O investimento social privado, também conhecido como ISP, é o repasse financeiro de uma organização privada - como empresas, fundações e institutos - para projetos que se propõem a transformar a sociedade nas mais diversas áreas. Em um país tão desigual e injusto como o Brasil, essa não é a solução de todos os nossos problemas. Mas certamente é uma ajuda importante e necessária, até pelo valor simbólico, que vai além do financeiro. Representa, na prática, o engajamento da iniciativa privada com as causas públicas, de toda a sociedade. Mas o que as empresas e as famílias com patrimônios bilionários podem fazer por você e por todos nós, em benefício da população e das comunidades? Quais impactos podem resultar desse apoio? O que é preciso para que o Brasil, e o Ceará em especial, fortaleçam e ampliem a filantropia? Com esse propósito, foi realizado hoje de manhã em Fortaleza, na Federação das Indústrias do Ceará, um encontro com especialistas no tema. O principal objetivo da iniciativa é fortalecer a rede de investidores sociais do estado e identificar como o Ceará pode protagonizar o investimento social empresarial, à luz das tendências do setor. É sobre o potencial do investimento social privado para o fortalecimento da democracia e soluções de questões como equidade racial e de gênero, educação, saúde, justiça climática, sustentabilidade e apoio à juventude, entre outros segmentos, que vamos conversar hoje.
Ao debate!
Convidados:
- Cassio França, secretário-geral do GIFE, o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, que reúne os maiores investidores sociais do país;
- Haroldo Rodrigues, sócio fundador da Investidora de Negócios de Impacto In3 Capital;
- Carol Kossling, jornalista e colunista de ESG do O Povo.
Apresentação: Marcos Tardin.