A folha de São Paulo, jornal muito conhecido pelo seu conteúdo reacionário, liberal e que até contratou neonazista mentor de youtuber no ano passado, permitiu que fosse publicada uma maluquice sobre racismo reverso que supostamente seria motivado pelo identitarismo dos negros. E claro, o jornal que publica e quem escreve esse tipo de bosta não tem nenhum apreço pela verdade ou pela realidade, o que eles querem é click, dinheiro e, passar seu recado. Mas o que eu quero trazer aqui, diferente do jornal que emprega incel, é descrever um pouco do maior identitarismo que assola essa terra: A branquitude. Seja pela atuação da mídia, do direito, na atuação da ciência ou de qualquer outra instituição capitalista, a branquitude tem sua estrutura fortalecida a ponto de ser tomada pautar uma concepção de sujeito universal. Mas e quem não faz parte desse universo, como fica?