fun Is For Funky – Wu Wu Woomp – Like Waves Of the Sea
    Audun Kleive [Ohmagoddabl/2004]
    Sessasphere – Genreactor – Exploded Cod
    Sidsel Endresen & B Wesseltoft [Out Here, In There/2002 + Duplex Ride/1998]
    Try (w/ locution) – Trying Time – Survival Techniques 1+2 – Heartbeat – Duplex Ride
     
    Craig Taborn [Junk Magic/2004]
    Stalagmite – Bodies At Rest And In Motion – Junk Magic – Mystero
    Dave Douglas [Keystone/2005]
    Noise From The Deep (w/ locution) – Fatty’s Day Off – Famous Players – Barnyard Flirtations – Hollywood – Just Another Murder
    Dj Shadow [The Outsider/2006]
    droop-e drop (w/ locution) – 3 freaks – artifact (instrumental) – skullfuckery – backstage girl.mp3 – dats my part
    VERY GOOD SOUNDS FOR YOU! SEE YA!
    2 hr 5 min

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