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1 Depois disto, vi outro anjo que descia do céu, com grande poder. E o seu esplendor iluminou a Terra. 2 Gritou com voz forte:
Chegámos a um capítulo onde precisamos de compreender os símbolos antes de podermos falar sobre o que se está a passar. Quando pensamos na Babilónia, pensamos sobretudo na sociedade antiga que era dirigida por Nabucodonosor. A antiga Babilónia era o inimigo, não só de Israel, mas de quase todas as outras regiões do mundo conhecido. A Babilónia era poderosa, violenta, dominante e rica. Consumia outras sociedades pela conquista, mas, uma vez dentro, o povo viu o perigo real da Babilónia! Era bela! A Babilónia tinha tudo o que se podia imaginar e querer. Era luxuosa, permissiva e lucrativa. Quem não queria viver na Babilónia?
João conhecia o seu passado cultural. Lembrou-se de como a Babilónia tinha conquistado Jerusalém, tinha tomado o melhor de tudo e de todos, e tinha-os tornado seus. João compreendeu que a Babilónia que viu à sua frente no capítulo 18 não era a antiga Babilónia, mas uma outra Babilónia... uma que se parecia muito com Roma. Na verdade, a Babilónia é cada cidade ou cultura que demonstra estas sete qualidades: deixa Deus de fora e promove todo o tipo de sexualidade, injustiça, consumismo, violência, engano e idolatria. O que João começou a compreender é que cada geração tem a sua Babilónia, e é tão destrutiva, cruel, e anti-Cristo como a antiga Babilónia.
Compreendes agora porque é tão difícil ser um discípulo nos dias de hoje? Estamos constantemente sob pressão da Babilónia. Estamos debaixo desta pressão quando estudamos ou quando somos entretidos, e trabalhamos em empresas, hospitais e escolas da Babilónia. E não és só tu e eu... ela cavalga nas águas, nos povos e nações... o mundo está a viver a Babilónia! Não podemos escapar à Babilónia... mas Jesus queria que João e as igrejas compreendessem que embora não possamos escapar à Babilónia... não temos de viver a cultura babilónica!
Jesus diz a João: 'não percamos a esperança, a Babilónia está a cair... e quando começar a cair, cairá rapidamente. Ela pode parecer estável e forte, mas é uma ilusão'. Portanto, nas palavras que saíram do céu "saiam dela, meu povo...". Não é para sair literalmente, até porque não podemos, se a Ba
By Meeting Point1 Depois disto, vi outro anjo que descia do céu, com grande poder. E o seu esplendor iluminou a Terra. 2 Gritou com voz forte:
Chegámos a um capítulo onde precisamos de compreender os símbolos antes de podermos falar sobre o que se está a passar. Quando pensamos na Babilónia, pensamos sobretudo na sociedade antiga que era dirigida por Nabucodonosor. A antiga Babilónia era o inimigo, não só de Israel, mas de quase todas as outras regiões do mundo conhecido. A Babilónia era poderosa, violenta, dominante e rica. Consumia outras sociedades pela conquista, mas, uma vez dentro, o povo viu o perigo real da Babilónia! Era bela! A Babilónia tinha tudo o que se podia imaginar e querer. Era luxuosa, permissiva e lucrativa. Quem não queria viver na Babilónia?
João conhecia o seu passado cultural. Lembrou-se de como a Babilónia tinha conquistado Jerusalém, tinha tomado o melhor de tudo e de todos, e tinha-os tornado seus. João compreendeu que a Babilónia que viu à sua frente no capítulo 18 não era a antiga Babilónia, mas uma outra Babilónia... uma que se parecia muito com Roma. Na verdade, a Babilónia é cada cidade ou cultura que demonstra estas sete qualidades: deixa Deus de fora e promove todo o tipo de sexualidade, injustiça, consumismo, violência, engano e idolatria. O que João começou a compreender é que cada geração tem a sua Babilónia, e é tão destrutiva, cruel, e anti-Cristo como a antiga Babilónia.
Compreendes agora porque é tão difícil ser um discípulo nos dias de hoje? Estamos constantemente sob pressão da Babilónia. Estamos debaixo desta pressão quando estudamos ou quando somos entretidos, e trabalhamos em empresas, hospitais e escolas da Babilónia. E não és só tu e eu... ela cavalga nas águas, nos povos e nações... o mundo está a viver a Babilónia! Não podemos escapar à Babilónia... mas Jesus queria que João e as igrejas compreendessem que embora não possamos escapar à Babilónia... não temos de viver a cultura babilónica!
Jesus diz a João: 'não percamos a esperança, a Babilónia está a cair... e quando começar a cair, cairá rapidamente. Ela pode parecer estável e forte, mas é uma ilusão'. Portanto, nas palavras que saíram do céu "saiam dela, meu povo...". Não é para sair literalmente, até porque não podemos, se a Ba

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