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1 Mais vale ter bom nome do que grandes riquezas;
Dia após dia temos a chance de escolher fazer da vida aqui na terra um pesadelo ou um pedaço de céu. Está ao alcance de qualquer um ser estimado pelo que é e não pelo que tem. Essa, aliás, é a maior riqueza que podemos alcançar. Deus não nos avalia segundo o nosso poder financeiro, pois todos fomos criados por Ele.
“Ser humilde e respeitá-Lo” é que O comove verdadeiramente. Como tal, demos-Lhe a mão, meçamos bem cada passada e afastemo-nos das armadilhas. Ensinemos as gerações mais novas a fazer o mesmo: temer a Deus e respeitar pessoas.
E garantidamente acabaremos por apreciar no futuro o fruto dessa árdua e persistente sementeira. Perseveremos, pois, em passar o testemunho da generosidade, ao invés de alimentar a cadeia de exploração dos mais débeis e vulneráveis. Interrompamos os circuitos da injustiça e da violência, opondo-nos às grosseiras, de tão subtis, formas de opressão.
E não fujamos à responsabilidade, desculpando-nos com a nossa incapacidade de interferir na alta roda da sociedade. Compete a cada um de nós acabar de vez com práticas de insolência e murmuração nos corredores domésticos, laborais e e
By Meeting Point1 Mais vale ter bom nome do que grandes riquezas;
Dia após dia temos a chance de escolher fazer da vida aqui na terra um pesadelo ou um pedaço de céu. Está ao alcance de qualquer um ser estimado pelo que é e não pelo que tem. Essa, aliás, é a maior riqueza que podemos alcançar. Deus não nos avalia segundo o nosso poder financeiro, pois todos fomos criados por Ele.
“Ser humilde e respeitá-Lo” é que O comove verdadeiramente. Como tal, demos-Lhe a mão, meçamos bem cada passada e afastemo-nos das armadilhas. Ensinemos as gerações mais novas a fazer o mesmo: temer a Deus e respeitar pessoas.
E garantidamente acabaremos por apreciar no futuro o fruto dessa árdua e persistente sementeira. Perseveremos, pois, em passar o testemunho da generosidade, ao invés de alimentar a cadeia de exploração dos mais débeis e vulneráveis. Interrompamos os circuitos da injustiça e da violência, opondo-nos às grosseiras, de tão subtis, formas de opressão.
E não fujamos à responsabilidade, desculpando-nos com a nossa incapacidade de interferir na alta roda da sociedade. Compete a cada um de nós acabar de vez com práticas de insolência e murmuração nos corredores domésticos, laborais e e

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