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1 Quem se isola só segue os seus caprichos
Mal de nós se teimamos em caminhar sozinhos. Isolando-nos acabamos invariavelmente por seguir os nossos caprichos e viver segundo a lei do umbigo. É terrível quando nos fechamos a relacionamentos saudáveis que nos podem ajudar a crescer.
Enquanto não aprendermos a festejar os êxitos de outros, jamais daremos o salto para a maturidade. Interesse-nos mais compreender e interiorizar o que Deus espera de nós do que “fazer alarde dos nossos pensamentos.” Chutemos para longe a mania de querer dar nas vistas e de passar por cima de toda a folha para atingir os fins.
Blindemos o coração à maldade, tanto mais que com ela vêm atrelados uma série de sentimentos inquinados. Ao invés de verter futilidades, usemos o dom da fala para partilhas profundas, isto é, que expressem o que mora no íntimo de nós e toquem delicadamente a vida de quem nos escute.
Ao abrirmos a boca que seja para dar voz à justiça e nunca para a silenciar. Deixemo-nos de manhas e intriguices, pois apesar de “se engolirem com muita facilidade” são altamente indigestas. Dispensemos igualmente a preguiça e a procrastinação, mas não tenhamos em melhor conta a auto-suficiência e o orgulho.
Prefiramos o trilho da humildade. Escondamo-nos em Deus e dependamos Dele centímetro a centímetro. Depois, fruto desse exercício de confiança, não temamos a vida comunitária.
O caminho da vulnerabilidade só nos faz bem, já que na nossa miséria passamos a olhar com misericórdia para os erros do outro. Repentinamente, passamos a escutar a história de pessoas com quem dividimos a cidade antes de tecer comentários.
By Meeting Point1 Quem se isola só segue os seus caprichos
Mal de nós se teimamos em caminhar sozinhos. Isolando-nos acabamos invariavelmente por seguir os nossos caprichos e viver segundo a lei do umbigo. É terrível quando nos fechamos a relacionamentos saudáveis que nos podem ajudar a crescer.
Enquanto não aprendermos a festejar os êxitos de outros, jamais daremos o salto para a maturidade. Interesse-nos mais compreender e interiorizar o que Deus espera de nós do que “fazer alarde dos nossos pensamentos.” Chutemos para longe a mania de querer dar nas vistas e de passar por cima de toda a folha para atingir os fins.
Blindemos o coração à maldade, tanto mais que com ela vêm atrelados uma série de sentimentos inquinados. Ao invés de verter futilidades, usemos o dom da fala para partilhas profundas, isto é, que expressem o que mora no íntimo de nós e toquem delicadamente a vida de quem nos escute.
Ao abrirmos a boca que seja para dar voz à justiça e nunca para a silenciar. Deixemo-nos de manhas e intriguices, pois apesar de “se engolirem com muita facilidade” são altamente indigestas. Dispensemos igualmente a preguiça e a procrastinação, mas não tenhamos em melhor conta a auto-suficiência e o orgulho.
Prefiramos o trilho da humildade. Escondamo-nos em Deus e dependamos Dele centímetro a centímetro. Depois, fruto desse exercício de confiança, não temamos a vida comunitária.
O caminho da vulnerabilidade só nos faz bem, já que na nossa miséria passamos a olhar com misericórdia para os erros do outro. Repentinamente, passamos a escutar a história de pessoas com quem dividimos a cidade antes de tecer comentários.

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