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em meio a uma pandemia mundial e movimentos sociais de importância global, lady gaga lançou esse ano o 'chromatica', seu sexto álbum de estúdio. mesmo com adiamentos e vazamentos, o novo trabalho veio marcando seu retorno para a música pop, recheado de house music, batidas marcantes e vocais cada vez mais poderosos. no episódio de hoje analiso o faixa a faixa desse álbum e as mensagens de dor e cura que gaga derramou nessas melodias, abordando depressão e transtornos mentais e embalando tudo na produção explosiva e dançante, numa jornada para encontrar a cura.
o que é preciso para escrever um texto cruel demais? experiências condizentes? trauma, rancor? criatividade? vulnerabilidade e inteligência emocional? no episódio de hoje, tive uma conversa super inspiradora com o Igor Pires (@heyaigu / @textoscrueisdemais) sobre nossas experiências com os textos e publicações, sobre a jornada no mercado editorial e principalmente sobre nossa relação com a escrita, que surgiu como uma amiga em episódios complicados na adolescência e dura até hoje como uma válvula de escape emocional. clica no play pra saber como escrever acabou se tornando mais que uma forma de desabafo e um trabalho, mas também uma ferramenta de conexão, de auto conhecimento, de crescimento e amadurecimento pessoal - e de espelho para entender muito do que se sente.
(PARTE 2!)
em 2011, lady gaga lançou seu terceiro álbum de estúdio, o born this way. com uma mensagem forte de empoderamento, auto aceitação e amor, o álbum veio com 17 faixas e algumas polêmicas... hoje, nessa segunda parte, eu e o Rafael Almeida (@rafatoday) discutimos o legado deixado por essas músicas, nove anos depois, bem como as mensagens por trás das batidas pop, os sintetizadores e as experimentações desse 'álbum-abraço' tido para muitos como uma "bíblia do pop".
em 2011, lady gaga lançou seu terceiro álbum de estúdio, o born this way. com uma mensagem forte de empoderamento, auto aceitação e amor, o álbum veio com 17 faixas e algumas polêmicas... hoje, nessa primeira parte, eu e o Rafael Almeida (@rafatoday) discutimos o legado deixado por essas músicas, nove anos depois, bem como as mensagens por trás das batidas pop, os sintetizadores e as experimentações desse 'álbum-abraço' tido para muitos como uma "bíblia do pop".
o dia 28 de junho é provavelmente a data mais importante para a comunidade lgbtq+. é o dia que marca a revolta em stonewall, um bar em NY que "abrigava" todas as pessoas excluídas e marginalizadas da comunidade, e que sofria constantes batidas e perseguições policiais. nesse dia, 51 anos atrás, Marsha P. Johnson decidiu iniciar um basta e se posicionou contra a polícia. esse levante, que durou cerca de uma semana, mudou o curso da história e da luta por direitos lgbtq+. no episódio de hoje, eu e o Caio Braga (@vitimigo) discutimos esse marco tão importante, os impactos e reflexos disso na comunidade atualmente, e fazemos um panorama com as paradas do orgulho atuais - incluindo a de São Paulo, a maior do mundo. 🏳️🌈 feliz dia do orgulho!
traição, traumas familiares, cultura negra, posicionamento político e social. mexe tudo isso com arranjos poderosos, misturas rítmicas, vocais carregados e adoça com algumas batidas e muito sentimento. a limonada tá pronta e as polêmicas bem servidas. hoje, eu e a @hannapenido vamos discutir esse marco na indústria e na carreira da beyoncé. bora?
traição, traumas familiares, cultura negra, posicionamento político e social. mexe tudo isso com arranjos poderosos, misturas rítmicas, vocais carregados e adoça com algumas batidas e muito sentimento. a limonada tá pronta e as polêmicas bem servidas. hoje, eu e a @hannapenido vamos discutir esse marco na indústria e na carreira da beyoncé. bora?
(PARTE FINAL!)
CHEGAMOS! bom, o primeiro episódio teve que ser fora da vitrola - pra fazer a gente pensar muito nas nossas posturas, na nossa sociedade -, e aí eu chamei dois queridíssimos (Lucas D'Ascenção - @dasclucas e Gabriel Afonso - @afonsogabriel) pra falar pra gente sobre a vivência deles no mundo, os movimentos sociais como o 'black lives matter' e como eles percebem efetivamente o blackout do instagram, que tomou proporções bem fora da curva e e chamou atenção pra uma militância rasa, sem muita informação e envolvimento, no melhor estilo "como aparentar sem ser".
nesse podcast (que tá dividido em duas partes), a gente te convida a repensar suas atitudes, seus ciclos sociais, sua esfera de relações e cotidiano e se perguntar como DE FATO ser antirracista.
CHEGAMOS! bom, o primeiro episódio teve que ser fora da vitrola - pra fazer a gente pensar muito nas nossas posturas, na nossa sociedade -, e aí eu chamei dois queridíssimos (Lucas D'Ascenção - @dasclucas e Gabriel Afonso - @afonsogabriel) pra falar pra gente sobre a vivência deles no mundo, os movimentos sociais como o 'black lives matter' e como eles percebem efetivamente o blackout do instagram, que tomou proporções bem fora da curva e e chamou atenção pra uma militância rasa, sem muita informação e envolvimento, no melhor estilo "como aparentar sem ser".
nesse podcast (que tá dividido em duas partes), a gente te convida a repensar suas atitudes, seus ciclos sociais, sua esfera de relações e cotidiano e se perguntar como DE FATO ser antirracista.
ei gente!
aqui a gente tem o trailer - pra vocês entenderem melhor nossos quadros e se inteirarem do que vai rolar em cada um. a gente vai se ver semanalmente, dentro e fora da vitrola! vambora!
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