A sequência de tragédias em menos de dez dias impressiona:
Primeiro, dois policiais rodoviários são assassinados a tiros por homem em situação de rua na BR-116, em Fortaleza. O atirador não tinha antecedentes criminais, estava desarmado e pegou a pistola dos policiais. Pouco depois, foi morto a tiros por um policial militar que passava pelo local.
No Rio de Janeiro, uma operação da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal na vila cruzeiro deixou 23 mortos, tornando-se a segunda mais letal da história do estado.
No mesmo dia, nos Estados Unidos, um jovem invadiu uma escola e matou a tiros 19 crianças e dois professores, isso depois de executar a própria avó. Ele havia acabado de completar 18 anos e, para comemorar, se presenteou com dois fuzis semi automáticos e 370 cartuchos de munição.
O que há em comum nessas tragédias em Fortaleza, no Rio de janeiro e no Texas? O uso de armas de fogo.
Convidados:
-Delegado Cavalcante, deputado estadual pelo PL.
-Roberto Uchôa, policial federal, mestre em sociologia política, especialista em gestão de segurança pública, pesquisador da universidade estadual do norte fluminense Darcy Ribeiro, associado ao fórum brasileiro de segurança pública e autor do livro "Armas para quem? A busca por armas de fogo".