Você já percebeu que, às vezes, o problema não é o excesso de trabalho…
é você estar sendo bom demais com todo mundo?
Tem gente que aguenta.
Resolve.
Entrega.
Dá um jeito.
E por fora parece forte.
Mas por dentro começa a faltar.
Faltar tempo.
Faltar presença.
Faltar energia.
Faltar você.
Em atendimentos de psicoterapia que eu faço, aparece muito um padrão silencioso.
Pessoas que se dedicam cem por cento para todo mundo…
e zero por cento para si mesmas.
Elas não dizem não.
Elas não colocam limite.
Elas resolvem até o que nem é delas.
E sabe o que acontece?
Elas começam a viver num quarto escuro, fazendo coisas incríveis…
que ninguém vê.
Enquanto isso, quem realmente importa
fica do lado de fora esperando você aparecer.
Tem um momento na vida em que ser “legal demais” deixa de ser virtude
e vira autoabandono.
Ser maduro não é ajudar todo mundo.
É escolher quem, quando e até onde ajudar.
Porque quando você diz sim para tudo,
você está dizendo não para a sua saúde,
para sua família,
para suas relações,
para você.
Cuidar de si não é egoísmo.
É critério.
Se esse vídeo falou com você, salva, compartilha com alguém que vive se doando demais
e entre em contato.
Eu sou Felipe Rosenberg, psicólogo,
e no Descobrindo o Sentido eu ajudo pessoas a saírem do modo auto sacrifício
e aprenderem a viver com mais presença, limite e verdade.