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O episódio de hoje conta não com um mas com dois convidados.
Os Okkur são uma banda de post-rock de Barcelos, e dois dos seus elementos, o guitarrista Carlos Ferreira e o Baterista Miguel Ângelo, estiveram em “estúdio” para uma das conversas mais bem-humoradas deste podcast, pelo menos desde que gravamos em Barcelos, onde se falou sobre a origem dos Okkur, a estreia no mítico palco nacional que é o Xispes, a ascensão mediática que alcançaram num vídeo do Cristiano Ronaldo, ou como foi encarada a saída de um dos membros para outra banda.
Mas falou-se também de coisas sérias,como os problemas do meu computador, dicas de como escrever uma “review”, arte-contemporânea, e muitas mais, que agora não me lembro.
Oiçam, vale a pena.
Afonso Dorido é guitarrista e vocalista nos Indignu, mas nos dias que correm actua sobretudo como Homem em Catarse, o seu projecto a solo que já conta um um EP homónimo e ao qual juntou recentemente um álbum intitulado “Guarda-Rios”.
A primeira faixa deste último trabalho tem como nome “Covilhã (em maio)”, e, tendo eu estudado e vivido durante bastantes anos nessa cidade, não pude deixar de ter um certo interesse em perceber, perdoe-se a expressão,”porque é que é este gajo está a falar da Covilhã? Ele não é de Barcelos?” . E assim se acendeu o rastilho que me levou a convidar o Afonso até “estúdio”, onde estivemos cerca uma hora à conversa, discutindo sobretudo música: não só a sua carreira musical desde dos cabos de vassoura até ao “momento de Catarse” , mas também coisas como a dificuldade em lidar com “rótulos”, ou a procura de alcançar algum tipo de fama, mas também de medo (falou-se muito de medo). Pelo meio foram referidas 23 músicos/bandas (eu contei, espero não ter falhado nenhum).
Mas claro, como não podia deixar de ser, a Covilhã foi sem dúvida um dos temas em destaque, por isso se vivem, estudam,ou estudaram lá deviam escutar o tema do Homem em Catarse, e depois ouvir um pouco da sua explicação, a ver se bate certo com os vossos sentimentos/lembranças/opiniões relativos à chamada “cidade-neve” (nome que, este sim, não faz sentido nenhum – falsos). Escutem,comentem, partilhem – e não é preciso ter medo, prometo.
O Bruno Figueiredo é o “gajo” (perdoem-me a expressão) que eu gostava de ser.
Não, não falo de ser alto e barbudo, falo sim do percurso que ele tem vindo a percorrer, com uma carreira (vá, inicio de uma, pelo menos) assente na comunicação multimédia, cooperando com meios como a Cultur’Arte Mag , ou apostando na sua We are Portuguese , através da qual vai realizando trabalhos de branding , promoção em vídeo, entre outras coisas.
Curiosamente, estudamos juntos na primária mas desde então mal nos vimos, e muito menos falamos, no entanto a conversa correu sem problemas, e foram muitos os assuntos abordados, onde se destacam sobretudo a o design (d’aldeia) e a música (nem sempre popular, mas portuguesa).
Espero que oiçam e que gostem, e espero ainda mais que comentem, partilhem, gozem, façam “30 por uma linha”,expliquem esta expressão se quiserem, ou outra coisa qualquer, mas mostrem que estão aí!
Os KILLIMANJARO são de Barcelos e estão fartos de correr o país a dar música ao povo. Felizmente, o baterista Joni Dores lá arranjou um tempo para passar por “estúdio” para uma pequena conversa e assim gravar o 1º episódio fora da Covilhã.
AVISO: Como muita coisa na vida nem tudo corre bem a primeira, por isso este episódio tem alguns problemas de som. A gerência pede desculpas.
Edgar Félix, licenciado em Ciências da Comunicação na UBI, actualmente a tirar o mestrado em “Casamentos e Batizados”, foi o convidado do último DASSE gravado na Covilhã. Amigo há muitos anos, desde que ambos começamos a fazer rádio, este programa serviu para fazer uma última homenagem ao estúdio e aos 4 anos e meio passados na Serra (com uma passagem por Barcelona), que eventualmente irão deixar saudades. Além disso, a desculpa para esta gravação foi termos ganho (sim, os dois) o concurso dos “Martelinhos de S.João 2015”.
Ricardo Morais é professor de Jornalismo na Universidade da Beira Interior, o que faz dele o único convidado até ao momento com uma verdadeira carreira profissional, e consequentemente o único com algo a perder por algo que possa ter dito (sintam a tensão!). Ok, é possível que esteja só a tentar atrair-vos sem fundamento nenhum, mas como não sei ao certo porque convidei o Ricardo ao programa também não sei bem que possa escrever aqui. O que eu sei é que esta foi a conversa mais longa até agora – 2h, dasse! -, por isso se estão de férias e aborrecidos por não poderem ir a praia ou se têm que fazer serão para realizar algum tipo de trabalho este episódio pode ser uma excelente companhia para vocês.*
*nota: todos os outros podem ouvir, obviamente, sobretudo se forem ex ou futuros alunos do Prof.**
**é possível que isto seja eu a tentar aliciar-vos novamente, mas o melhor é verificarem por vocês mesmos.
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