Álcool, drogas, sedentarismo, preguiça, ciúmes, ideologias, crenças, vícios, indiferença, fraqueza. As pessoas estão sempre em busca de algum prazer, leve ou pesado, de uma certeza, de uma sensação, e com o passar do tempo acabam viciando e se tornando mais um dependente estagnado na vida. E nesse estado de paralisia, acabam dependendo do padre, do pastor, do político, do filósofo, do estado. Não importa o comportamento, a substância, não importa se é uma droga ou pornografia, essas fugas geram dependência e destruição mental e com o tempo, o corpo dessa pessoa precisa de doses cada vez maiores, que na ausência, ou mesmo na tentativa de se libertar do vício, causam os sinistros fenômenos das abstinências e das recaídas.
Esse vídeo é o ducentésimo septuagésimo sétimo da série DIÁLOGOS SOBRE A VIDA, onde trabalho a necessidade de nos enxergarmos exatamente como somos por dentro e por fora e, se não gostarmos do que descobrirmos, que então, nos alteremos.