DEGENERADOS

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By Jonas Maria e Vitor LourençoSociety & CulturePersonal Journals
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DEGENERADOS episodes

  • 18 | Lésbicas: mulheres cis e trans
    É transfobia uma mulher lésbica cis se recusar a namorar com uma mulher lésbica trans? Até que ponto se trata de uma preferência e até que ponto se trata de transfobia? Convidamos @nataliarooosa e @penny_rinaldi para nos contar como se dá essa relação em um nível pessoal e como a sociedade a enxerga.

    Um Programa da Rede Ativista de Vozes @FIOPodcasts

    @degenerados.podcast por @jonasmariaa e @vitor.a.lourenco

    Arte por @flavsart
    1 hr 12 min
  • 17 | Packers e disforias genitais
    Como lidar com a disforia genital quando estamos em um relacionamento? Como lidar quando ela parece surgir do nada e após anos de hormonização?
    Nesse episódio temos áudios de ouvintes que trazem experiências diversas sobre esse tema.

    Propomos também uma reflexão de quem são as nossas referências, de onde vem o discurso trans que consumimos e como tudo isso pode afetar a forma como lidamos com nosso corpo. Afinal, onde entra o racismo, a gordofobia, o capacitismo e a misoginia quando estamos falando sobre disforia de gênero? É importante que estejamos conscientes que há certas partes do nosso corpo que não estão isentas de significação social ou política e carregam consigo discursos que extrapolam o fator biológico.

    Um Programa da Rede Ativista de Vozes @FIOpodcasts

    @degenerados.podcast por @jonasmariaa e @vitor.a.lourenco

    Arte por @vicentelara.atelier
    1 hr 21 min
  • 16 | Linguagem e fofura de gênero (segunda temporada)
    Nesse primeiro episódio da segunda temporada de DEGENERADOS, falamos sobre os chamados "xenogêneros", sua definição, exemplos e como eles se conciliam ou não com os debates feministas de gênero. Falamos igualmente sobre o "gênero fofo" e refletimos sobre sua definição e problemática.

    Para além disso, discutimos sobre a linguagem não binária e como ela tem sido alvo de chacota e ridicularização e fazemos um paralelo de como historicamente esse sempre tem sido o espaço reservado às pessoas trans, a despeito de sermos homens, mulheres ou qualquer outro gênero.

    Um Programa da Rede Ativista de Vozes @FIOPodcasts

    @degenerados.podcast por @jonasmariaa e @vitor.a.lourenco

    Arte por @flavsart
    56 min
  • 15 | Educandário
    No episódio de hoje, Cello compartilha conosco sua vivência junto a seu irmão gêmeo, que também é um homem trans. Ele nos conta como hoje em dia ambos sofrem com homofobia, pois são frequentemente lidos como casal, devido ao afeto e demonstração de carinho.


    Desse modo, o convite que Cello nos faz é para pensar a respeito da navegação de violências.

    A transexualidade nos faz navegar em violências que antes não conhecíamos. Do machismo a misoginia, e desta à lesbofobia, muitos de nós adentram outras violências, como homofobia e violência policial. A transexualidade, assim, revela a dinamicidade do gênero e das sexualidades.

    Por fim, encerramos a temporada com um áudio muito simbólico, lamentavelmente violento, porém necessário.
    18 min
  • 14 | PCDs
    Vivemos em uma sociedade que desacredita e invisibiliza pessoas trans. Recaem sobre nós
    imposições dos padrões cisgêneros de corpos e a passabilidade é uma das poucas ferramentas que nos permite navegar na sociedade sem sermos, dentre outras coisas, física e verbalmente
    violentados.

    Mas como se dá essas relações quando falamos em pessoas trans com deficiência? Como pensar a imposição de padrões em um corpo com deficiência? Como a passabilidade funciona?

    Nesse episódio ouvimos o relato de Kollin. Kollin (@kollinnb) compartilha conosco como a sociedade
    encara o desejo de uma pessoa com deficiência em transicionar.
    Para nos ajudar a pensar sobre o assunto, convidamos Leandrinha Du Art (@leandrinhadu), que discute os vários estigmas que rondam as PCDs e a falta de autonomia atribuída a essas pessoas ao
    questionarem seu gênero.
    26 min
  • 13 | Binarismo
    O que é não binário? Como se dá essa identificação? Todo trans é não binário? Seria o não binário o caminho mais próximo para a abolição do cistema de gênero?

    No episódio de hoje, convidamos @lunenb para nos ajudar a refletir sobre questões de gênero e não binariedade. Lune fala sobre sua identidade e vivências, nos conta sobre as diversas leituras que recebe socialmente e como se relaciona com elas. Por fim, compartilha dicas de como se revelar não binário para família e de como comunicá-la à sociedade.
    46 min
  • 12 | Sereianos
    Algumas pessoas trans se valem da passabilidade para evitarem violências , sejam estruturais, físicas, verbais ou psicológicas. Por vezes, muitos de nós também precisam se fingirem cis (cisplay) para não perderem o emprego ou evitaram a expulsão de casa. Muitas pessoas só iniciam sua transição depois de aposentadas, já com um mínimo de estabilidade financeira e com menos medo do julgamento social.
    Passabilidade e cisplay são ferramentas sociais onde, por instantes, sabemos o que é cis.

    Será o paralelo viável? É possível que pessoas cisgêneras tenham experiências transgêneras?
    Estaria a transfobia, assim como a LGB+fobia, restrita apenas às pessoas LGBTs?
    18 min
  • 11 | Ciborgues
    Quando falamos sobre transexualidade, estamos falando de gênero, e portanto, estamos falando de relações de poder, controle e hierarquização social. Como nossa liberdade morfológica (Max More), enquanto pessoas trans, é afetada pelo cistema?
    No episódio de hoje ouvimos o áudio de Felipe, que nos convida a pensar sobre a validação dos desejos de modificação corporal sem o atrelamento do diagnóstico de disforia de gênero.
    30 min
  • 10 | Benjaminianos
    A busca da causa biológica da homossexualidade sempre esteve ligada a ideia da cura e o que
    sustentou as terapias de conversão sexual no passado.

    No entanto, não se tinha as mesmas pesquisas sendo feitas para descobrir a origem biológica da heterossexualidade. Isso se dá por conta da heteronormatividade: a ideia de que a heterossexuaidade é a norma, o “normal”. Paralelamente, o mesmo ocorre com a transexualidade.

    Harry Benjamin e Robert Stoller foram nomes relevantes nos estudos a respeito da
    transexualidade no passado. Robert Stoller era um psicanalista e acreditava que a transexualidade se dava por causa da (má) educação da mãe. Harry Benjamin era um endócrino que acreditava que todo transexual era assexual e odiava seu genital, sendo ele quem estabeleceu os parâmetros para definir quem é trans.

    Nesse episódio discutimos sobre a abordagem da transexualidade como algo biológico, falamos a diferenciação entre entre uma condição biológica e uma patologização, e pensamos nos prós e
    contras dessa perspectiva.
    41 min
  • 09 | O Ken agora é Barbie
    Roddy Alves, ao se declarar como mulher trans, disse que “sempre teve um cérebro feminino e que agora seu corpo está sintonia com sua mente”.

    Nesse episódio refletimos sobre os usos da linguagem, os termos que temos disponíveis para nos expressarmos e tornarmos nossos sentimentos e emoções inteligíveis e sobre a cobrança que há em cima das pessoas trans em cada declaração feita.
    23 min

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reflexões testosterônicas coletivas.

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