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no primeiro episódio de uma série especial no FdV voltados para o "setembro amarelo" com temáticas relacionadas a saúde mental, conversei com a Gaby Monteiro sobre o "fica por aqui", um conto jovem-adulto que lancei em setembro do ano passado com uma narrativa de conscientização do mês. na história, Murilo e Leandro se conhecem de uma forma inusitada e abordam de forma leve a prevenção ao suicídio, a importância da amizade, empatia e dos recomeços - para lidar dia a dia com transtornos mentais. contei um pouquinho do meu processo de criação, escrita, inspirações, e passeamos também em nossas impressões sobre como esses assuntos são abordados na mídia em filmes, livros e séries de sucesso, como "13 Reasons Why", "As Vantagens de Ser Invisível" e "Por Lugares Incríveis".
MEU DEUS! MEU DEUS! É O GIRO DO MÊS!
na nossa nova temporada, a vitrola vai girar num resumão de tudo que aconteceu de mais legal no mundinho pop. agosto caprichou com lançamentos aguardadíssimos e eu e o Guilherme Drey (@guilhermedrey) comentamos tudo pra vocês: teve iza com carreira internacional, manu gavassi e seu alter ego + gloria groove parando o brasil, dua lipa aterrorizando a OMS e lançando uma versão de bolhas e bate panela do aclamado 'future nostalgia'. parece muito né? mas não foi só isso: tivemos a gravidíssima da katy perry lançando um álbum e uma filha com poucas horas de diferença, as blackpink + selena gomez trazendo o caminhão de sorvete pro freezer mais próximo de você, e lady gaga fingindo que lembra do mundo chromatica lançando um remix de free woman. não satisfeito, o mundinho pop ainda nos deu um ep com 6 faixas do reizinho troye, um viral encharcado com wap, uma participação inusitada de iggy azalea + tinashe e o retorno triunfal da miley cyrus, que finalmente veio aí! no fim ainda fizemos um resumão das categorias do VMA com nossas apostas, ufa!
ajeita seu fone e se segura no giro pra não perder absolutamente n a d a que rolou! (e aproveita que fizemos uma playlist especial com tudo! é só dar play e vir com a gente!)
sintetizadores eletrizantes, batidas viciantes e a imagem mais enigmática e interessante do pop da época foram só alguns elementos que, combinados a boas composições, melodias chiclete e muita polêmica, atraíram os olhos do mundo para a garota que nunca se encaixou, mas que vinha dominando tudo. mostrando muito do que nunca se havia visto - ou de uma forma totalmente 'fresca', a novata chacoalhou a indústria da música com um dos álbuns de estréia mais importantes e impactantes do pop nos últimos anos. com "the fame", lady gaga se apresentava ao mundo com sede de sucesso, e nos presenteava com um álbum que criticava muito do que ela viria a conquistar. com um talento inegável e mais persistência do que a maior parte das estrelas da época, gaga veio conquistando cada parada, cada rádio, cada premiação e cada espaço nos jornais, que só falavam dela, bem ou mal, e a colocavam no início de uma jornada rumo ao nascimento de uma das maiores estrelas da música.
em 2018, após eventos traumáticos, ariana grande quebrou uma estética de capas em preto e branco ao anunciar "no tears left to cry", o primeiro single de seu novo álbum - com uma foto marcada por um arco-íris. em agosto do mesmo ano, o álbum 'sweetener' nasceu, imprimindo a marca de um dos principais produtores, Pharrell Williams, e com as promessas de mais vocais angelicais que já conhecíamos, batidas cativantes e alguma mensagem sobre os recentes traumas. o arco-íris na capa do single era uma promessa do sol após a tempestade e o álbum veio doce, como o nome sugere, com letras de amor próprio, empoderamento, saúde mental e alguns relatos românticos. a produção do álbum dividiu opiniões, mas sem dúvidas o álbum veio trazendo um amadurecimento inegável para a vida e carreira da ariana, e no faixa a faixa de hoje, honramos esse aniversariante da semana e explicamos o título "healing album", dado a ele por tantos fãs.
um 'reality show', clipes de grande orçamento, participação especial de artistas com enorme sucesso comercial, um suposto amadurecimento conceitual. era para ser a receita de mais um sucesso para a carreira já multi platinada da veterana katy, mas... não foi bem assim. em meio a inúmeras polêmicas, depressão e ataques da mídia, hoje vamos dissecar faixa a faixa o 'witness', quarto álbum de estúdio de uma das cantoras mais queridas do mundo. realmente flopou? foi boicotada por se posicionar politicamente? sem peruca = sem sucesso? dá play pra descobrir comigo a pergunta que não quer calar. o que rolou?
alguns dias atrás eu tive o prazer de sentar com o Vitor Rocha (@euvitorrocha) - à distância, claro -, que é um amigo, aliado, escritor, roteirista, ator e dramaturgo sobre nossas inspirações e aspirações artísticas. como se faz um teatro independente, uma peça sem patrocínio? como se chega com essa mesma peça à Londres? Nova York? aos cinemas? como se vai tão longe mesmo tão novo? aos 22 anos na forbes, isso te torna um ícone? um prodígio? uma estrela única? como esses rótulos afastam o humano do artista e das conexões pretendidas com a arte? o caminho trilhado por um, pode ser acessado por outros? como o elitismo na arte é prejudicial e segregatório? todas essas questões foram algumas das pautas nessa nossa conversa, que reforça a importância da arte e do diálogo enquanto pontes necessárias para uma sociedade mais empática e acolhedora.
diretamente de um pequeno túnel do tempo, trouxe esse álbum icônico de 2006 pra dissecarmos do Dentro da Vitrola dessa semana! o primeiro álbum de Fergie, que surgira na cena musical mainstream três anos antes com "elephunk", terceiro álbum de estúdio do black eyed peas. com a produção de will.i.am presente em quase todas as faixas, fergie conseguiu imprimir uma personalidade ímpar nesse disco, que rendeu para a cantora vários recordes. recheado de hits radiofônicos que amamos, hoje vamos mais a fundo em todas as faixas desse projeto que merece ser resgatado em nossas lembranças e celebrado até hoje, com todas suas influências de hip hop, soul, jazz, grunge, punk rock e reggae. parece uma bagunça, né? mas o resultado é um dos álbuns mais coesos e originais da época, garantindo um reinado de sucesso e saudade no mundo da música pop.
você já teve a sensação de estar quase vivendo nos anos 80, mas preso em 2020? você já ouviu alguma música que deixou algum parente dizendo "essa é do meu tempo!", quando, na verdade, a música saiu no mês passado? você já ficou confuso com tantos lançamentos no cinema que... parecem já terem sido exibidos anos (ou décadas) atrás? se você não entende a sensação de nostalgia que sente vendo um clipe atual, a impressão do 'dejá vù' ou a "saudade do que a gente nem viveu", é melhor dar play nesse episódio! hoje, eu e o Gustavo Gossi @gustagossi discutimos os motivos que causam esse resgate de tantos elementos antigos, a reciclagem de diversas referências culturais e a implantação massiva da nostalgia na cultura pop que nos bombardeia a todo tempo em pleno 2020.
na última semana, taylor swift acordou empolgada e decidiu lançar seu 8º álbum de estúdio, o "folklore". abandonando a divulgação tradicional, taylor anunciou em seu instagram um álbum completo - produzido na quarentena - a ser lançado nas plataformas digitais naquele mesmo dia, junto com um clipe e uma pré-venda em seu site com 8 tipos de cd's e vinis com diferentes capas. nas fotos promocionais encontramos uma taylor mais introspectiva, nem sempre em primeiro plano, em um cenário e produção bem simples, e esse título curioso. o que veio aí? um álbum acompanhando a pegada intimista das fotos e divergindo de seus lançamentos pop? músicas com uma vibe mais folk pra combinar com o título e letras folclóricas e mirabolantes? o melhor trabalho de taylor swift até agora e o maior concorrente a "álbum do ano"? dê o play pra ouvir minhas primeiras impressões e saber o que eu e a Isabel (@isabhs) achamos dessa nova era!
trombando com uma pandemia, em abril deste ano dua lipa nos presenteou com seu segundo álbum de estúdio, o "future nostalgia". com a promessa de trazer um pop dançante e caprichado, banhado na era disco e em muitos elementos dos anos 80/90/00's, o álbum encontrou um público ávido por músicas felizes e um alívio de tantas preocupações que o mundo vinha enfrentando. o resultado foi um dos álbuns mais aclamados do ano até agora, com faixas coesas e referências musicais que nos transportam numa estrada entre o futuro e a nostalgia no mais puro e bom pop. o nosso faixa a faixa de hoje, é sobre ele!
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